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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

sábado, 30 de julho de 2016

MINI-DERRAMES (AIT)



O que são mini-derrames cerebrais e o que podem indicar

Os mini-derrames, ou acidentes isquémicos transitórios (AIT) indicam que pode correr o risco de sofrer um AVC nos próximos meses.

Os sinais do mini-derrame são parecidos aos do derrame (AVC), porém mais fracos e de menor duração. Em alguns casos, duram apenas alguns minutos. Mas não devem ser ignorados. Segundo a revista da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, a Harvard Health Publications, "cerca de 33% das pessoas que sofreram um AIT têm um derrame cerebral no período de um ano".

"A cadeia de eventos que levam a um AIT é basicamente a mesma que leva a um derrame cerebral", afirmou o médico Louis Caplan num outro artigo da mesma publicação . "Uma pessoa que tem um AIT sofreu uma isquemia (...) sem dano duradouro no cérebro. Mas as mesmas causas subjacentes (de um derrame cerebral) ainda estão presentes e é muito provável que provoquem um derrame cerebral num futuro próximo." De acordo com a associação britânica Stroke Association, um AIT é provocado por uma falta temporária de fluxo sanguíneo no cérebro e pode ser diagnosticado como um derrame cerebral, apesar dos sintomas serem temporários. Quanto ao nome acidente esquémico transitório (AIT), o professor de neurologia Louis Caplan explica à BBC que transitório se refere ao facto de estes mini-derrames serem geralmente “muito breves, duram menos de uma hora”, isquémico pois os “sintomas são resultado de umas obstrução no fluxo sanguíneo” e acidente por ser um evento isolado.

Deve-se estar alerta para sintomas como: debilidade repentina, incluindo dificuldade em andar e em levantar os braços e debilidade nos músculos do rosto – que parece caído e fica dormente, sensação de confusão e lentidão a falar.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece que a maioria dos pacientes que sofreram um ou mais mini-derrames pode ter um derrame cerebral no futuro. Mas esclarece ainda que uma pessoa também pode ter um derrame sem ter sofrido um episódio de menor gravidade.

O presidente-executivo da Stroke Association, Jon Barrick sublinhou à BBC que apesar de muitas pessoas não darem importância aos mini-derrames "porque os sintomas são rápidos ou leves", “quando os sintomas começam, deve chamar (a ambulância) e dizer que está a sofrer um derrame".

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