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domingo, 17 de maio de 2020

COMBATA A HIPERTENSÃO NÃO COMENDO ISTO

Sofre de hipertensão? Dez alimentos que tem de parar já de comer
08:03 - 19/04/20 Por Notícias Ao Minuto

Os sintomas de pressão alta incluem tonturas e visão turva. Saiba como reduzir o risco de hipertensão ao cortar determinados alimentos da dieta.

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A pressão arterial elevada afeta 25% dos portugueses. Frequentemente, os sintomas da condição surgem devido à adoção de um estilo de vida pouco saudável.

Sedentarismo, fumar e obesidade são fatores que contribuem para a incidência da hipertensão, enquanto uma alimentação saudável ajuda a reduzir naturalmente a pressão alta.

Mas afinal, que alimentos deve evitar para diminuir o risco de desenvolver a condição?

O Sistema Nacional de Saúde britânico (NHS) divulgou na sua página online uma lista de 'alimentos proibidos' para quem sofre de hipertensão.

Alimentos desaconselhados:

- Fritos;
- Queijo;
- Produtos de charcutaria, como por exemplo fiambre, presunto, salame ou chouriço;
- Alimentos enlatados;
- Doces;
- Frutos secos;
- Carne vermelha e processada como hambúrgueres, bacon ou salsichas;
- Cubos de temperos prontos para culinária;
- Molhos, como ketchup, maionese, mostarda e de soja;
- Bebidas alcoólicas, refrigerantes, batidos, bebidas energéticas e sumos.
- Sal: O grande vilão

Segundo os especialistas deverá sobretudo cortar no sal.

O consumo de sal faz com que o corpo armazene água em excesso, o que por sua vez eleva a pressão arterial. Mais ainda, os alimentos ricos em sódio podem colocar outros órgãos sob pressão.
Inúmeras pesquisas sugerem ainda que o excesso de sódio no organismo poderá impedir que a medicação tomada tenha o efeito desejado.
De acordo com o NHS, os adultos não devem consumir mais de seis gramas de sal por dia (2,4 gramas de sódio) – o que equivale a cerca de uma colher de chá.

Ter a tensão alta danifica as artérias, tornando-as mais duras e estreitas, o que consequentemente aumenta o risco de ataque cardíaco e de AVC.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

3 CUIDADOS NA DIETA PARA EVITAR A HIPERTENSÃO

Sofre de pressão alta? Três mudanças que tem de fazer já na sua dieta
11/12/19 07:00 ‧ Por Liliana Lopes Monteiro

Os sintomas de pressão arterial elevada incluem problemas de visão e o batimento acelerado e irregular do coração.

© iStock A hipertensão é um problema de saúde sério já que aumenta exponencialmente o risco de incidência de ataques cardíacos e de acidentes vasculares cerebrais (AVCs). Estima-se que em Portugal um em cada quatro indivíduos sofra de pressão alta.

De modo a reduzir o risco de desenvolver esta doença é importante manter um estilo de vida saudável.

Para esse efeito, especialistas na área da saúde recomendam realizar algumas alterações na dieta.

Em declarações à publicação britânica The Telegraph, o farmacêutico Abbas Kanani revelou três mudanças na dieta que podem reduzir significativamente o risco de pressão alta:

1. Comer menos sal

Alimentos que contêm um alto teor de sal e de sódio podem provocar hipertensão.

Kanani explica: “É importante reconhecer que o sal tem uma implicação direta na pressão arterial. O sal contém sódio, que incapacita a habilidade do corpo em remover a água em excesso presente no organismo”.

“O fluído em excesso significa que o coração necessita de fazer o dobro do esforço para trabalhar, apenas para remover esse volume extra de água. Como tal, a pressão arterial aumenta, colocando uma tensão suplementar nas artérias, danificando-as e tornando-as mais duras e estreitas”.

“Deixando os indivíduos mais propensos a virem a sofrer um potencial ataque cardíaco fatal”, alerta o especialista.

