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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Exame ocular simples ajuda a detetar risco de AVC


Exame ocular simples ajuda a detetar risco de AVC
Uma equipa de investigadores da Universidade de Zurique, na Suíça, descobriu uma forma de detectar a estenose da artéria carótida - um factor de risco de acidente vascular cerebral (AVC) - através de um exame simples aos olhos. Trata-se de um  teste denominado amplitude de pulso ocular que pode ser efectuado por oftalmologistas e que se revela muito promissor.
 
Um estudo publicado este mês na revista Ophthalmology da Academia Americana de Oftalmologia demonstrou que, de entre os 67 casos estudados, os pacientes com valores mais baixos de amplitude de pulso ocular apresentavam mais artérias bloqueadas.
 
Os especialistas suíços recorreram a um dispositivo especial para calcular a amplitude de pulso ocular, medida através da diferença entre os dois níveis de pressão que existem dentro do olho durante as duas fases do batimento cardíaco - a pressão sistólica e diastólica.
 
Quando o fluxo sanguíneo para o olho se encontra bloqueado pela estenose da artéria carótida, não existe uma diferença significativa entre os dois níveis, levando a uma baixa amplitude de pulso ocular. Desta forma, é possível detectar as situações em que exista risco de AVC, podendo estas suspeitas ser, posteriormente, confirmadas através dos exames complementares tradicionais.
 
Em comunicado, Pascal de Bruno Knecht, coordenador do estudo, sublinhou que os resultados "mostram que a amplitude de pulso ocular é um teste de triagem seguro e confiável para a estenose da artéria carótida".
 
O investigador realçou, porém, que a equipa sugere "um estudo mais aprofundado para confirmar o valor do uso deste indicador para detectar e avaliar a gravidade do problema, definindo o uso desta abordagem na prevenção dos acidentes vasculares cerebrais".
 
Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).
 
 
fonte: Boas Notícias

1 comentário:

Celle disse...

Fê, sempre nos trazendo notícias importantes para nosso conhecimento e utilização.bjs
celle