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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Novo gel poderá reparar danos na espinal medula


Novo gel poderá reparar danos na espinal medula
 
Um grupo de investigadores da Universidade de San Diego - Califórnia, nos EUA, desenvolveu um gel capaz de reparar "a um nível surpreendente" lesões severas na espinal medula em ratinhos, permitindo-lhes recuperar parte do movimento. Caso o tratamento possa ser aplicado em humanos, este será um enorme passo para pessoas total ou parcialmente paralisadas.
 
A equipa de especialistas norte-americanos, na qual participou o neuro-cientista Mark Tuszynski, criou o gel em questão a partir de uma mistura de células estaminais nervosas, uma proteína do sangue - a fibrina - e químicos de crescimento. Depois, a substância foi aplicada em roedores com lesões graves na espinha.
 
"Com o uso deste método, passadas seis semanas, o número de axões [pequenas fibras que enviam sinais das células nervosas a outras células e à espinal medula, constituindo uma parte essencial da rede de comunicação do sistema nervoso central] aumentou mais de 200 vezes na zona afectada", afirma Tuszynski em comunicado.
 
"Além disso, o mais importante é que a regeneração dos axões resultou numa significativa melhoria funcional [ao nível do movimento"], embora o problema não tenha ficado tratado por completo, explica o cientista.
 
O gel, administrado a ratinhos que perderam a função motora, permitiu-lhes ganhar algum movimento, apesar de limitado, e mexer parte das articulações das pernas afectadas pelas lesões. Os especialistas reproduziram, depois, a técnica, com células estaminais humanas, também nestes animais, obtendo exactamente os mesmos resultados.
 
De acordo com os investigadores, o estudo, publicado na revista científica Cell, prova que os neurónios em fase precoce conseguem ultrapassar os inibidores presentes no sistema nervoso adulto. Mark Tuszynski, co-autor do trabalho, adianta que a equipa está já a realizar testes para "determinar se a técnica pode ser aplicada em humanos".

Clique AQUI para aceder ao artigo (em inglês).
 
fonte: Boas Notícias

2 comentários:

Celle disse...

Fê, queira Deus que estas pesquisas possam realmente trazer curas futuramente aos necessitados!Quantas pessoas poderiam se beneficiarem do tratamento!
Beijos
Celle

Celle disse...

Fê, queira Deus que estas pesquisas possam realmente trazer curas futuramente aos necessitados!Quantas pessoas poderiam se beneficiarem do tratamento!
Beijos
Celle