2. Incorporar mais potássio na dieta

Estes alimentos incluem vegetais, batata doce e fruta tal como banana. O farmacêutico explica: “Alimentos que incluem níveis elevados de potássio devem ser consumidos diariamente”.

“O potássio ajuda os rins a expelir o sódio, o que pode impactar positivamente na pressão arterial”.

3. Coma mais gorduras saudáveis

As gorduras insaturadas são benéficas para o organismo e reduzem a tensão alta. Opte por alimentos como peixes gordos e ricos em ómega 3 – incluindo sardinha, atum, salmão e truta – e sementes como a linhaça.



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domingo, 23 de junho de 2019

SETE SINTOMAS DE TENSÃO ALTA A NÃO IGNORAR

Sete sintomas de pressão alta que as pessoas tendem a ignorar
08:00 - 19/06/19 Por Liliana Lopes Monteiro

Sofre de pressão alta? A doença é silenciosa, mas pode manifestar-se por meio de alguns sintomas decisivos que as pessoas costumam ignorar. Descubra quais são e o que fazer.



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A pressão alta ou hipertensão arterial trata-se de uma doença silenciosa, na maioria dos casos, e que se traduz numa tensão acima do normal exercida pelo sangue sobre as paredes das artérias coronárias. E, como as pessoas demoram em regra algum tempo a identificar a condição, esta tem se mostrado uma das doenças mais perigosas do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), já que é um factor determinante para o aparecimento ou complicação de problemas cardiovasculares, como ataques cardíacos.

Os especialistas, recomendam que todos os indivíduos com predisposição para sofrerem de pressão alta, ou seja com casos já diagnosticados na família, façam consultas periódicas ao cardiologista. Até porque não existe outra forma de dizer se alguém tem ou não hipertensão a não ser através da medição da pressão arterial.

A saber, a pressão arterial é considerada alta quando é superior a 14 por 9.

Sintomas da pressão alta

E, mesmo que grande parte dos indivíduos não sintam absolutamente nada no dia-a-dia, toda regra tem excepções. No caso da pressão alta, por exemplo, há pessoas que podem sentir certos tipos de desconforto, que são sinais de hipertensão.

Eis alguns desses sinais de alarme:

• Tontura;
• Indisposição para a realização de tarefas diárias;
• Cansaço excessivo;
• Palpitações;
• Insónias;
• Dores de cabeça e/ou na nuca;
• Zumbido no ouvido.

Tratamento para a hipertensão

Saber identificar estes sinais que o corpo emite, segundos os especialistas, auxilia no diagnóstico e no tratamento da doença, que não dever ser, necessariamente, por meio de medicamentos. A própria mudança de vida do hipertenso, a partir de dietas com menos sal e gordura, perda de peso e prática de exercício físico, bem como o controlo da diabetes e do colesterol; pode funcionar como um factor importante para manter a pressão arterial estável sem o auxílio de remédios.

Se pensa que pode estar a sofrer de pressão alta não hesite em consultar um médico ou profissional de saúde.

OITO ALIMENTOS CONTRA A HIPERTENSÃO

Sofre de pressão alta? Eis oito alimentos contra a hipertensão
08:20 - 21/06/19 Por Liliana Lopes Monteiro
Além de praticar exercício físico, a ingestão de uma dieta equilibrada pode ajudar a diminuir os níveis de pressão alta.


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Factores como o tabaco, excesso de peso, consumo de álcool e, principalmente, maus hábitos alimentares colocam-no na mira de desenvolver hipertensão e consequentemente de sofrer de doenças cardiovasculares, como o AVC e o enfarte.

A primeira medida a tomar para reduzir o risco de se tornar hipertenso consiste em controlar o consumo de sal ou sódio.

A recomendação de consumo diário é de até cinco gramas de sal por dia – três gramas referentes ao sal que colocamos na comida e outros dois aos já existentes nos alimentos. Como tal, antes de comprar um produto industrializado, verifique sempre o rótulo, tendo em atenção a tabela nutricional. Se apresentar 20% ou mais de sódio do valor diário recomendado para uma porção, coloque-o de volta na prateleira.

