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sábado, 29 de outubro de 2011

Allho é benéfico para a saúde

Transcrição sugerida por e-mail do amigo Luís Coelho a qum agradeço a atenção.

ALHO É TUDO DE BOM

MAIS COMPROVAÇÕES CIENTÍFICAS SOBRE OS EFEITOS TERAPÊUTICOS DESTE ALIMENTO CHEIROSO

A ingestão diária de alho pode atuar como coadjuvante na vasodilatação, na hipertensão, no controle do colesterol e como preventivo do câncer do aparelho digestivo. É o que asseguram os médicos Hernani Pinto de Lemos Júnior e André Luis Alves de Lemos, da Unifesp, em análise na revista "Diagnóstico & Tratamento", da Associação Paulista de Medicina.

Os autores citam vários estudos. Entre eles, o da revista da Academia Nacional de Ciências do Estados Unidos, em que G. A. Benavides comprova a ação vasodilatadora de componentes presentes no alho. Igualmente relatam pesquisa realizada por Yara Severino de Queiróz na Faculdade de Saúde Pública da USP sobre a ação antioxidante do alho quando consumido cru, cozido ou frito.

Perdas de efeito

Neste ano Yara Queiróz defendeu tese de doutorado na FSP/USP no qual analisa o efeito do processamento do alho sobre seus compostos bioativos e se na cocção ou na fritura ocorre redução desses compostos. A pesquisadora constatou que o potencial antioxidante do alho é reduzido com seu processamento, porém é maior quando ele é submetido a fritura. Conclui que o alho cru ou cozido oferecem benefícios à saúde diminuindo a presença de gorduras no sangue e têm alto potencial antioxidante no plasma e no tecido hepático, como foi observado em hamsters com excesso de colesterol no sangue.

Ou seja, (...) a ciência mais uma vez está tirando o chapéu para a sabedoria popular (e milenar), que sempre identificou no alho excelentes poderes terapêuticos. Use bastante alho, especialmente cru ou cozido (e se não for namorar logo depois).

O texto acima encontra-se no Jornal Bem Estar, de Belo Horizonte, no. 13, de outubro de 2011, na seção Guia Saúde. Para contatos, o endereço eletrônico é bh@jornalbemestar.com.br

Minhas sugestões:

1. Ao preparar o arroz, frite-o bem e só ao final, quando for acrescentar a água, coloque o alho, para que não frite e perca suas qualidades;

2. Para minimizar o cheiro do alho no hálito, corte-o ao meio e retire aquele grelinho que fica no centro do dente antes de amassá-lo.

NOTA: Ver outros posts anteriores como, por exemplo: Benefícios do alho

Aspirina é anticancerígena

Segundo a notícia Aspirina pode reduzir alguns casos de cancros hereditários para metade publicada no PÚBLICO de 28-10-2011 por Romana Borja-Santos, uma Investigação publicada na revista Lancet, mostra que a aspirina, um dos medicamentos mais conhecidos e consumidos em todo o mundo, voltou a alargar os seus potenciais benefícios: o fármaco foi utilizado num estudo que seguiu cerca de 1000 doentes ao longo de dez anos e mostrou-se eficaz a reduzir o risco de incidência de cancros hereditários – sobretudo o cancro colo-rectal e o cancro do colo do útero.

A investigação, que é hoje publicada na revista científica Lancet, coordenada pela Universidade de Newcastle e financiada pelo instituto Cancer Research do Reino Unido, revelou que a toma regular de aspirina (cuja substância activa é o ácido acetilsalicílico) pode reduzir a incidência e a progressão de alguns cancros de base hereditária.

A dose ideal de aspirina ainda não foi clarificada e pode ser determinante para a toxicidade.

Para ler o artigo completo faça clic Aqui

Imagem de arquivo

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Alimentos e estado de espírito

 
Compulsão alimentar-Google

DICAS REFERENDADAS POR NUTRÓLOGOS.

Alimentos e Emoções

Banana... contra a ansiedade
Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar
os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão
baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica
irritada  e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes
de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam
poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel... pura alegria
Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos.
Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a
eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua.
Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal.
Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de
serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom
humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.
Abacate... amigo do sono
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer
exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem,
ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se
entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios
que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono.
Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os
neurotransmissores que fazem você dormir bem.
Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

Salmão... levanta o astral
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O
representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem
outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para
cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de
serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela
sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo
tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso
central.
Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha...afasta o medo
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e
magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de
incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na
dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja,
tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba,
neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes... mantém você concentrada
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável
por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a
acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais
relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde... espanta o estresse
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e
catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes
no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e
acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz
de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a
obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos,
melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis... deixa a mente esperta
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu
telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o
processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente,
melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você
lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.

Óleo de linhaça... dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte
vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos
alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é
imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é
regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável.
Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem
menor.
Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo...acaba com a irritação
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que
reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o
gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a
qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.
Tofu...espanta o desânimo
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de
cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas
que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia).
Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca
e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das
células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço
mental.
Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Dr. Luiz Carvalho... Nutrólogo e Nutricionista

Gabriela Zanatta... Nutróloga e Nutricionista


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Doenças de transmissão sexual (DTS)

As doenças sexualmente transmissíveis são doenças que se transmitem pelo contacto sexual íntimo e são provocadas por bactérias, fungos e vírus.



