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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

segunda-feira, 10 de março de 2014

DETECTAR CANCRO DA PRÓSTATA FACILMENTE


Simples teste de urina pode substituir exames para detectar cancro da próstata
Visão.15:45 Quarta feira, 5 de Março de 2014

O novo teste vai permitir detectar o cancro da próstata com maior eficácia e com um custo reduzido: cerca de 12 euros

Um simples teste de urina vai ser suficiente para detectar o cancro da próstata e a sua gravidade, sem necessidade de exame rectal, e de forma duas vezes mais fiável do que os testes ao sangue.

O facto de os pacientes não terem de se submeter a intervenções que além de embaraçosas, como são vistas por muitos, podem ser também dolorosas, aliado ao baixo custo deste exame, aproximadamente 12 euros, poderá ser a chave para um maior controlo da doença.

Os testes ao sangue usados para a detecção deste tipo de cancro têm uma elevada percentagem de erro, sujeitando os pacientes a fazer biópsias escusadas perante um falso positivo.

O teste sanguíneo pode ainda não conseguir detectar o cancro até este se ter espalhado pelo corpo, dificultando o tratamento.

Em ensaios clínicos, o novo teste à urina detectou 70% dos cancros da próstata, duas vezes mais do que os testes ao sangue.

Os investigadores da Universidade de Surrey que criaram o teste já negociaram a sua comercialização com duas empresas, e esperam que esteja disponível até ao final do ano em Inglaterra.

Segundo dados do Portal de Oncologia Português, o cancro da próstata é o tipo de cancro mais frequente no homem - existem aproximadamente 4 mil casos novos todos os anos.

Este tipo de cancro vítima cerca de 1.800 pessoas por ano no nosso país. Após o diagnóstico, estima-se que a sobrevivência ao fim de cinco anos é de quase 100%.

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