Na sua lista de compras, dê sobretudo prioridade aos alimentos naturais.

Segundo directrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgadas na revista norte-americana TIME, estes oito aliados ajudam a protegê-lo da hipertensão:

1. Peixes fontes de ómega-3: O ácido graxo aumenta a síntese de substâncias vasodilatadoras, tais como o óxido nítrico, além de ter uma acção similar a alguns medicamentos anti-hipertensivos.

2. Morangos: A fruta apresenta uma relação inversa com a incidência de hipertensão graças à activação de uma enzima responsável pelo aumento da vasodilatação arterial.

3. Beterraba: Vários estudos têm mostrado que o consumo diário de sumo de beterraba, rico em nitratos e carbohidratos, contribui para a manutenção da pressão arterial.

4. Frutas secas: Damasco, passas e ameixa-preta apresentam um elevado teor de potássio, mineral que actua positivamente no controlo da pressão arterial.

5. Oleaginosas: São fontes importantes de ácido linoleico e linolénico, que já revelou ter uma associação negativa com a pressão arterial.

6. Romã: Pesquisas mostram que o sumo da fruta é rico em antioxidantes com propriedades anti-inflamatórias, provavelmente responsáveis pelo seu efeito hipotensor.

7. Lacticínios magros: Cada porção de iogurte adicionada à dieta foi associada à redução de 6% do risco de hipertensão arterial. O responsável: os altos teores de cálcio.

8. Azeite extra virgem: Está associado à maior produção de endotelina e óxido nítrico, ambos considerados importantes reguladores da pressão arterial.

sábado, 15 de dezembro de 2018

GENGIBRE CONTRA A HIPERTENSÃO

Combate à pressão alta: Coma este alimento e reduza o risco
181215. Por Liliana Lopes Monteiro



A hipertensão é uma condição comum em Portugal e em todo o mundo, afetando milhões de indivíduos. De modo a reduzir os sintomas e diminuir o risco de hipertensão naturalmente deve comer este alimento.













© iStock

A pressão alta afeta cerca de 25% da população portuguesa.

Os doentes experienciam vários sintomas debilitantes, desde enxaquecas a visão turva.

Têm ainda um risco considerável de sofrerem de problemas sérios de saúde, incluindo ataques cardíacos ou enfartes potencialmente fatais.

Durante as últimas décadas, os médicos têm pesquisado sobre formas de prevenir o aumento da pressão alta. E a maioria dos especialistas recomenda a adoção de certas alterações na dieta de modo a cortar radicalmente o risco de hipertensão.

Mas afinal, o que deve comer para diminuir a probabilidade de sofrer de pressão alta?

Há séculos que o gengibre é utilizado e consumido como um remédio natural na cura de várias maleitas.

É benéfico para o tratamento de náuseas, indigestão, dores musculares e de outros males.

Mais ainda, diversos estudos revelam que aquela raiz diminui a pressão arterial.

Segundo uma pesquisa publicada no periódico científico NCBI, o gengibre funciona como um estimulante. Melhorando a circulação sanguínea e aliviando dessa forma os sintomas associados à hipertensão.

Não sabe como há de consumir o gengibre?

Eis três formas fáceis de inserir este alimento na sua dieta:

1. No chá – moa uma colher e meia de chá da raiz antes de a adicionar à água a ferver durante 10 minutos.

2. Adicione à salada – misture raspas de gengibre ralado com o azeite.

3. Nos cozinhados – novamente misture raspas de gengibre ralado nos seus cozinhados.

É ainda essencial praticar exercício físico regularmente e seguir uma dieta no geral equilibrada.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

HIPERTENSÃO. OITO SINAIS

Sofre de hipertensão? Oito sinais aos quais deve estar atento
180706. Por Liliana Lopes Monteiro

É crucial que esteja atento à ocorrência de quaisquer sintomas associados à pressão alta. Não coloque a sua saúde em risco.

Estima-se que pelo menos um terço dos indivíduos que sofrem com hipertensão, desconheçam que são afetados por essa condição.

