Bem Vindos !

Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

domingo, 21 de maio de 2017

quarta-feira, 17 de maio de 2017

FALTA VITAMINAS D e K E O PERIGO DE HIPERTENSÃO

A falta destas duas vitaminas aumenta o risco de hipertensão https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/795446/a-falta-destas-duas-vitaminas-aumenta-o-risco-de-hipertensao 170517. POR DANIELA COSTA TEIXEIRAbr />
A ingestão de couves ou vegetais de folha verde pode prevenir males maiores.

Na hora de zelar pela saúde do coração, há um aspeto que importa cada vez mais ter em conta: a alimentação. Aquilo que comemos diariamente tem um impacto direto (para bem e para o mal) na saúde em geral e em particular na saúde do coração.

Enquanto alguns alimentos se assumem como inimigos da saúde cardiovascular (como é o caso de todos os que têm grandes quantidades de sódio, gorduras saturadas, gorduras trans ou açúcar), outros não só conseguem remediar males maiores como podem mesmo assumir a postura de escudos protetores (incluindo-se aqui algumas sementes, vegetais e ainda gorduras saudáveis como o azeite e o abacate).

Seguir uma alimentação saudável é o requisito mínimo para uma boa saúde cardiovascular, mas há que prestar uma especial atenção à presença de duas vitaminas: a D e a K. Diz um recente estudo da Universidade Livre de Amesterdão que a carência destes dois micronutrientes pode desencadear o aumento de riscos cardiovasculares, mais concretamente de hipertensão (uma das condições que está na origem de um vasto leque de problemas cardíacos).

Conta o Buena Vida do jornal As que os cientistas notaram uma ligação direta entre os baixos níveis de vitamina D (micronutriente que facilita a absorção do cálcio e que está presente nos ovos, no salmão e na exposição solar, por exemplo) e de vitamina K (couve-de-bruxelas, espargo, couve-flor, repolho, caril e pimento) estão diretamente ligados à hipertensão depois de terem analisado os níveis de pressão arterial de pessoas entre os 55 e os 65 anos. Na pratica, adianta a publicação, a escassez destas duas vitaminas levou a que 62% dos participantes fosse diagnosticado com hipertensão no espaço de seis anos.

HIPERTENSÃO FACTOR DE AVC


Hipertensão... uma porta aberta para o AVC

https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/795304/hipertensao-uma-porta-aberta-para-o-avc
170517. Por Notícias ao Minuto

Hoje, 17 de maio, assinala-se o Dia Mundial da Hipertensão, um importante fator de risco para o AVC.

No âmbito do Dia Mundial da Hipertensão, que se assinala anualmente a 17 de maio, a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral alerta para a importância da hipertensão arterial (HTA) como fator de risco para o Acidente Vascular Cerebral (AVC) através deste artigo escrito pelo Dr. Jorge Poço, coordenador da Unidade de AVC da Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNE) e membro da Sociedade Portuguesa do AVC.

A HTA, definida de uma forma sucinta como a presença de valores de Pressão Arterial (PA) sistólica (vulgarmente conhecida por máxima) iguais ou superiores a 140 mmHg e/ou PA diastólica (conhecida por mínima) iguais ou superiores a 90 mmHg é, de facto, um fator de risco presente em 30 a 45% da população em geral, aumentando progressivamente nas populações mais idosas, que são uma ‘fatia’ importante das sociedades ocidentais.

Sabe-se que muitos dos doentes hipertensos, mesmo que medicados, mantêm valores acima do desejável. Estes valores elevados, poderão levar ao aparecimento de lesões em vários órgãos do corpo humano, entre os quais o cérebro, podendo surgir assim a mais temível das complicações: o Acidente Vascular Cerebral (AVC), que continua a ser a principal causa de morte e de incapacidade crónica em Portugal.

Sendo a hipertensão arterial (HTA) o principal fator de risco suscetível de intervenção na prevenção do AVC é, portanto, fundamental insistir em alguns pontos fundamentais:

• Se indicado, deve-se tomar regularmente a medicação, não caindo no erro frequente de deixar de a tomar porque as "tensões têm andado bem!".
• A responsabilidade deverá começar nas pessoas, através de uma cultura de vida adequada, principalmente através de hábitos alimentares saudáveis (com redução do consumo de sal) e prática regular de exercício físico;
• É prioritário fazer o diagnóstico, o tratamento e o controlo da HTA, sendo que neste processo é fundamental a atuação do seu médico e enfermeiro de família (para aconselhamento, vigilância, deteção e tratamento). Para tal deve-se recorrer aos cuidados de saúde, para que estes profissionais possam ajudar;
• Não se pode desvalorizar os valores elevados que possam surgir nas avaliações feitas em casa e que muitas vezes são justificados por poder estar "nervoso" ou "ansioso".

