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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Emprego ou algemas???

Como a saúde depende daquilo que ingerimos e, também, dos nossos pensamentos, tristezas e alegrias, tranecreve-se este artigo, merecedor de séria reflexão.

As 6 piores razões para ficar num mau emprego
Dinheiro Vivo. 03/10/2011 | 13:14 |. Por  Manuel Azevedo

Um emprego de que não gosta pode ser-lhe prejudicial, mas se continua em estado de negação aqui vão seis piores razões para ficar.

Más razões para não sair

Não é segredo para ninguém que permanecer num emprego de que não se gosta pode ser muito prejudicial. Não só porque pode contaminar o seu currículo, mas também porque vai diminuindo as possibilidades de alguém reparar em si.

Mas se continua em estado de negação, aqui vão as seis piores razões para manter um trabalho que não está talhado para si.

1. Tenho que ter alguma estabilidade. O seu CV já inclui muitos trabalhos temporários. Isto pode ter alguma razão de ser, mas a questão é esta: de quanto tempo precisa no actual emprego para apagar a imagem dos anteriores, em que andou a saltar de um trabalho para outro? Dois a três anos costumam ser suficientes. Ficar mais tempo num mau emprego não o vai fazer parecer mais estável aos olhos de um empregador.

2. Gosto muito dos meus colegas. É bonito, e até raro nos dias que correm, trabalhar com pessoas que nos entendem. Mas pense bem: no fim, o que lucra profissionalmente com isso? Já reparou que os ambientes mais distendidos tendem, muitas vezes, a ser menos profissionais e competitivos? Ah, e se são bons colegas vão dar-lhe os parabéns quando encontrar uma nova e atraente oportunidade de trabalho.

3.Tenho filhos. O facto de querer que o seu horário de trabalho coincida com a escola do seu filho, não quer dizer que não pode progredir na carreira. Muita gente acomoda-se a posições de pouco relevo só para garantir alguma flexibilidade no horário. Não é preciso. Procure um trabalho com horários flexíveis, onde não esteja preso a um escritório e a um horário rígido.

4. Se for despedido, tenho indemnização. É verdade, vamos ver é até quando… Da forma que está o mercado de trabalho, o mais certo é gastar a indemnização enquanto procura um novo emprego e ainda ter que usar as poupanças que eventualmente tenha. Comece já a procurar emprego, e com sorte estará num outro local antes que a sua actual empresa o coloque na lista dos excedentários.

5. Pagam a minha formação. Se for este o caso, peça uma cópia do contrato que o obriga ou a ficar um determinado período de tempo após a formação, ou a devolver o dinheiro à empresa e sair no imediato. Se não tiver nada assinado, pode sair como outro funcionário qualquer.

6. O salário é bom. A questão é esta: se gasta parte considerável do seu dinheiro em bens de luxo, ao invés de poupar, talvez não esteja a tirar grande vantagem desse bom salário. É que assim acaba por ficar num beco sem saída. Por alguma razão, os grandes salários e bónus são conhecidos como as “algemas de ouro”. Porquê? É que na maior parte das vezes impedem-no de procurar novas oportunidades que até lhe podiam trazer uma salário ainda maior.

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