A circulação do sangue, que tem por destino chegar a todos os tecidos e células do organismo, implica que haja alguma pressão sobre as paredes das artérias. Esta pressão, que é normal e até essencial para que o sangue atinja o seu destino, é chamada de ‘tensão arterial’.

Existem, no entanto, uma série de fatores, de ordem genética ou ambiental, que podem fazer com que esta pressão sobre as paredes das artérias aumente em excesso. Nesses casos estamos, então, perante um cenário de hipertensão.

A patologia afeta um em cada três adultos, porém quando se está atento aos possíveis sintomas o problema não tem que ser necessariamente fatal.

Em Portugal existem cerca de dois milhões de hipertensos – será que é um deles?

Eis os oito sinais que não deve ignorar e aos quais deve estar atento:

1. Dores de cabeça – a circulação do sangue associado à pressão alta pode provocar enxaquecas;
2. Tonturas – o aumento ou a diminuição da pressão sanguínea faz com que o coração tenha que trabalhar mais arduamente, causando tonturas;
3. Visão turva – o nervo ótico, localizado por trás do olho, pode ser afetado pela hipertensão;
4. Náuseas e vómitos – a pressão alta tende a perturbar o bom funcionamento do sistema digestivo;
5. Dores no peito – o coração trabalha mais rápido e arduamente do que o habitual;
6. Falta de ar – perturbações na circulação podem causar dificuldades respiratórias;
7. Hemorragias nasais – os vasos sanguíneos no nariz podem inchar e implodir;
8. Tez corada, suores e nervos – a incidência de pressão alta pode causar ataques de pânico.

Como se trata a hipertensão?

São várias as opções para quem pretende reduzir a tensão arterial, incluindo praticar exercício físico regularmente, adotar uma dieta equilibrada e a manutenção de um peso saudável.
Consumir sal em excesso é um dos principais fatores de risco – esteja atento e se necessário procure um médico!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

FALTA VITAMINAS D e K E O PERIGO DE HIPERTENSÃO

A falta destas duas vitaminas aumenta o risco de hipertensão https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/795446/a-falta-destas-duas-vitaminas-aumenta-o-risco-de-hipertensao 170517. POR DANIELA COSTA TEIXEIRAbr />
A ingestão de couves ou vegetais de folha verde pode prevenir males maiores.

Na hora de zelar pela saúde do coração, há um aspeto que importa cada vez mais ter em conta: a alimentação. Aquilo que comemos diariamente tem um impacto direto (para bem e para o mal) na saúde em geral e em particular na saúde do coração.

Enquanto alguns alimentos se assumem como inimigos da saúde cardiovascular (como é o caso de todos os que têm grandes quantidades de sódio, gorduras saturadas, gorduras trans ou açúcar), outros não só conseguem remediar males maiores como podem mesmo assumir a postura de escudos protetores (incluindo-se aqui algumas sementes, vegetais e ainda gorduras saudáveis como o azeite e o abacate).

Seguir uma alimentação saudável é o requisito mínimo para uma boa saúde cardiovascular, mas há que prestar uma especial atenção à presença de duas vitaminas: a D e a K. Diz um recente estudo da Universidade Livre de Amesterdão que a carência destes dois micronutrientes pode desencadear o aumento de riscos cardiovasculares, mais concretamente de hipertensão (uma das condições que está na origem de um vasto leque de problemas cardíacos).

Conta o Buena Vida do jornal As que os cientistas notaram uma ligação direta entre os baixos níveis de vitamina D (micronutriente que facilita a absorção do cálcio e que está presente nos ovos, no salmão e na exposição solar, por exemplo) e de vitamina K (couve-de-bruxelas, espargo, couve-flor, repolho, caril e pimento) estão diretamente ligados à hipertensão depois de terem analisado os níveis de pressão arterial de pessoas entre os 55 e os 65 anos. Na pratica, adianta a publicação, a escassez destas duas vitaminas levou a que 62% dos participantes fosse diagnosticado com hipertensão no espaço de seis anos.

