Bem Vindos !

Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

domingo, 5 de agosto de 2018

PENSAMENTOS CURAM

“Pensamentos curam mais do que remédios”, diz o cientista revolucionário Bruce Lipton
Transcrito de «Por Pensar Contemporâneo». 180805


 Bruce Lipton, biólogo celular americano de 70 anos, causou uma pequena revolução no mundo científico após o lançamento de seu livro “A Biologia da Crença“, em 2006, que foi declarado mais tarde como um dos melhores livros científicos e que abordava os conceitos de ciência e espírito.

Bruce Lipton levantou o seguinte: o que condiciona um organismo vivo é seu “ambiente” físico e energético, e não sua carga genética, como afirma a síntese evolutiva moderna e que os seres humanos, como organismos vivos, não eram determinados por seus genes, mas condicionados pelo meio ambiente e acima de tudo por causa de suas crenças, o que os convertia em donos absolutos de seu destino.

Para explicar, Lipton coloca o seguinte exemplo: “fizeram-nos crer que o corpo é uma máquina bioquímica controlada por genes sobre os quais não pode exercer qualquer autoridade. Isso implica que somos vítimas de uma situação. Nós não escolhemos esses genes, nós os recebemos no nascimento e eles programam o que vai acontecer.

Eu já trabalhei com células nos anos 60 e fui pioneiro porque naquela época havia muito poucas pessoas trabalhando nisso. E um experimento que fiz naquele tempo mudou a ideia que eu tinha do mundo. Eu peguei três grupos de células e coloquei em três pratos, e mudei o meio de crescimento e os componentes ambientais em cada um deles. Então verifiquei que em uma das placas se formou o osso, em outro músculo e, em outro, em células liposas. O que controlava o destino de cada uma delas se fossem geneticamente idênticas? Isso mostra que os genes não controlam tudo, é o ambiente. O ser humano é quem controla, dependendo de como ele lê o ambiente, como sua mente o percebe. A conclusão é que não somos limitados pelos nossos genes, mas pela nossa percepção e nossas crenças.

“Quando você acredita que os genes controlam sua vida, você tem uma desculpa para se considerar uma vítima. Existem doenças que, de fato, são causadas por um gene, mas essas doenças equivalem a menos de 2% do desconforto sofrido pela população mundial.

A maioria das pessoas vem a este mundo com genes que lhes permitam viver uma vida feliz e saudável. As doenças mais comuns atualmente, como diabetes, problemas cardíacos e câncer, são o resultado da interação entre múltiplos genes e especialmente fatores ambientais e não são o resultado de um único gene como foi mantido. É por isso que se acredita que a maioria das doenças tem uma causa genética ou hereditária e que, portanto, não podemos fazer nada para nos defender delas ou para curá-las.

As pessoas vivem com medo constante, aguardando o dia em que seus genes vão agir contra elas e adoecem mortalmente. Câncer é um bom exemplo disso “, acrescenta.

Os remédios, uma farsa

O cientista dedicou parte de seu livro para defender um novo tipo de medicamento, que leva em conta o poder da energia e sua capacidade de curar. “Eles nos dão remédios para a doença, mas na maioria das vezes causam mais problemas do que benefícios”.

A medicina baseada na farmacologia não compreende como toda a bioquímica do organismo está interrelacionada. Quando tomo uma pílula química e a insiro em meu corpo, ela não afeta apenas o lugar onde tenho o problema, mas afeta muitas outras coisas ao mesmo tempo. Estes são os chamados “efeitos colaterais”. Mas, na realidade, esses efeitos não são secundários, mas diretos.

De acordo com estatísticas recentes dos EUA, as drogas matam mais de 300.000 pessoas todos os anos! Há algo que não funciona na ciência médica. Ela faz algumas coisas bem, como traumatologia, mas está matando muito mais pessoas do que ajuda.”

Bruce Lipton acrescenta em seu livro que “se você olhar dentro do átomo, existem elétrons, prótons, nêutrons”. E o que tem dentro? Energia. A ciência mais recente indica que o corpo responde à física quântica, não à newtoniana. A mente é energia. Quando você pensa, você transmite energia; e os pensamentos são mais poderosos que a química. Isso, é claro, é muito inconveniente para as empresas farmacêuticas globais, porque, se esse postulado fosse aceito, não poderiam vender seus produtos.

