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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Operação às cataratas, sem fazer render o peixe

Publicado em 7 de Maio de 2008 em Sempre Jovens

Transcrevo este artigo da Visão, recebido por e-mail, com notas finais, ao que nada acrescento por não considerar necessário.

"Olhos nos olhos" – Artigo assinado por Teresa Campos na "Visão" de 10/4/2008

Por uma questão de curiosidade, e porque muitos dos destinatários nasceram ou moram nesta terra, ou visitam com frequência o Barreiro, vou reproduzir uma pequena notícia que vem publicada na revista "Visão" de quinta-feira passada, com o título acima indicado e o sub-título "Em apenas 6 dias um oftalmologista espanhol limpou a lista de espera da cirurgia às cataratas, no Hospital do Barreiro"

"José António Lillo Bravo, 45 anos, oftalmologista espanhol, instalou-se de armas e bagagens, como quem diz, com equipa e equipamento, no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, e reduziu drasticamente a lista de espera das operações às cataratas; precisou apenas de seis dias - seis! - para devolver a visão a 234 pessoas.

O procedimento é simples, faz-se em poucos minutos, só com anestesia local; o oftalmologia aplica o método (facoemulsificação) há mais de uma década, e permite ao doente voltar para casa no dia da intervenção. E pelos seus próprios pés.

Sem pudores, José Bravo precisa que, nos dias em que esteve no Barreiro, e com a ajuda da sua equipa, fez 48 intervenções diárias : 24 de manhã e 24de tarde – contra as 50 por ano, em média, dos médicos locais, e que resultaram, no final de 2007, numa lista de espera de 384 pessoas.

Por cada cirurgia, o espanhol, recebeu 900 euros. Um valor que, garante a administração do Hospital, é compensador: corresponde a metade do preço pedido pelos médicos portugueses."
Fim do artigo. Assinado: Teresa Campos.
(Revista Visão)

Notas que vinham no e-mail:

1. Agora digam se vivemos ou não num país de "gente" sem escrúpulos
2. Nem todos os médicos portugueses trabalham por amor à arte, é mais por amor ao dinheiro... Não é novidade para mim, mas o profissionalismo deste médico espanhol é de admirar!
3. O problema é que os médicos portugueses tiram o curso de mercenários
4. Grande parte da "classe médica portuguesa" deveria estar com vergonha!

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