Sintomas
Prurido, ardor, dores, dispareunia, vesículas, ulcerações, por vezes corrimento, com ou sem cheiro desagradável.

Micose vaginal (Candida albicans): prurido, ardor na vulva e na vagina, corrimento esbranquiçado, vulva inflamada, dores durante as relações sexuais. Pode ter origem não-sexual (digestiva, por exemplo). Pessoas com imunidade diminuída (HIV, idosos) ou que tomam antibióticos são mais susceptíveis a ter recidivas.

Vaginose bacteriana (Gardnerella vaginalis, muitas vezes presente na vagina de mulheres saudáveis, mas também Mycoplasma hominis, Prevotella, Mobiluncus são os microrganismos considerados como principais responsáveis): corrimento fluido branco-sujo, frequentemente com cheiro desagradável, por vezes ardor após as relações. Risco de salpingite, parto prematuro e complicações neonatais.

Tricomoniase vaginal: corrimento esverdeado, espumoso, abundante, acompanhado de prurido, ardor; desconforto, dores, por vezes insuportáveis, durante as relações sexuais.

Infecções genitais por clamidias e gonococos (Neisseria gonorrhoeae): frequentemente associadas a uretrite (síndroma uretral), manifestam-se por uma cervicite mucopurulenta (inflamação do colo do útero) pouco dolorosa, mas existe um risco de doença inflamatória pélvica com salpingite, lesões das trompas de Falópio, dores pélvicas e até esterilidade.

Herpes genital (vírus do herpes simples tipo 2, VHS2): febre e formigueiro precedendo uma erupção de pequenas vesículas que rebentam e originam úlceras dolorosas, podendo sobrevir uma infecção na vulva. Gânglios inguinais aumentados, sensíveis e dolorosos. Recidiva possível antes da menstruação. Frequente e grave em caso de infecção pelo vírus da sida.

Infecções pelo vírus VPH, ou HPV (vírus papiloma, condilomas): prurido, ardor antes ou depois das relações, pequenas verrugas (condilomas acuminados).

Pediculose púbica: intenso prurido genital causado pela presença de piolhos do púbis (Phthirus pubis), Sarna (Scarcoptes scabel): prurido, lesões.

Sífilis (Treponema pallidum): manifesta-se na zona vulvar por úlcera dura e húmida que aparece depois da contaminação sexual. Lesão indolor muito contagiosa.

Cancro mole, ou cancróíde (Haemophilus ducreyi): ulcerações dolorosas, moles. Frequentemente, gânglio inflamado ao nível da virilha, que acaba por rebentar.

DTS sem sintomas locais: em geral, a transmissão por via sexual do vírus da hepatite B (VHB) e do vírus da sida (VIH) não é acompanhada por sinais locais ou lesões do aparelho genital.


Pessoas mais em risco
- Mulheres com múltiplos parceiros sexuais (o sistema de defesa imunitário adapta-se menos bem em situações múltiplas diferentes do que numa situação idêntica repetida).
- Mulheres com deficiência imunitária (devido à sida ou a tratamento prolongado com corticosteróides), que as torna mais vulneráveis, particularmente à sífilis.


Porque dói?
As infecções sexualmente transmissíveis podem atingir a vulva (vulvite), a vagina (vaginite), o colo (cervicite), o útero (endometrite}, as trompas de Falópio (salpingite). Estas infecções provocam inflamação, irritação ou ulcerações, expondo o tecido submucoso, muito sensível.


O que pode fazer?
Consulte um médico.


Que tratamentos?
Medicamentos
- Micose vaginal
: os tratamentos são locais (óvulos, cremes, sabonetes). Por vezes, recorre-se a antimicóticos por via sistémica em caso de recidiva ou de foco intestinal
- Vaginose bacteriana e tricomoníase vaginal: o tratamento é local e sistémico.
- Chlamydia trachomatis: o tratamento com azitromicina numa única toma substituiu as tetraciclinas tomadas durante 2 a 3 semanas.
- Gonorreia: a penicilina é o primeiro antibiótico a ser prescrito.
- Herpes: aciclovir em comprimidos, creme e intravenoso nos casos graves. Pode tomar-se durante bastante tempo para diminuir as recidivas. Durante os surtos, aconselha-se a abstinência sexual.
- Infecções pelo vírus HPV: é necessário procurar outras DTS e fazer um esfregaço do colo do útero. O tratamento local (podofilina, ácido tricloracético) pode não ser suficiente, praticando-se então um laser CO2 com anestesia local ou geral.
Pediculose púbica e sarna: o tratamento é local e deve ser repetido.
- Sífilis: a penicilina é o antibiótico habitual.
- Cancro mole: antibióticos de várias famílias.


Cirurgia
Certos tipos do vírus VPH que infectam o colo do útero podem evoluir para lesões pré-cancerosas. Intervém-se com Laser CO2 ou por cirurgia (conização).


As outras medicinas
Acupunctura e medicina chinesa
Podem ser úteis associadas aos tratamentos habituais para restabelecer as defesas imunitárias.
Homeopatia e fitoterapia
Podem associar-se vários remédios homeopáticos e fitoaromaterapêuticos nas infecções virais (VPH, VHS), bacterianas ou micóticas recorrentes para promover a imunidade e para uma acção antiviral mais específica.
Naturopatia A modificação do regime alimentar e do meio permite um tratamento eficaz das micoses recorrentes.


artigo retirado daqui