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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Evitar hábitos que prejudicam o CÉREBRO

HÁBITOS QUE PREJUDICAM O CÉREBRO (matam neurónios)

1. Não tomar o café da manhã

A pessoa que não toma o pequeno-almoço tem baixo nível de açúcar no sangue. Isto gera uma quantidade insuficiente de nutrientes ao cérebro causando a sua degeneração paulatinamente.

2. Comer demais
Isto causa o endurecimento das artérias do cérebro, causando também baixa capacidade mental.

3. Fumar
Causa a diminuição do tamanho cerebral e promove também a doença de Alzheimer.

4. Consumir altas quantidades de açúcar
O alto consumo de açúcar interrompe a absorção de proteínas e outros nutrientes causando má nutrição e pode interferir no desenvolvimento do cérebro.

5. Contaminação do ar
O cérebro é o maior consumidor de oxigénio do corpo. Inalar ar contaminado diminui a sua oxigenação provocando uma diminuição da eficiência cerebral.

6. Dormir pouco
O dormir permite ao cérebro descansar. A falta de sono por períodos prolongados acelera a perda de células do cérebro.

7. Dormir com a cabeça coberta
Dormir com a cabeça coberta aumenta a concentração de dióxido de carbono e diminui o oxigénio causando efeitos adversos ao nosso cérebro.

8. Fazer o cérebro trabalhar quando estamos doentes
Trabalhar e estudar quando estás doente, além da dificuldade do cérebro para responder nesse estado, prejudica-o.

9. Falta de estimulação
Pensar é a melhor maneira de estimular o nosso cérebro e não fazê-lo provoca que o cérebro diminua o seu tamanho e portanto a sua capacidade.

10. «Conversas banais». Praticar a conversação inteligente
Conversas profundas ou intelectuais promovem a eficiência cerebral.


Imagem do Google. Texto recebido por e-mail

domingo, 18 de setembro de 2011

Rir à gargalhada diminui a dor

Rir à gargalhada provoca a libertação de substâncias químicas, endorfinas, que reduzem a dor, actuando como um analgésico natural. A conclusão é de um estudo da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

Neste estudo, os cientistas começaram por expor os voluntários a reacções dolorosas, como, por exemplo, colocar um saco de gelo sobre o braço, para medir quanto tempo aguentavam.

Divididos em dois grupos, metade dos voluntários assistiu a um vídeo de comédia de 15 minutos, e o outro viu um filme que os investigadores consideravam entediante.

Quando foram novamente submetidos à dor, os que tinham dado gargalhadas foram capazes de suportar até 10% mais dor do que antes de rir, indicou o estudo. Por outro lado, o grupo que viu programas pouco cómicos mostrou-se menos capaz de suportar a dor do que anteriormente.

Robin Dunbar, coordenador do estudo, explicou à BBC que uma gargalhada pode libertar endorfina, uma substância química que, para além de gerar euforia, atua como analgésico. “É o esvaziamento dos pulmões que causa o efeito”, explicou.

Clique AQUI para aceder ao estudo da Universidade de Oxford.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bons conselhos para a sua saúde


Todos nos lamentamos quando a saúde falta, mas nem sempre pensamos na sua conservação e reforço quando a temos. Vale mais prevenir do que remediar e, para isso, leia os seguintes conselhos e decida praticá-los:


1. Faça exercício de baixo impacto todos os dias.
2. Determine um objectivo na vida e persiga-o.
3. Abrande o ritmo e tire tempo para descansar, relaxar e recuperar.
4. Faça parte de uma comunidade espiritual.
5. Faça da família a sua prioridade n.º 1.
6. Passe tempo todos os dias com pessoas que pensem da mesma forma e que gostem de si.
7. Apague o cigarro. «Nunca conheci nenhum centenário fumador», diz Dan Buettner, autor de livros sobre este tema.