HIPERTENSÃO FACTOR DE AVC


Hipertensão... uma porta aberta para o AVC

https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/795304/hipertensao-uma-porta-aberta-para-o-avc
170517. Por Notícias ao Minuto

Hoje, 17 de maio, assinala-se o Dia Mundial da Hipertensão, um importante fator de risco para o AVC.

No âmbito do Dia Mundial da Hipertensão, que se assinala anualmente a 17 de maio, a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral alerta para a importância da hipertensão arterial (HTA) como fator de risco para o Acidente Vascular Cerebral (AVC) através deste artigo escrito pelo Dr. Jorge Poço, coordenador da Unidade de AVC da Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNE) e membro da Sociedade Portuguesa do AVC.

A HTA, definida de uma forma sucinta como a presença de valores de Pressão Arterial (PA) sistólica (vulgarmente conhecida por máxima) iguais ou superiores a 140 mmHg e/ou PA diastólica (conhecida por mínima) iguais ou superiores a 90 mmHg é, de facto, um fator de risco presente em 30 a 45% da população em geral, aumentando progressivamente nas populações mais idosas, que são uma ‘fatia’ importante das sociedades ocidentais.

Sabe-se que muitos dos doentes hipertensos, mesmo que medicados, mantêm valores acima do desejável. Estes valores elevados, poderão levar ao aparecimento de lesões em vários órgãos do corpo humano, entre os quais o cérebro, podendo surgir assim a mais temível das complicações: o Acidente Vascular Cerebral (AVC), que continua a ser a principal causa de morte e de incapacidade crónica em Portugal.

Sendo a hipertensão arterial (HTA) o principal fator de risco suscetível de intervenção na prevenção do AVC é, portanto, fundamental insistir em alguns pontos fundamentais:

• Se indicado, deve-se tomar regularmente a medicação, não caindo no erro frequente de deixar de a tomar porque as "tensões têm andado bem!".
• A responsabilidade deverá começar nas pessoas, através de uma cultura de vida adequada, principalmente através de hábitos alimentares saudáveis (com redução do consumo de sal) e prática regular de exercício físico;
• É prioritário fazer o diagnóstico, o tratamento e o controlo da HTA, sendo que neste processo é fundamental a atuação do seu médico e enfermeiro de família (para aconselhamento, vigilância, deteção e tratamento). Para tal deve-se recorrer aos cuidados de saúde, para que estes profissionais possam ajudar;
• Não se pode desvalorizar os valores elevados que possam surgir nas avaliações feitas em casa e que muitas vezes são justificados por poder estar "nervoso" ou "ansioso".

Sabendo-se que, através destes mecanismos, se consegue uma redução de até 40% de AVCs, estão aqui os argumentos mais que suficientes para nos fazer pensar duas vezes ou mais!

Os benefícios no tratamento e controlo da hipertensão arterial são para si e para quem o ama. Em caso de AVC, os que o rodeiam também sofrerão!

Para terminar, insiste-se na importância da redução do consumo de sal, a prática de exercício físico e a vigilância dos valores da pressão arterial, com a toma regular de medicação, se for o caso. E, não se esqueça: o futuro pode estar nas suas mãos!, avisa o especialista.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

SAL. USAR COM PRECAUÇÃO




Sal, o inimigo da saúde cardiovascular

O Lifestyle ao Minuto falou com o cardiologista e presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão sobre os riscos que o consumo excessivo de sal representa para a saúde.

No âmbito do 10º Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Globalcom, que começa hoje e se prolonga até ao dia 28 de fevereiro, o Lifestyle ao Minuto entrevistou o Prof. José Mesquita Bastos, cardiologista e presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão, sobre o consumo de sal e a saúde cardiovascular.

O especialista começa por explicar que “o sal por si só não é prejudicial, o seu consumo em excesso é que acarreta sérios problemas para a nossa saúde”. Isto porque “leva o organismo a reter mais líquidos e a aumentar de volume o que pode levar a um aumento da pressão arterial”.

