Bem Vindos !

Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

sábado, 28 de dezembro de 2013

OS BENEFÍCIOS DO PIRI-PIRI




Quem coloca o piri-piri ou jindungo no dia-a-dia está levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, anti-inflamatório, xarope, vitaminas, benefícios que os povos primitivos descobriram há milhares de anos que agora estão sendo comprovados pela ciência.
O piri-piri ou jindungo faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado.
O piri-piri ou jindungo traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas..
Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto!
A substância química que dá ao piri piri ou jindungo o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.
No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina.
No piri-piri ou jindungo, é a capsaicina.
Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas – verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica!
O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica húmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo.
E tem mais: as substâncias picantes do piri-piri ou jindungo (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago.
Possuem efeito carminativo (antiflatulência).
Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente.
Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente acção antioxidante (antienvelhecimento) da capsaicina e piperina.
Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que o piri-piri ou jindungo, tanto do género piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (jindungo), tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios activos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular.

Também contém bioflavonoides, pigmentos vegetais que previnem o câncer. Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde.
Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.
Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem.
Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que o piri-piri ou jindungo não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão.

DOENÇAS QUE O PIRI-PIRI/JINDUNGO CURA E PREVINE

Baixa imunidade – O piri-piri ou jindungo tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à SIDA (aids) com resultados promissores.
Câncer – Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade. Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio ativo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais. Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago.
Depressão – A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado tb à melhora do ânimo em pessoas deprimidas.
Enxaqueca– Provoca a libertação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor.
Esquistossomose – A cubebina, extraída de um tipo de pimenta asiática, foi usada em uma substância semissintética por cientistas da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a doença em cobaias foi eliminada.
Feridas abertas – É antisséptica, analgésico, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado directamente sobre a pele machucada.
Gripes e resfriados – Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de um pequeno jindungo por dia, como se fosse uma pílula.
Hemorróidas – A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com piri-piri ou jindungo para uso tópico.
Infecções – O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.
Males do coração – O piri-piri ou jindungo caiena tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.. Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e activam a circulação arterial.
Obesidade – Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que o piri-piri ou jindungo derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termo génese  e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.
Pressão alta – Como tem propriedades vaso dilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial.
Fonte: Publicação de Manuel Dias no Forum Intemporal