Neste blogue encontra muitos artigos que lhe podem ser de grande utilidade.
SEJA SAUDÁVEL

domingo, 11 de setembro de 2011

Ajudar os pais a dormirem melhor

Apresentamos a seguir soluções para esses problemas, por forma que toda a família possa dormir bem. 

Regule o relógio. «Dado que muitos problemas de sono dos idosos podem ser causados por alterações naturais nos seus ritmos circadianos, é possível regular os seus relógios biológicos fazendo simplesmente duas coisas», diz a Dr.ª Sónia Ancoli-Israel, professora de Psiquiatria na Universidade da Califórnia em San Diego.

Primeiro: incentive os seus familiares mais idosos a saírem de casa para apanhar luz solar todos os dias tão tarde quanto possível. A luz do Sol, ao entrar pelo nervo óptico até ao cérebro, vai activar a libertação de diversas substâncias químicas que os ajudam a ficarem acordados durante a tarde. Sugira que deixem os óculos de sol em casa para maior benefício. Mas se saírem de manhã, não devem esquecer-se dos óculos escuros, pois a luz matinal pode agravar o problema.

Segundo: sugira-lhes sessões de fototerapia, em especial durante o Inverno, quando a luz do entardecer é fraca e difusa. Compre-lhes um aparelho de fototerapia - que gera até 10 000 lux (lux é a intensidade de iluminação de uma superfície, que recebe o fluxo de 1 lúmen, uniformemente distribuído por cada metro quadrado) - e aconselhe-os a sentarem-se junto do aparelho todos os dias, entre as 19 e as 21h.

Não precisam de olhar para o aparelho, podem ver televisão, ler ou entreter-se com qualquer outra actividade. Se o aparelho emitir 10000 lux, deverão ficar em frente dele 20 a 30 minutos.

Existem dois tipos de aparelhos de fototerapia: um que emite luz azul e outro que emite luz branca. A luz azul é mais eficaz em pessoas jovens, mas não resulta tão bem quando a pessoa sofre de cataratas. «Por isso, arranje-lhes um aparelho de luz branca», aconselha a Dr.ª Sónia Ancoli-Israel. Informe-se com o médico.
 
Altere o horário ou a dosagem dos medicamentos. Os seus familiares idosos deverão perguntar ao médico se algum dos medicamentos que estão a tomar poderá estar a interferir no sono. «Em muitos casos», diz a Dr.ª Ancoli-Israel, «a alteração do horário ou da dosagem dos medicamentos pode diminuir a insónia. Por exemplo, a medicação para a tensão arterial que tomam de manhã que provoca sonolência durante o dia poderá ser tomada à hora de deitar. Com dois benefícios: não só reduz a tensão arterial como os ajuda a adormecerem.»
 
Esteja atenta às perturbações do sono. Se os seus pais se queixam de que mexem muito as pernas durante a noite ou que acordam porque ressonam, aconselhe-os a falarem com o médico sobre o assunto para despistar a síndroma das pernas inquietas ou a apneia do sono.
 
Trate as doenças. Se os seus familiares não dormem porque têm problemas de artrose que lhes provocam dor, sugira-lhes que peçam analgésicos ao médico. O tratamento de problemas de saúde pode ajudar a adormecer.
 
Faça-os andar. Sugira-lhes que saiam para dar um passeio, dançar ou fazer compras. Um estudo brasileiro recente mostrou que as senhoras de idade que se mantêm activas dormem uma hora mais do que as sedentárias e acordam menos vezes durante a noite.
 
Esteja atenta aos pormenores. Incentive os seus pais a utilizarem o quarto só para dormir, com um ambiente calmo e uma temperatura agradável. Sugira que não tenham um despertador à vista para não olhar para ele cada vez que acordam, que não ingiram álcool depois das 18h e que tomem um banho quente antes de se deitar.
 