Por outro lado, destaca o Prof. José Mesquita Bastos, “o sal actua sobre receptores específicos dos vasos, provocando a contracção dos mesmos e consequentemente aumento dos valores tensionais”.

Sublinha ainda que o consumo excessivo de sal está associado ao risco de AVC - pois “aumenta a pressão arterial, embora exista alguma evidência científica de que o sal, por si só, aumenta o risco de AVC” - , a uma maior incidência de enfarte agudo do miocárdio e tem uma acção directa e promotora de cancro de estômago.

Quanto há hipertensão explica que é “uma doença crónica sem sintomas aparentes na sua fase inicial que, aos poucos, vai afectando órgãos vitais do nosso organismo como o coração, cérebro, rins e estômago”.

A quantidade de sal recomendada pela OMS é de 5 gramas diários para um adulto, o correspondente a uma colher de chá. Acontece que, actualmente, o consumo diário dos portugueses, como destaca o especialista, situa-se praticamente no dobro do recomendado: cerca de 10,7 gramas.

“Até 2020 queremos que o consumo diário dos portugueses se situe abaixo das 10 gramas, sendo o ideal atingir esses 5 gramas. Todos os esforços da Sociedade Portuguesa de Hipertensão são focados neste grande objectivo”, destaca o Prof. José Mesquita Bastos.

E quais as melhores formas de conseguir reduzir o consumo de sal? Treinar o paladar para que consiga adaptar-se a novos sabores. Bastam cerca de “22 dias para nos adaptarmos ao novo sabor resultante da diminuição do teor de sal”, sublinha o especialista.

O cardiologista aconselha ainda a substituição do sal por ervas aromáticas, que deixam a comida muito saborosa – até porque o “deixam sentir o sabor natural dos alimentos, o que com o sal nem sempre é possível”.

Deve ainda evitar o consumo de “enlatados, produtos de charcutaria, snacks salgados, molhos já preparados, como o ketchup e a maionese, pois são produtos muito ricos em sódio e pobres em nutrientes”.

Usar uma colher de medida aquando da confecção das refeições é também uma excelente ajuda uma vez que evita a tendência de pôr ‘sal a olho’. Não levar o saleiro para a mesa é também uma dica fácil e eficaz.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Consumo de Sal e AVC

Transcrição:

Portugueses abusam muito do sal
24 Horas - 01-04-2010

Nós, os portugueses, temos o problema do sal. O português consome demasiado sal”. A preocupação é de Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, que considera o sal um dos principais inimigos no combate e prevenção do acidente vascular cerebral (AVC).

“A hipertensão arterial é um dos principais factores de risco para o aparecimento de um AVC. E o sal contribui para o problema”, explica ao 24horas o cardiologista. E o problema é grande: “É impressionante! É um problema de saúde pública. Morrem, em média, duas pessoas por hora com AVC”.

O especialista aponta o pão, a manteiga, o queijo, a fast-food a comida enlatada como as principais fontes do excesso de sal: “No pão a legislação está a caminhar no sentido da redução, mas nos enlatados ainda há muito sal”.

A causa do problema é antiga e tem a ver com a chegada tardia dos frigoríficos a Portugal. “Antigamente, os alimentos eram conservados com sal e habituámo-nos a esse sabor”, justifica. Mas há uma solução: “As nossas papilas gustativas habituam-se facilmente a alimentos que tenham menos sal”.

Exercício a sério

Menos sal, uma vida menos sedentária e nenhum tabaco são as chaves para evitar um AVC. O cardiologista Manuel Carrageta explica ainda que o exercício deve ser levado a sério como medida de prevenção: “Quando se deixa de praticar exercício, perde-se os benefícios em apenas alguns dias”.

Depois é preciso estar atento aos sinais: entorpecimento, formigueiro ou fraqueza na cara, braço ou perna, especialmente num dos lados do corpo, sensação de confusão, dificuldade em falar e compreender, dificuldades de visão, falta de equilíbrio e dor de cabeça forte sem causa aparente.

