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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

quinta-feira, 3 de março de 2016

DIETAS GORDAS AUMENTAM RISCO DE CANCRO



Estudo revela porque é que dietas 'gordas' aumentam risco de cancro

Cientistas encontraram a molécula responsável pela interacção.

Estudo revela que a gordura faz com que as células-tronco precursoras do tumor proliferarem no intestino.

Um grupo de cientistas realizou estudos em ratos e conseguiu perceber o mecanismo biológico que faz com que alimentos gordurosos e nada saudáveis (também conhecidos como ‘junk food’) aumentem o risco de o intestino desenvolver cancro.

De acordo com a investigação, o consumo de gordura faz com que o intestino produza mais células-tronco - células versáteis responsáveis por regenerar a parede intestinal, que sofre desgastes constantemente.

As células-tronco são “indiferenciadas” e capazes de se tornar noutros tipos de tecido no organismo, uma qualidade que, por outro lado, também as coloca em maior risco de produzir tumores. Daí a ligação entre a gordura e o cancro.

"Uma dieta altamente gordurosa aumenta o número e a proliferação de células-tronco intestinais, que podem ser parcialmente responsáveis pelo aumento no número de tumores intestinais", escrevem os investigadores do estudo na revista Nature 
 O trabalho foi liderado por Semir Beyaz, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

"É necessário fazer mais estudos para determinar se algumas intervenções alimentares ou farmacológicas viradas para as células-tronco intestinais poderiam manter a função intestinal saudável e reduzir a incidência de tumores", escreve Pere Puigserver, biólogo da Universidade Harvard, comentando a pesquisa de Beyaz.

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