Meias para dormir. «Um estudo suíço sugere que usar meias para dormir ajuda a induzir o sono», refere a Dr. ªAncoli-Israel. Parece que aquecer os pés faz diminuir a temperatura corporal central. E esta diminuição indica ao corpo que são horas de dormir.
 
ver aqui

Romã e suas propriedades

Transcrição de:

http://lifestyle.publico.pt/bemestar/293079_r-de-roma
10.09.2011. lifestyle.público.pt. Por Pedro Carvalho, nutricionista*

A chegada da romã é um acontecimento que marca indubitavelmente a passagem da época estival para o Outono. Sob várias perspectivas, este é um fruto verdadeiramente especial: a romã tem história, beleza e grande traz muita saúde.

A romã tem história. Para os iranianos, Eva foi traída não por uma maçã mas sim por uma romã. Um pouco mais a norte, o seu número excessivo de sementes e cor fazem com que os gregos ainda hoje mantenham a tradição de abrir uma romã nos casamentos para atrair a fertilidade.

A romã tem beleza. É uma preciosidade da natureza a envolvência de numerosas sementes carnudas de cor vermelha numa casca com epílogo em forma de coroa.

A romã tem saúde. É muito provavelmente o fruto com maior potencial “medicinal” comprovado. Neste contexto, o seu elevado teor em polifenóis impede o “mau” colesterol (LDL) de ser oxidado, sendo que é esta oxidação a responsável pela formação das placas ateroscleróticas que podem causar trombos indesejáveis. Esta capacidade de “limpeza” dos vasos sanguíneos demonstrou igualmente efeitos na melhoria da quantidade de oxigénio captada pelo músculo cardíaco de pacientes com doença coronária e também um potencial benefício no combate à disfunção eréctil.

A sua tremenda capacidade antioxidante (quase 3 vezes superior à do vinho tinto e chá verde) tem revelado resultados promissores quer na prevenção de alguns cancros (próstata e mama) quer na diminuição da inflamação característica da artrite e consequente atenuação da sua sintomatologia.

Foi relatado em alguns estudos uma interacção entre a romã (mais propriamente o sumo de romã) e alguns anticoagulantes. Apesar de muito remota e da escassa evidência desta associação, o mais recomendável é consultar o seu médico se estiver a tomar este tipo de medicação, antes de ingerir este precioso fruto.

As características nutricionais da romã são concordantes com o seu potencial terapêutico, dado que para além da sua riqueza em vitaminas e minerais e baixo valor calórico, algo que é inerente à grande maioria dos frutos, a romã exibe uma quantidade assinalável de fibra que a distingue dos seus similares.

Deste modo, aproveite esta dádiva da natureza nestes meses e entre no Outono da melhor forma!

Pedro Cravalho. Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ansiedade e pânico

Do artigo Geração à rasca. Ataques de pânico são mais visíveis, transcreve-se a seguinte passagem para estimular a reflexão sobre o cuidado a ter na formação dos jovens, preparando-os para as realidades e para saberem enfrentar e ultrapassar dificuldades.

«Por detrás da ansiedade, que pode transformar-se em pânico, a psicóloga acredita que está o aumento da exigência dos papéis escolares e profissionais mas também o facto de os jovens crescerem mais sozinhos, com prejuízo para a autoconfiança e redes de segurança. Nuno Sousa, psicoterapeuta, acredita que o problema, embora seja sério, deve ser visto como uma oportunidade para uma sociedade em transformação, que pode a partir destes jovens integrar novos valores. "É uma geração ansiosa que não foi estimulada a pensar e a sentir, cresceu num período de ter e de consumo. Agora vive um momento em que o futuro é desconhecido, tanto para eles que são jovens, como para os cuidadores, para o Estado, para as instituições." Saber lidar com a mudança, aprendizagem normal nesta faixa etária, é por isso mais difícil. "Os modelos de vida que eram conhecidos, por exemplo para alguém com 18 anos, estão em risco e há dificuldade em reconhecer alternativas." A solução, defende, passa por saber usar a dificuldade. "Na consulta digo que catástrofe em grego significa mudança brusca, mas não tem de ser para pior."»


Imagem do Google