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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

POLVO É SAÚDÁVEL

Polvo à mesa
(Texto extraído da Revista «Teste Saúde» de Dezembro e 2015)

Assado, guisado, frito ou panado, o polvo é muito apreciado e faz parte do catálogo natalício de várias regiões. Conheça-o melhor.

Este molusco de oito braços é pouco calórico, é rico em proteínas e tem pouca gordura, a maioria insaturada, o que é vantajoso para a saúde.

Um braço grande do polvo (100 gramas) fornece quase metade da quantidade diária recomendada de ácidos gordos do tipo ómega 3. Segundo a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar, 250 miligramas destes ácidos por adulto ajudam a reduzir o risco de doença cardíaca.

Ao nível das vitaminas, destacam-se a B12 e a E e, nos minerais, o fósforo, o potássio e o zinco. Tem mais colesterol do que o peixe, mas menos do que o camarão, por exemplo. Contudo, a ingestão de colesterol alimentar influencia pouco o aumento desta substância no organismo. O mau colesterol está mais associado ao consumo de gordura saturada, comum na carne. Devido à sua textura, o polvo exige cuidados na preparação. A experiência diz que fica macio e suculento se for cozido congelado e com cebola, na panela de pressão (sem adicionar água), durante 20 minutos.

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