domingo, 8 de dezembro de 2013

A agonia do colesterol





Nunca me convenci de que essa obsessão para abaixar o colesterol às custas de remédio aumentasse a longevidade de pessoas saudáveis.
Essa crença --que fez das estatinas o maior sucesso comercial da história da medicina-- tomou conta da cardiologia a partir de dois estudos observacionais: Seven Cities e Framingham, iniciados nos anos 1950.
Considerados tendenciosos por vários especialistas, o Seven Cities pretendeu demonstrar que os ataques cardíacos estariam ligados ao consumo de gordura animal, enquanto o Framingham concluiu que eles guardariam relação direta com o colesterol.
A partir dos anos 1980, o aparecimento das estatinas (drogas que reduzem os níveis de colesterol) abafou as vozes discordantes, e a classe médica foi tomada por um furor anticolesterol que contagiou a população. Hoje, todos se preocupam com os alimentos gordurosos e tratam com intimidade o "bom" (HDL) e o "mau" colesterol (LDL).
As diretrizes americanas publicadas em 2001 recomendavam manter o LDL abaixo de cem a qualquer preço. Ainda que fosse preciso quadruplicar a dose de estatina ou combiná-la com outras drogas, sem nenhuma evidência científica que justificasse tal conduta.
Apenas nos Estados Unidos, esse alvo absolutamente arbitrário fez o número de usuários de estatinas saltar de 13 milhões para 36 milhões. Nenhum estudo posterior, patrocinado ou não pela indústria, conseguiu demonstrar que essa estratégia fez cair a mortalidade por doença cardiovascular.
Cardiologistas radicais foram mais longe: o LDL deveria ser mantido abaixo de 70, alvo inacessível a mortais como você e eu. Seríamos tantos os candidatos ao tratamento, que sairia mais barato acrescentar estatina ao suprimento de água domiciliar, conforme sugeriu um eminente professor americano.
Pois bem. Depois de cinco anos de análises dos estudos mais recentes, a American Heart Association e a American College of Cardiology, entidades sem fins lucrativos, mas que recebem auxílios generosos da indústria farmacêutica, atualizaram as diretrizes de 2001.
Pasme, leitor de inteligência mediana como eu. Segundo elas, os níveis de colesterol não interessam mais.
Portanto, se seu LDL é alto não fique aflito para reduzi-lo: o risco de sofrer ataque cardíaco ou derrame cerebral não será modificado. Em português mais claro, esqueça tudo o que foi dito nos últimos 30 anos.
A indústria não sofrerá prejuízos, no entanto: as estatinas devem até ampliar sua participação no mercado. Agora serão prescritas para a multidão daqueles com mais de 7,5% de chance de sofrer ataque cardíaco ou derrame cerebral nos dez anos seguintes, risco calculado a partir de uma fórmula nova que já recebe críticas dos especialistas.
Se reduzir os níveis de colesterol não confere proteção, por que insistir nas estatinas? Porque elas têm ações anti-inflamatórias e estabilizadoras das placas de aterosclerose, que podem dificultar o desprendimento de coágulos capazes de obstruir artérias menores.
O argumento é consistente, mas qual o custo-benefício?
Recém-publicado no "British Medical Journal", um artigo baseado nos mesmos estudos avaliados pelas diretrizes mostrou que naqueles com menos de 20% de risco em dez anos as estatinas não reduzem o número de mortes nem de eventos mais graves. Nesse grupo seria necessário tratar 140 pessoas para evitar um caso de infarto do miocárdio ou de derrame cerebral não fatais.
Ou seja, 139 tomarão inutilmente medicamentos caros que em até 20% dos casos podem provocar dores musculares, problemas gastrointestinais, distúrbios de sono e de memória e disfunção erétil.
A indicação de estatina no diabetes e para quem já sofreu ataque cardíaco, por enquanto, resiste às críticas.
Se você, leitor com boa saúde, toma remédio para o colesterol, converse com seu médico, mas esteja certo de que ele conhece a literatura e leu com espírito crítico as 32 páginas das novas diretrizes citadas nesta coluna.
Preste atenção: mais de 80% dos ataques cardíacos ocorrem por conta do cigarro, vida sedentária, obesidade, pressão alta e diabetes. Imaginar ser possível evitá-los sentado na poltrona, às custas de uma pílula para abaixar o colesterol, é pensamento mágico.

Drauzio Varella é médico cancerologista. Por 20 anos dirigiu o serviço de Imunologia do Hospital do Câncer. Foi um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil e do trabalho em presídios, ao qual se dedica ainda hoje. É autor do livro "Estação Carandiru" (Companhia das Letras). Escreve aos sábados, a cada duas semanas, na versão impressa de "Ilustrada".

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

TENDINITE

Segundo os médicos e  fisioterapeutas a  tendinite é resultado do excesso de repetições e esforço intenso, levando a lesão e inflamação de um tendão, tecido que liga o músculo ao osso.
Como resultado, o tendão perde a sua elasticidade, gerando dor intensa e falta de força muscular na área afetada.
É uma condição muito comum em pessoas que realizam movimentos repetitivos para desempenhar a sua função e em atletas que realizam o mesmo movimento diversas vezes durante os treinos.
Os locais mais afetados são o ombro, mãos, cotovelo, punho, quadril, joelhos e tornozelo. Além disso, geralmente ocorre no membro que possui mais força e é usado mais repetidamente.
As causas das Tendinites propriamente ditas são variadas, e podem estar associadas à presença de muitas condições ou doenças, incluindo:
 Esforço físico intenso ou repetido;
 Traumas mecânicos
 Infecções
 Doenças reumatológicas
 Doenças do sistema imunológico
 Distúrbios metabólicos Iatrogenia
 Processos degenerativos das articulações
 Neuropatias que induzam alterações musculares
Quanto mais rápida a tendinite for diagnosticada e tratada, mais cedo serão recuperadas a força e a flexibilidade dos tendões lesionados. 
A sintomatologia das tendinites pode ser bastante variada, incluindo dor e inchaço (edema) de intensidade variável, bem como graus variados de dificuldade de movimento e diminuição de força muscular.
Esta doença, com tratamento adequado, deveria ser curada entre 3 e 28 dias.
Não deixe a dor atrapalhar o seu dia a dia.
Consulte um ortopedista e não se descuide...