As próprias crenças se tornam um campo de energia, uma transmissão, e isso é transformado em um sinal que é capaz de mudar o organismo. Afinal, era assim que a cura funcionava antes do desenvolvimento da medicina. Pessoas curadas com xamãs, com as mãos … mas isso não pode vender e é por isso que as empresas farmacêuticas não querem ir por esse caminho. Eles sabem que o pensamento positivo, o placebo, pode curar e também que o pensamento negativo pode matar. Se o médico lhe disser que você tem câncer, mesmo se você não tenha, se você acredita, você irá criar a química que causará o câncer”.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

HABILIDADES PARA TER SAÚDE E SUCESSO

Cinco factores determinantes para ter saúde e sucesso (segundo a ciência) https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1055953/cinco-fatores-determinantes-para-ter-saude-e-sucesso- 180727Por Liliana Lopes Monteiro

Afinal, qual é o segredo para uma vida plena e bem sucedida?

De acordo com os resultados de uma pesquisa científica britânica, publicados na revista científica PNAS, e partilhados pela BBC, a chave para o sucesso não reside sobretudo em aspectos como a educação, dinheiro ou inteligência, mas, sim, em certas 'habilidades para a vida' como o optimismo ou a persistência.

Um grupo de investigadores da University College de Londres examinou mais de oito mil homens e mulheres, de idades compreendidas entre 52 e 90 anos, o seu estilo de vida e como avaliavam as suas vidas.

O estudo concluiu que cinco capacidades específicas podem ser a chave para desfrutar melhor da vida:

- Estabilidade emocional;
- Determinação;
- Dedicação;
- Sensação de estar no controle;
- Otimismo.

Estes elementos são frequentemente chamados de habilidades ‘não cognitivas’, porque são características pessoais maleáveis, que não têm a ver com a capacidade intelectual das pessoas.

Os especialistas verificaram que uma pontuação mais alta nesses pontos estava por sua vez associada ao bem-estar social e pessoal, ao sucesso económico e à boa saúde nos adultos.

Os investigadores garantem que estimular e manter essas habilidades, não só na infância, mas também na idade adulta, pode ser crucial para uma vida e uma velhice mais plena.

De acordo com a mesma pesquisa, os indivíduos que alcançaram uma pontuação elevada em pelo menos quatro dos cinco atributos observados sofriam, em geral, de menos depressão, e tinham um círculo social mais amplo e mais dinheiro.

Por outro lado, os que pontuavam bem em apenas uma ou duas habilidades sofriam com mais solidão, maior ocorrência de depressão e maior probabilidade de desenvolver doenças crónicas.

Entre as cinco habilidades, no entanto, os académicos salientam que não há uma mais importante do que outra. E que os efeitos, na verdade, dependem da acumulação de várias capacidades.

terça-feira, 24 de julho de 2018

ALZHEIMER. EVITAR AÇÚCAR

Consumir café ou chá com açúcar mais que duplica o risco desta doença
180724. Por Liliana Lopes Monteiro

De acordo com um novo estudo, quem ingere diariamente duas colheres e meia de açúcar no café ou no chá apresenta uma probabilidade 54% maior de vir a sofrer de demência, comparativamente a quem consome essas bebidas sem qualquer adição.

Indivíduos que bebem regularmente sumos de fruta e refrigerantes também correm um risco significativamente mais elevado de virem a desenvolver aquela doença degenerativa, aponta a pesquisa inédita.

Um grupo de investigadores norte-americanos, da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, analisou as dietas de 2,226 reformados e monitorizou esses voluntários durante cerca de sete anos.

Igualmente, colocar diariamente cerca de duas colheres e meia de açúcar nos cereais ou em bolos mostrou ter o mesmo risco de 54% de aumentar a predisposição de aparecimento de Alzheimer.

Quem consome mais de metade de uma lata de refrigerante diariamente tem também uma maior hipótese, de 47%, de vir a sofrer com aquela patologia, relativamente a quem consome menos de três latas e meia anualmente. E ingerir um ‘pequeno’ sumo por dia mostrou aumentar o risco em 27%.

A coordenadora do estudo, a professora Yian Gu, disse: “Os dados apurados sugerem que as bebidas com açúcar e outras com açúcar adicionado, assim como certos alimentos, podem aumentar o risco de Alzheimer”.

domingo, 22 de julho de 2018

CURE O CANCRO PRIVANDO-SE DE AÇÚCAR

Mate de fome o câncer eliminando apenas um só alimento
180722

O açúcar representa um grande risco para a saúde e contribui para a morte de milhões de pessoas no mundo todo a cada ano.

