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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Laringite

Saiba quando recorrer a um médico e o que pode fazer em caso de suspeita de uma laringite.

  • Sintomas
Criança: durante uma rinofaringite, modificação de voz (que se torna rouca), tosse muitas vezes estridente e dificuldades respiratórias durante a inspiração. Febre pouco elevada (38°C). A criança não se baba nem se sente mal quando deitada.
Adulto: no final de uma constipação ou de uma bronquite, rouquidão ou falta de voz (afonia). Pouca febre; não há dificuldades respiratórias.
  • Pessoas mais em risco
Adultos e crianças (frequente entre 1 e 3 anos).
  • Porque dói?
A laringite é a maior parte das vezes uma infecção viral que provoca uma inflamação local com inchaço (edema) da laringe. Além disso, a tosse provocada pela irritação pode aumentar a inflamação. É um verdadeiro ciclo vicioso. É esta inflamação que está na origem da dor e das dificuldades respiratórias na criança (devido ao tamanho da sua laringe).
  • O que pode fazer?
Criança: aplique frequentemente soro fisiológico no nariz; humidifique a atmosfera colocando, por exemplo, tachos com água quente no quarto da criança.
Consulte o médico, pois um tratamento médico é sempre necessário a fim de evitar o reaparecimento das dificuldades respiratórias.
Adulto: Repouse a voz (evite falar durante pelo menos 5 dias).
Em caso de laringites repetitivas (tanto no adulto como na criança), consulte o médico e mande fazer um exame especial para encontrar uma causa local (malformação congénita ou angioma na criança, tumor no adulto).
  • Que tratamento?
Medicamentos
Os antibióticos são inúteis, pois trata-se de uma infecção viral. O tratamento assenta nos anti¬-inflamatórios de tipo corticóide em aerossol, comprimidos ou injecções. Na criança, no caso de estes tratamentos não resultarem e persistirem as dificuldades respiratórias, é por vezes necessário entubar durante alguns dias, com hospitalização em serviço de reanimação (mas este caso é raro).
As outras medicinas
Digitopunctura
Os pontos a tratar situam-se na extremidade do ângulo da unha do lado externo do polegar (faça pressão para cima e para dentro) e na extremidade da membrana entre o indicador e o polegar (faça pressão no sentido do osso do indicador).
Fitoterapia
Faça uma infusão de folhas de rinchão, de agrimónia, de silva e de hissopo (40 g de mistura cortada finamente para 11 de água, 15 minutos). Gargareje e a seguir beba 1 chávena. Repita sempre que quiser. O técnico pode ainda prescrever óleos essenciais antivirais.
Homeopatia
Deve actuar rapidamente: uma dose de Hepar sulf. 30CH, seguida de grânulos de Apis mellifica 7CH, alternados com Spongia 5CH e Sambucus nigra 5CH, de 5 em 5 minutos aproximadamente; faça intervalos maiores à medida que for melhorando. Na criança, se as dificuldades respiratórias não se alterarem em cerca de 30 minutos, consulte rapidamente o médico.
Naturoterapia
Na criança, reduza os produtos lácteos (leite, manteiga, iogurte, queijo), que favorecem a produção de mucosidades (utilize leite de soja). Consuma alho e cebola.

retirado daqui

1 comentário:

Celle disse...

Fê, boas dicas para as mamães e avós que ajudam a cuidar dos netos.
Beijinhos
Celle