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

CANCRO PODE SER CURADO EM SEMANAS

Transcrição de vídeo e texto que o acompanhou

Todo Cancer Pode Ser Curado em Semanas Explica Dr Leonard Coldwell




A minha intenção ao postar este vídeo era chamar atenção para a indústria da doença, nessa nossa era de capitalismo avançado, e suscitar o debate acerca de alternativas tanto às terapias tradicionais do nosso sistema de saúde, como quanto a forma como se organiza a sociedade.

O discurso do médico entrevistado parece alinhado ao método da terapia Gerson, que se baseia no consumo de alimentos crús, mas que não é aceite pela comunidade científica, com certa razão. Que uma boa alimentação, livre de cancerígenos, agrotóxicos, conservantes, corantes, etc, contribua para a qualidade e expectativa de vida, parece razoável afirmar.

Mas de maneira alguma quero suscitar falsas esperanças com relação a cura do câncer ou a qualquer outra doença. Retirarei do ar caso o vídeo esteja a produzir esse efeito. Tem alguns equívocos óbvios na fala do médico, como alguém já comentou, por exemplo, sobre areia contida no sal arranhar artérias, o que não é possível posto que não é possível que a areia entre no sistema circulatório. Assista criticamente.

Um doc sobre a terapia Gerson, apresentando dois lados da história(talvez tenha em
português) :http://www.youtube.com/watch?v=DoUl7F...
WEBSITE: http://www.ihealthtube.com
FACEBOOK: http://www.facebook.com/ihealthtube

Dr. Leonard Coldwell afirma que todo câncer pode ser curado em 16 semanas. Dr. Coldwell declara como isso é possível neste vídeo. Ele recomenda usar curas naturais para câncer em oposição a tratamentos tradicionais para câncer

Ver, neste blog,  outros posts relacionados:

COLESTEROL, UM FANTASMA ???
CALDO VERDE EVITA O CANCRO!
O caldo verde - importante para a saúde!
Alimentos que rejuvenescem
Abóbora e seus benefícios
<Anona ou Fruta do Conde, propriedades anti-cancerígenas


NOTA: AVISO: Este blogue tem a intenção de facilitar aos visitantes informação que possa ser útil para tratar da saúde, quer evitando doenças quer tratando-as na medida em que for possível, com produtos naturais. Mas chama-se a atenção para o facto de nem tudo o que é publicado na Internet merecer crédito. Por isso convém não ser ingénuo. Em caso de doença não devem deixar de ir ao médico, embora possam consumir produtos naturais que possam ajudar a cura.
No vídeo aqui apresentado, embora haja elementos de valor indiscutível, há outros polémicos. Quanto a estes, convém tomar precauções, mas respostas às dúvidas não podem vir de médios condicionados pelo sistema oficial que está vocacionado para o jogo de interesses da indústria químico-farmacêutica.

domingo, 24 de novembro de 2013

Frutos secos aumentam esperança de vida

 
 
Comer frutos secos durante o dia, como, por exemplo, nozes, amêndoas, avelãs, castanhas e amendoins, reduz em 20% o risco de morrer devido a doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e até cancro. As conclusões são de um estudo levado a cabo pela Universidade de Harvard, segundo o qual o consumo de sementes oleaginosas aumenta a esperança de vida.
 
A investigação, agora publicada no The New England Journal of Medicien, já decorria há 30 anos e teve por base cerca de 120.000 pessoas, divididas em dois grupos, consoante a quantidade de frutos secos e sementes oleaginosas que comiam durante o dia. De um lado ficaram aquelas que nunca ou raramente consumiam frutos sexos e, do outro, aquelas que o faziam regularmente ou até todos os dias.
 
Aquelas que optaram pelo consumo recorrente de frutos secos no dia-a-dia revelaram uma maior esperança de vida e menos problemas de saúde, evidenciando os benefícios destes alimentos. "Em todas as análises, as pessoas que comeram mais nozes foram aquelas  que apresentaram menor probabilidade de sofrer patologias fatais durante todo o acompanhamento que foi feito ao longo de 30 anos", refere Ying Bao, líder da investigação, em comunicado.
 
Segundo o mesmo, aqueles que comem frutos secos uma vez por semana apresentaram uma redução de 7% no risco de doenças, duas vezes por semana 13% a menos, cinco a seis vezes 15% e sete ou mais vezes 20% de menor probabilidade de morte.
 