“O AVC é uma doença súbita, se lhe aparecer repentinamente um destes sintomas, ligue para o 112 imediatamente”, recomenda o médico.

Sobre o tema, sugere-se a leitura de:

Sal e a hipertensão
AVC mata
Como prevenir o AVC
Como reconhecer um AVC e actuar

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Sal e a hipertensão

O sal é um mineral composto por dois elementos principais: o sódio e o cloro, que se juntam formando o cloreto de sódio. Cinco por cento do sal recolhido do mar é utilizado para consumo humano. O restante vai para a indústria, servindo para fabricar papel, tecidos, cosméticos, tinturas, detergentes, remédios, etc.

O sal é necessário para manter a vida. O sódio tem funções nobres no organismo: contribuir para transmitir os impulsos nervosos do cérebro para todo o corpo, permitir a contracção muscular e participar da regulação do ritmo .

Como o sódio provoca hipertensão? A ingestão excessiva de sal faz aumentar a quantidade de sódio no sangue, mas o equilíbrio entre sódio e água no organismo tem que ser perfeito. Existindo mais sódio precisa haver mais água. Com o sódio aumentando no sangue, complicados mecanismos hormonais entram em acção para equilibrar as águas corporais. Se este equilíbrio não ocorrer, o organismo vai ter que tirar água de dentro das células, provocando desidratação e risco de morte.

Só que este aumento do volume de sangue por causa do aumento da quantidade de água (para diluir o sódio) faz aumentar a pressão dentro das artérias. Como as artérias e veias não podem deixar o sangue sair e inundar o nosso corpo, a quantidade aumentada de líquidos fica presa e aumenta a pressão dentro das artérias, provocando a hipertensão arterial. A pressão alta dentro das artérias vai machucando as suas paredes, que podem romper -se (derrame) ou entupir (enfarto).

O leite materno tem somente um “pinguinho” de sal. Porque a natureza sabe que o sódio é indispensável até para o bebé, mas sem excessos. Devemo-nos lembrar que o gosto pelo sal é adquirido. O bebé será um adulto com hipertensão, dependendo também do que ele aprender em relação à quantidade de sal que satisfizer seu paladar. E o gosto adquirido pelo sal vai depender do nosso cuidado com a quantidade de sódio que as crianças ingerem.

A Organização Mundial da Saúde determina que a quantidade máxima de sal que cada adulto deve comer por dia é igual a 5 gramas. Cinco gramas estão contidos em uma colher de chá. Cinco gramas de sal correspondem a aproximadamente 2,5 gramas de sódio.

No Brasil cada pessoa ingere em torno de 10 gramas de sal por dia, o dobro da quantidade recomendada. Se viver de sanduíches, batata frita, salgadinhos e comida industrializada, pode chegar a 20 gramas por dia, ou mais. Dez gramas de sal obrigam o organismo a reter 1 litro de água, todos os dias! Que aumenta o volume de sangue circulando, que obriga o coração a trabalhar com mais força, que aumenta a tensão arterial, e tudo o mais que a gente já sabe.

Assim como nós, humanos, temos sal em nosso organismo, todos os outros seres vivos também têm. A carne de vaca é naturalmente salgada, assim como a das aves e peixes. Por incrível que pareça, os vegetais também contêm sal, ainda que em menor quantidade. Existem duas atitudes que a gente pode começar a tomar a partir de agora: Eliminar o uso do saleiro. Ler as informações nutricionais dos produtos que compra.

O sal contido nos alimentos já é mais do que suficiente. Não é necessário acrescentar mais sal na comida.

Vamos proteger a vida?

Matéria de Educação para a Saúde. Permitida a divulgação desde que respeitada a fonte, sem alteração de forma e/ou conteúdo. Todos os direitos reservados.
Algumas informações fisiológicas estão simplificadas com a finalidade de facilitar o entendimento.
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Material recolhido de pps, recebido por e.mail.

Fernanda Ferreira (Ná)
Transcrito do blogue Sempre Jovens