quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A SAÙDE E A ALIMENTAÇÃO

Têm surgido neste blog comentários, talvez de médicos ou seus amigos a levantar dúvidas sobre artigos aqui publicados e aconselhando a não os seguir sem pedir opinião de médico. Aceitar essas dúvidas ou aceitar o que aqui é transcrito fica a cargo de cada um.
Mas os medicamentos surgiram com base em produtos naturais, com o inconveniente de estes serem industrializados com adição de produtos químicos, o que lhes traz perigo de efeitos colaterais e de interferência de outros remédios.
Li há dias que no mundo morrem milhares de pessoas devido a medicamentos.
Por outro lado, grande parte dos médicos têm benefício em receitar e mandar fazer exames, transformando os doentes numa ferramenta do seu próprio enriquecimento. Estou num lar de idosos que é apoiado por um médico e a sua esposa, médica, todos os dias úteis. Estão de más relações comigo por me recusar a obedecer às suas imposições, sem necessidade.
Perguntei a um médico amigo se o doente é obrigado a obedecer a ordens do médico e ele respondeu: o médico não dá ordens, dá conselhos e sugere tratamentos ou actos clínicos que julga convenientes mas o doente só aceita o que entende e não é obrigado a obedecer. 
A própria indústria farmacêutica tem retirado do mercado medicamentos que curavam a doença em poucos dias e a substituí-los por outros que apenas atenuam a doença e têm que ser tomados continuamente por muito tempo. Enfim, transformam uma doença de cura rápida numa doença crónica para perpetuarem o negócio. Essa indústria premeia monetariamente os médicos que lhes dão mais negócio, tal como fazem os laboratórios de exames.
A realidade mostra que a nossa saúde depende daquilo que comemos e bebemos, além de comportamento adequado, pelo que devemos ter muito cuidado com a alimentação. É para ajudar nesse comportamento que este blog contém  muitas centenas de dicas consideradas úteis para os visitantes e que são transcritas de publicações fiáveis e sem interesse publicitário.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

TENSÃO ARTERIAL. COMO A BAIXAR

Pressão arterial alta? Diga não a este alimento e reduza o risco
181002 Por Liliana Lopes Monteiro

Os sintomas associados à pressão arterial afectam 26,9% dos portugueses. De modo a reduzir naturalmente o risco, faça estas alterações na sua dieta e estilo de vida.

© iStock

Índices de tensão arterial elevados podem aumentar perigosamente o risco de incidência de ataques cardíacos e de enfarte.

Existem inúmeras atitudes capazes de aliviar os sintomas, incluindo a adopção de alterações saudáveis no estilo de vida e na alimentação.

Várias pesquisas já demonstraram que reduzir o consumo de açúcar é uma das melhores formas de diminuir a pressão arterial.

A associação britânica dedicada à prevenção da hipertensão Blood pressure UK, explica que consumir demasiado açúcar pode provocar a ocorrência do problema.
O website da associação avisa: “Comer demasiado açúcar pode provocar o aumento de peso, o que por sua vez aumenta o risco de pressão arterial”.

“Os alimentos com alto teor de açúcar são igualmente ricos em calorias, mas frequentemente são pobres em nutrientes, o que pode levar a um pico súbito de energia seguido por uma sensação de apatia”.
“O que poderá fazer com que os indivíduos se sintam moles e preguiçosos, aumentando por sua vez o desejo de consumir ainda mais alimentos ricos em açúcar, elevando assim a probabilidade de aumento de peso”, pode ler-se na página online.

“Existem inúmeras provas científicas que os açúcares – componentes absorvidos e digeridos rapidamente pelo corpo – podem causar o aumento repentino dos níveis de açúcar e de insulina, o que a longo prazo é prejudicial para a saúde, e está associado a doenças como a diabetes e a patologias cardiovasculares”.

Mas como pode reduzir o consumo de açúcar?

Eis cinco dicas fáceis que pode e deve seguir:

1. Evite comer alimentos processados;
2. Não beba refrigerantes e sumos de fruta;
3. Opte por alimentos integrais;
4. Opte pelos pratos mais saudáveis quando come fora de casa;
5. Ingira mais fibra (nutriente presente sobretudo nos vegetais e na fruta).

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

ASPIRINA DIÁRIA TEM RISCO

Tomar aspirina pode fazer mais mal do que bem...
180917. Por Liliana Lopes Monteiro

Uma nova pesquisa, apurou que ingerir diariamente a medicação anticoagulante apresenta benefícios limitados para a população mais idosa.

Tomar uma aspirina por dia não mantém o médico à distância – e pode afinal representar uma ameaça para a saúde, sugere aquele estudo.

Ingerir diariamente uma dose do fármaco anticoagulante têm benefícios limitados, diz a pesquisa que teve como amostra 19,114 participantes.

Consumir aspirina não reduziu significativamente o risco de ataque cardíaco, de enfarte ou de demência entre adultos saudáveis com mais de 70 anos.

Todavia, a droga foi associada a um aumento do risco significativo de ocorrência de hemorragias internas.

O professor John McNeil, da Universidade de Monash, na Austrália, disse: “Tal significa que milhões de idosos saudáveis em todo o mundo que tomam aspirina regularmente, e sem um motivo médico, podem estar a fazê-lo desnecessariamente”.

Cerca de metade dos participantes no ensaio clínico tomaram 100 miligramas de aspirina diariamente e a outra metade consumiu um placebo. Ambos os grupos foram seguidos durante um período de cinco anos.

Entre os que tomaram aspirina, 3,8% apresentou sérios problemas hemorrágicos, comparativamente a 2,8% dos indivíduos aos quais foi administrado um placebo. Mais ainda, 5,9% dos participantes que tomaram aspirina faleceram, relativamente a 5,0% dos que não ingeriram aquela medicação.

NOTA:
UM amigo apareceu com um derrame numa vista. O oftalmologista disse-lhe que não se preocupasse porque isso ia desaparecer. O cardiologista disse-lhe que parasse de tomar a aspirina 100 até a vista ficar limpa e que a seguir apenas a devia tomar em três dias da semana. A dosagem do medicamento devia ser apenas de 75 e não de 100
Já parei de a tomar. Escolho o risco menor.