O estudo vem, assim, comprovar a riqueza de nutrientes presente nos frutos secos e reforçar o seu estatuto de alimento recorrente no regime alimentar de cada um.  Além de ricos em vitamina E, os mesmos contêm inúmeras proteínas, fibras, cobre, cálcio e manganésio. Por outro lado, têm também uma grande quantidade de óleo ómega 3. O único contra está, no entanto, no elevado valor calórico.
 
Os autores do estudo fazem notar que o mesmo não prova definitiva a causa-efeito dos frutos secos na mortalidade do Homem, avançando, contudo, que há "bastantes dados de ensaios clínicos e outras observações, capazes de suportar os benefícios do consumo de frutos secos para a saúde e inúmeras doenças crónicas". Em 2003, aliás, a própria Food and Drug Administration, nos EUA, declarou que o consumo diário de 42 gramas de frutos secos podia "reduzir o risco de doenças cardiovasculares".

Saiba mais AQUI.
 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

TRUQUES ESPECTACULARES PARA O CORPO


- Se tem comichão na garganta, coce o ouvido. Quando os nervos no ouvido são estimulados, causam um reflexo na garganta, criando um espasmo muscular, que por sua vez, alivia a comichão.

- Tem dificuldade em ouvir alguém numa festa ou ao telefone. Utilize o ouvido direito; é mais eficaz a detectar o discurso rápido. Por outro lado, o esquerdo é melhor a detectar tons musicais.

- A próxima vez que lhe derem uma injecção, TUSSA enquanto a agulha estiver a entrar. A tosse aumenta a pressão no canal medular, que restringe a sensação de dor à medida que tenta percorrer a distância até ao cérebro.

- Desobstrua o nariz entupido ou alivie a pressão causada pela sinusite empurrando a língua contra o céu-da-boca e de seguida comprimindo um dedo entre as sobrancelhas. Repita durante 20 segundos – provoca a oscilação do osso vómer, que alivia a congestão.

- Se comeu muito numa refeição e se sente enfartado ao adormecer deite-se do lado esquerdo. Evitará o refluxo ácido já que mantem o estomago a um nível mais baixo do esófago.

- Poderá parar uma dor de dentes esfregando gelo na parte posterior da mão, na zona entre o polegar e o indicativo. Os nervos aí situados estimulam uma parte do cérebro que bloqueia os sinais de dor da boca.

- Se bebeu demais e fica tonto, coloque a mão nalguma coisa estável. Porquê: o álcool dilui o sangue na parte do ouvido chamada cúpula, que regula o equilíbrio. Ao colocar a mão em algo estável, dá ao cérebro um outro ponto de referência,ajudando assim a “tontura”.

- Pare a hemorragia do nariz colocando algodão nas gengivas superiores mesmo por detrás da pequena cavidade por baixo do nariz e pressione com firmeza. A maior parte da hemorragia provém da parede cartilaginosa que divide o nariz.

- Nervoso? Diminua a frequência cardíaca soprando no polegar. O nervo vago (ou pneumogástrico) controla a frequência cardíaca, sendo possível diminui-la através da respiração.

- Se a sua mão ficar dormente, abane a cabeça de um lado para o outro. Deixará de estar dormente em menos de um minuto. A mão fica dormente porque os nervos do pescoço comprimem-se. Se o pé ficar dormente, trata-se dos nervos na parte inferior do corpo, sendo necessário levantar-se e andar um pouco.

- Tem soluços? Pressione o polegar e indicador sobre as sobrancelhas até estes passarem - normalmente, em pouco tempo.

domingo, 10 de novembro de 2013

Cientistas descobrem melhor hora para beber café

Cientistas descobrem melhor hora para beber café
Há uma hora do dia em que beber café é mais prudente e eficaz. Quem o diz é uma equipa de neuro-cientistas da Universidade Militar de Ciências da Saúde, em Bethesda, no estado de Maryland, nos EUA, que apontam o período entre as 9h30 e as 11h30 como o mais indicado para o consumo de cafeína.
 
Contrariamente ao que se pensava, uma chávena de café forte logo pela manhã não é a melhor forma de ganhar energia para um dia de produtividade. Esperar umas horas é o mais acertado para aqueles que querem tirar maior partido da dose de cafeína. A explicação está no modo como a cafeína interagem com uma hormona chave - chamada cortisol - que ajuda o corpo a regular o seu relógio biológico, promovendo, inclusive, a capacidade de se estar alerta.
 