Tão alta é a toxicidade do açúcar que, para os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco, Estados Unidos, ele é uma substância potencialmente tóxica assim como o álcool e o cigarro.

Sua ligação com o aparecimento da diabetes é tão forte que deveria haver uma legislação rigorosa contra ele, como um imposto sobre todos os alimentos e bebidas que contêm esse "veneno".

Não por acaso, os pesquisadores da Universidade de Califórnia recomendam a proibição da venda de produtos com açúcar dentro ou perto de escolas, bem como a colocação de limites de idade sobre a venda de tais produtos.

Os efeitos nocivos do açúcar não param no diabetes.

O açúcar refinado está fortemente ligado ao câncer, não apenas como uma causa dele, mas também como algo que alimenta as células cancerosas quando uma pessoa tem a doença.

Pesquisadores do Huntsman Cancer Institute, em Utah, foram os primeiros a descobrir que o açúcar "alimenta" tumores.

Em um artigo publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, Don Ayer, Ph.D., professor no Departamento de Ciências Oncológicas da Universidade de Utah, disse: "É conhecido desde 1923 que células cancerosas usam muito mais glicose do que células normais. Nossa pesquisa ajuda a mostrar como esse processo ocorre e como ele pode ser interrompido para controlar o crescimento do tumor ".

Dr. Thomas Graeber, professor de farmacologia molecular e médica, investigou a forma como o metabolismo da glicose afeta os sinais bioquímicos presentes nas células cancerosas.

Na pesquisa publicada na revista Molecular Systems Biology, Graeber e seus colegas demonstraram que a fome de glicose, isto é, o ato de privar as células cancerosas de glicose, ativa um significativo circuito de amplificação metabólica que leva à morte dessas células.

A eliminação do açúcar, portanto, e de tudo que vire glicose no organismo (como pão, macarrão, arroz) poderia ser algo a ser adotado na tentativa de melhorar os resultados de tratamentos de câncer.

O aumento dos níveis de insulina é pró-inflamação e pró-câncer e pode promover a proliferação de células tumorais.

Os doutores Rainer Klement e Ulrike Kammerer realizaram uma revisão abrangente da literatura envolvendo carboidratos da dieta e seus efeitos diretos e indiretos sobre as células cancerosas, que foi publicado em outubro de 2011 na revista Nutrition and Metabolism.

Eles concluíram que as células cancerosas são tão sensíveis ao abastecimento de açúcar, que o corte da oferta dessa substância irá matar o câncer.

Por outro lado, "o aumento do fluxo de glicose promove diversas atividades no câncer, como proliferação excessiva, sinalização antiapoptótica, progressão do ciclo celular e angiogênese", concluíram os cientistas.

A doutora Christine Horner tem muito a dizer para as mulheres sobre a insulina e câncer de mama:

"Quando se trata de câncer de mama, a insulina não é amiga. Uma das principais razões é devido ao fato de tanto as células da mama normais como as cancerosas terem receptores de insulina sobre elas.

Quando a insulina se liga ao seu receptor, tem o mesmo efeito de quando o estrogênio se liga ao seu receptor: faz com que as células comecem a se dividir.

Quanto maior os níveis de insulina são, mais rápido suas células da mama vão se dividir; quanto mais rápido elas se dividirem, maior será o risco de câncer de mama é mais rápido será o desenvolvimento das células cancerosas".

A dra. Horner lembra um estudo realizado pela Harvard Medical School (2004) que constatou que as mulheres que, quando adolescentes, comeram mais alimentos com alto índice glicêmico, aumentaram seus níveis de glicose no sangue e, anos depois, apresentavam uma maior incidência de câncer de mama.

"Então, incentivar sua filha adolescente a cortar o açúcar vai ajudá-la a reduzir o risco de câncer de mama para o resto de sua vida", disse a doutora.

Em outro estudo da Universidade da Califórnia, que foi publicado na revista Cancer Research, os pesquisadores concluíram que qualquer pessoa que pretenda reduzir o risco de câncer deve começar por diminuir a quantidade de açúcar que ingere.

O dr. Anthony Heaney, principal autor do estudo, declarou: "A dieta moderna contém uma grande quantidade de açúcar refinado, incluindo frutose, que é um perigo oculto envolvido em muitas doenças modernas, tais como obesidade, diabetes e fígado gordo".

Especificamente sobre a frutose, outra ameaça, o pesquisador afirmou: "Os resultados mostraram que as células cancerosas podem facilmente metabolizar frutose, o que aumenta a proliferação delas".

