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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Vinho ajuda a saúde


Transcrição:

Vantagens do Vinho para a Saúde    

Já não é mais novidade, mas o assunto deve ser novamente abordado por conter outras recentes evidências dos poderes terapêuticos do vinho.

Os Médicos e Enfermeiros sempre estiverem cientes dos benefícios na moderação do consumo do vinho como factor preventivo de várias doenças.

Vários estudo revelam mesmo as seguintes verdades: - Que o álcool fazia aumentar o HDL, o bom colesterol; que no caso de falta de apetite, uma taça de vinho era um aperitivo natural para aumentar a salivação e a actividade estomacal.

- Que uma taça de vinho na refeição dobrava a perda de peso nas pessoas obesas pelo efeito tranqüilizante;

- Que o vinho era uma excelente adição na dieta de pessoas com pressão alta pelo alto conteúdo de potássio e baixo de sódio;

- Que diabéticos podiam aumentar o prazer das refeições com uma taça de vinho seco, pois o álcool não requer insulina para ser metabolizado;

- Que para os idosos, o vinho tomado ao deitar tornava o sono mais repousante e reduzia a quantidade de tranqüilizantes e pílulas para dormir.

- Finalmente, sempre se soube que o metabolismo e a absorção do álcool pelo fígado, 30g por hora, é muito mais lenta com fermentados do que com destilados. Como o vinho é sempre tomado lentamente e às refeições – com o estômago cheio a absorção é ainda mais lenta – os níveis de álcool no sangue não atingem proporções intoxicantes, como acontece com os destilados e que podem levar a lesões no órgão.

Outros estudos científicos e internacionais revelaram ainda que a cerveja e destilados não forneceram tal protecção e que a maior taxa de mortalidade ocorreu entre os “heavy drinkers”.

“O consumo moderado de vinho tinto está associado com um risco bem menor de doenças do coração e derrame, as principais causas de morte nos EUA.” Pode-se portanto concluir que não beber vinho poderá ser um dos factores de risco para doenças coronárias.

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