Ao acordar, os níveis de cortisol começam a aumentar, atingindo o seu pico cerca de uma ou duas mais tarde. Steven Miller, líder da investigação, revela que a melhor altura para beber café é, precisamente, a seguir a este pico, uma vez que a cafeína vai estimular a produção de cortisol.
 
No seu blogue profissional, o especialista refere que o consumo de café enquanto os níveis desta hormona estão com os valores mais altos faz com que as pessoas desenvolvam uma tolerância à cafeína e que se sinta necessidade de uma dose extra de café para conseguir o efeito pretendido.
 
Para chegar a estes resultados, Miller analisou a variação de cortisol ao longo do dia, sabendo que esta hormona é produzida em maior quantidade em alturas de stress, ajudando a converter a energia em glicose, para posterior uso das células do corpo.
 
No entanto, o cientista avança que o pico de cortisol, durante a manhã, não é o único do dia, havendo outras alturas em que esta hormona atinge níveis máximos e após os quais se recomenda o consumo de café. São elas: entre as 12h e as 13h e entre as 17h30 e as 18h30.

Saiba mais AQUI no blogue do principal autor do estudo, o neuro-cientista Steven Miller.

sábado, 9 de novembro de 2013

O inimigo do colesterol, convida! Experimente!




A laranja dentro do feijão.
Se não cozinha passe a dica para quem o faz, porque só fará bem à saúde de quem come.

Se tiver de fazer uma feijoada siga este conselho:
Coloque uma laranja inteira e não descascada (lavada) na feijoada junto com as carnes.
Realmente funciona, até parece milagre, a gordura fica toda dentro da laranja, basta cortá-la para ter a confirmação.
A laranja não modifica em nada o gosto da feijoada que fica super light.
Experimente com um pedaço de linguiça. Ferva a água, fure a linguiça com um garfo, coloque a laranja na panela e depois a linguiça.
Comprove, em 5 minutos a gordura está toda dentro da laranja.
Depois frite a linguiça e veja como está deliciosa e a panela sem gordura.
Isso poderá servir para alguém, é por isso que transmito o que aprendi.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

DOENÇA CELÍACA



A doença celíaca é causada pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, cevada, centeio, aveia e malte, cereais muito utilizados na composição de alimentos e bebidas como massas, pizzas, bolachas, bolos, pães, cerveja, e uísque.

Para os portadores da doença, o glúten agride e danifica as vilosidades do intestino, prejudicando a absorção de nutrientes, vitaminas, sais minerais e água. Seus sintomas variam bastante dependendo do grau de intolerância e podem incluir baixa estatura, diarréia recorrente, flatulência, vômitos, perda de peso, inchaço nas pernas, anemias, alterações na pele, fraqueza das unhas, queda de pêlos, alterações no ciclo menstrual e diminuição da fertilidade.

Normalmente se manifesta em crianças com até um ano de idade, porém, em alguns casos, ocorre na idade adulta. Como a doença pode se apresentar de diversas formas e em diferentes graus de intensidade, o diagnóstico muitas vezes passa desapercebido e tem um impacto importante na saúde e qualidade de vida dos portadores.


A melhor maneira de saber se você ou alguém da sua família apresenta essa condição é através do diagnóstico médico. Consulte um gastroenterologista
boasaude.com

COENTROS PARA A SAÚDE


Transcrição de texto recebido por e-mail, que confirma várias referências constantes neste blogue Tentar para crer!

Coma coentros e largue os antibióticos.

Em tempos de crise, os coentros podem ser baratos, tratar doenças e..., já agora, dar um sabor especial à comida. Eis um estudo com assinatura portuguesa.

Use e abuse dos coentros na cozinha. Esta erva aromática, usada quer na cozinha, quer em fármacos, pode ajudar a prevenir doenças transmitidas por alimentos e, vai ao ponto de tratar infecções resistentes aos antibióticos. Ou seja, um estudo da Universidade da Beira Interior, publicado no «Journal of Medical Microbiology» chegou à conclusão de que: o óleo de coentros é tóxico para uma ampla gama de bactérias nocivas.

O efeito do óleo de coentros foi testado em 12 estirpes de bactérias, entre as quais a E.coli (que andou nas bocas do mundo nos últimos meses); a Salmonella entérica e a Bacillus cereus. Todas elas mostraram uma redução do crescimento, sendo que a maioria delas foi eliminada por soluções que continham até 1,6 por cento de óleo de coentros. Apenas duas resisitiram ao efeito bactericida desta solução.