O resumo de tudo é que o açúcar transforma o corpo em um terreno fértil para vírus, bactérias, fungos e câncer, devastando o sistema imunológico.

Sabendo que o câncer precisa de açúcar, faz sentido continuar comendo açúcar?

Faz sentido ter uma dieta rica em carboidratos?

O pior é que, para a maioria das pessoas com câncer em todo o mundo, não é oferecido qualquer terapia nutricional cientificamente orientada para a eliminação do açúcar, além de dizer a elas para "comer bons alimentos".

Este é um blog de notícias, não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.

UMA VERGONHA

Recebi por e-mail e transcrevo, na íntegra.

«Peço que leiam e percebam o ridículo a que este Estado chegou... É melhor criar já vistos gold para narco mexicanos...

«Se me dizem que é normal que haja uma barraquinha/um stand/um corner com funcionários do Ministério da Saúde a certificar a pureza da droga que se consome num festival de música eu não o aceito. Para mim isso não é normal. Não admito que a coca e o cavalo e o MDMA e outras merdas sejam consumidas com selo de qualidade do Estado.
Com uma espécie de garantia de origem. Ainda por cima a tal “parceria” com o Boom Festival é anunciada como “um suporte a experiências intensas”.

«Se os legisladores e governantes quiserem legalizar a produção, uso e comercialização das drogas (coisa com que eu até concordo em princípio) então que o assumam coerentemente e com seriedade. Agora colocar objetivamente o Estado a promover o consumo de droga, com o nosso dinheiro, precisamente na altura de maior míngua de recursos do SNS, contarão então com a minha feroz oposição cidadã. Há coisas muito sérias. E a toxicodependência é-o.

«Mas andar a meter o Estado em esquemas com organizações de festivais comerciais de música “e experiências intensas” que promovam uma espécie de free pass para mocas seguras e de qualidade não é ser sério. Não é governar. Não é sequer cuidar da saúde pública. É alinhar numa palhaçada.

«E muito pior: neste caso concreto é apoiar interesses inconfessáveis no âmbito de atividades que estão na fronteira da atividade criminal. Isto é, portanto objetivamente um caso de polícia: e como tal irei fazer competente participação ao Ministério Público. Sou contribuinte e utente do SNS: enquanto os velhos da aldeia dos meus pais estiverem a escassas dezenas de quilómetros desse festival a aguardar em listas de espera para consultas e cirurgias não admito que se gastem recursos para uns gajos se poderem drogar num festival à sua vontade.
«Ele há merdas que eu não admito. Droguem-se à vontade com o seu dinheiro. Com o meu é que não.»

sábado, 21 de julho de 2018

BANANAS. VERDES OU MADURAS ?

Bananas verdes e maduras têm benefícios distintos. Saiba quais escolher
180721. Por Liliana Lopes Monteiro


Alguns gostam das suas bananas verdes, outros maduras e outros bem mais que maduras. Mas sabia que todas as variantes deste fruto apresentam benefícios diferentes para a saúde?

De acordo com a nutricionista Rhiannon Lambert, em declarações à publicação The Daily Mail, apesar da banana ser uma excelente fonte de potássio e de outros nutrientes, as vantagens para o organismo de ingerir este fruto dependem do seu estado.

Bananas verdes têm menos açúcar

Se sofre de diabetes, deve então considerar comer bananas mais para o verde do que para o maduro. Isto porque à medida que a banana amadurece, o amido começa a transformar-se em açúcar.

“Várias pesquisas sugerem que nas bananas verdes, o amido constitui cerca de 80 a 90% do conteúdo de hidratos de carbono, o que à medida que aquela fruta amadurece se transforma em açúcares livres”, alertou Lambert.

Bananas maduras são mais fáceis de digerir

Bananas ligeiramente maduras são uma ótima opção para quem sofre de problemas digestivos.

A nutricionista explica: “Quando o amido mais resistente da banana se transforma em açúcar, mais fácil é para o sistema digestivo processar aquele alimento”.

Bananas ‘castanhas’ estão repletas de antioxidantes

Inicialmente a casca é verde porque está repleta de clorofila, um componente importante para a fotossíntese e que possui propriedades antioxidantes.

Ao amadurecer a clorofila da casca da banana ganha outras propriedades que aumentam ainda mais a produção e presença de antioxidantes naquela fruta.

“Comer uma banana totalmente castanha não é definitivamente para todos os gostos… porém, trata-se de uma fonte extremamente poderosa e potente de antioxidantes”, alerta Lambert.