Sabendo-se que, através destes mecanismos, se consegue uma redução de até 40% de AVCs, estão aqui os argumentos mais que suficientes para nos fazer pensar duas vezes ou mais!

Os benefícios no tratamento e controlo da hipertensão arterial são para si e para quem o ama. Em caso de AVC, os que o rodeiam também sofrerão!

Para terminar, insiste-se na importância da redução do consumo de sal, a prática de exercício físico e a vigilância dos valores da pressão arterial, com a toma regular de medicação, se for o caso. E, não se esqueça: o futuro pode estar nas suas mãos!, avisa o especialista.

sábado, 13 de maio de 2017

SINAIS DA IDADE



As 20 situações que nos fazem sentir velhos
Extraído do artigo de Vânia Marinho.

A partir do 40 anos, certas situações podem fazer com que nos alarmemos em relação ao avançar da idade.

Um questionário realizado a dois mil adultos descobriu que geralmente começamo-nos a sentir a envelhecer aos 40 anos.

A partir desta idade, situações como perder as chaves ou encontrar cabelos brancos têm um especial impacto fazendo com que nos sintamos velhos.

Segundo o que este estudo apurou e o Mirror reportou, podemos confirmar as seguintes 20 situações que nos fazem sentir velhos:

1.- Notar rugas no rosto,
2.- Perceber que a sua visão já não é tão boa como costumava ser,
3.- Perceber que a sua audição já não é tão boa como costumava ser,
4.- Sentir que a sua imagem está mais velha,
5.- Notar que os ossos fazem barulho quando se senta e levanta,
6.- Encontrar cabelos brancos,
7.- Entrar numa divisão e não se lembrar do que é que lá foi fazer,
8.- Ter dificuldade em baixar-se para brincar com os seus filhos,
9.- Começar a usar a frase "Quando eu era novo",
10.- Ter de parar de fazer certos desportos porque é demasiado lento e se sente cansado,
11.- Notar que está a perder cabelo,
12.- Não se lembrar de onde estacionou o carro,
13.- Procurar os óculos sem perceber que os tem na cara,
14.- Sentir-se demasiado cansado para fazer sexo,
15.- Esquecer-se temporariamente do nome do seu filho,
16. -Começar a ir de carro para sítios para onde costumava ir a pé ou de bicicleta,
17.- Perder as chaves,
18.- Usar meias com sandálias,
19.- Desenvolver o gosto por xerez,
20.- Começar a fazer o truque da moeda atrás da orelha às crianças.

Mas não devemos deixar-nos arrastar por tais preocupações, mas procurar manter a vivacidade com interesse pelo que se passa em redor e no Mundo e tentar aprender mais, a fim de manter o cérebro activo, para não perder completamente a JUVENTUDE.

CUIDADOS COM OS SINAIS NA PELE

Transcrição:

Guia para perceber se um sinal pode ser maligno
Por Vânia Marinho e Lusa

Conheça os cinco sinais que ajudam os especialistas - e que o podem ajudar a si – a detetar se um sinal na pele pode ser canceroso.

À medida que os anos vão passando e que a nossa pele também vai envelhecendo, começam a aparecer sinais de uma forma quase misteriosa.
Podem surgir em várias formas, cores e tamanhos, mas enquanto muitos são inofensivos, alguns podem não ser.

O cancro da pele é a segunda forma mais comum da doença em pessoas com menos de 50 anos. Os especialistas alertam que a percentagem de diagnósticos precoces podia ser muito mais alta.

O melanoma é o tipo de cancro da pele mais grave, mas também um dos cancros mais tratáveis. Para conseguir perceber se um sinal é motivo de preocupação e deve ser visto por um médico há cinco sinais a que deve estar atento:

1. À assimetria do sinal, ou seja se o sinal tem uma forma irregular;

2. Aos limites do sinal. Se o sinal não é perfeitamente redondo e as suas margens são irregulares;

3. Às mudanças de cor. Se um sinal muda de cor ou tem uma cor diferente em algumas partes, deve pedir ao seu médico de família ou dermatologista que o analise;

4. Ao diâmetro. Qualquer aumento no tamanho do sinal, em particular se for de mais de seis milímetros, deve ser registado e analisado por um especialista;

5. Aos relevos. Se o sinal ficar com uma elevação irregular, deve pedir que o seu médico o analise para confirmar se está tudo bem.

Abaixo pode ver um pequeno vídeo com uma animação em inglês que destaca estes sinais:
[Vídeo]
https://youtu.be/Qww4riEyl2w