Fernanda Domingues, responsável pela investigação, explicou, como funciona o óleo dos coentros: - «Os resultados indicam que o óleo de coentros danifica a membrana que envolve a célula bacteriana. Isso interrompe a barreira entre a célula e o seu meio ambiente e inibe os processos essenciais, incluindo a respiração, o que acaba por conduzir a célula bacteriana à morte».

Fernanda Domingues, Filomena Silva, Susana Ferreira, e João Queiroz deixam, assim, uma dica. «O óleo de coentros pode ser uma alternativa natural aos antibióticos comuns, já que pode ser usado como medicamento na forma de loções, anti-sépticos orais e até mesmo comprimidos para combater infecções bacterianas multi-resistentes que, de outra forma, não poderiam ser tratadas».

E não é só a indústria farmacêutica que pode «lucrar» com os coentros. Também a indústria alimentar e médica, já que «anualmente, nos países desenvolvidos, cerca de 30 por cento da população sofre de doenças transmitidas por alimentos. Esta pesquisa incentiva o desenvolvimento de novos aditivos alimentares.»

Universidade da Beira Interior

Imagem do Google

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

PREVENÇÃO NATURAL DA GRIPE A (H1N1)


O Dr. Vinay Goyal, especialista em Medicina de urgências reconhecido mundialmente, diretor de um Departamento de Medicina nuclear, tireóidica e cardíaca pede para você divulgar a mensagem abaixo para o maior número de pessoas possível, a fim de contribuir para minimizar o número de casos da gripe A, causada pelo vírus H1N1.

"As únicas vias de acesso para o vírus da gripe são as narinas, a boca e a garganta. Em relação a esta epidemia tão vastamente propagada, apesar de todas as de precauções, é praticamente impossível não estar em contato com portadores do vírus que a promove. Contudo, alerto para o seguinte: o problema real não é tanto o contato com o vírus, mas a sua proliferação. Enquanto estamos em boa saúde e não apresentamos sintomas de infecção da gripe A (H1N1), há precauções a serem tomadas para evitar a proliferação do vírus, o agravamento dos sintomas e o desenvolvimento das infecções secundárias. Infelizmente, estas precauções, relativamente simples, não são divulgadas suficientemente na maior parte das comunicações oficiais (porque será? Por ser barato demais e não haver lucros?).

Eis algumas precauções:

1. Como mencionado na maior parte das publicidades, lave as mãos frequentemente.

2. Evite, na medida do possível, tocar no rosto com as mãos.

3. Duas vezes por dia, sobretudo quando esteve em contato com outras pessoas, ou quando chegar em casa, faça gargarejos com água morna contendo sal de cozinha.
Decorrem normalmente 2 a 3 dias entre o momento em que a garganta e as narinas são infectadas e o aparecimento dos sintomas. Os gargarejos feitos regularmente podem prevenir a proliferação do vírus. De certa maneira, os gargarrejos com água salgada têm o mesmo efeito, numa pessoa em estado saudável, que a vacina sobre uma pessoa infectada. Não devemos subestimar este método preventivo simples, barato e eficaz. Os vírus não suportam a água morna contendo sais.

4. Ao menos uma vez por dia, à noite, por exemplo, limpe as narinas com a água morna e sal. Assoe-se com vigor, e, em seguida, com um cotonete para ouvidos (ou um pouco de algodão) mergulhado numa solução de água morna com sal, passe nas duas narinas. Este é um outro método eficaz para diminuir a propagação do vírus.
O uso de potes nasais para limpeza das narinas, contendo água morna e sal de cozinha, é um excelente método para retirar as impurezas que albergam os vírus e bactérias; trata-se de um costume milenar, da India.

5. Reforçe o seu sistema imune comendo alimentos ricos em vitamina C. Se a vitamina C for tomada sob a forma de pastilhas ou comprimidos, assegure-se de que contem Zinco, a fim de acelerar a absorção da vit. C.

6. Beba tanto quanto possível bebidas quentes (chás, café, infusões etc.). As bebidas quentes limpam os vírus que podem se encontrar depositados na garganta e em seguida depositam-nos no estômago onde não podem sobreviver, devido o pH local ser ácido, o que evita a sua proliferação."

Imagem de arquivo