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Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

SABER MAIS SOBRE A DEPRESSÃO

"Depressão só com calmantes é como tentar curar pneumonia com aspirina"

Texto de ANABELA DE SOUSA DANTAS em 170731

Pais Álvaro de Carvalho, diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental da Direção-Geral da Saúde (DGS), é o entrevistado de hoje do Vozes ao Minuto.


© GlobalImagens Foto de ÁLVARO DE CARVALHO

Recentemente, o tema da depressão e da Saúde Mental voltou a surgir nas notícias de forma dramática após a morte de Chester Bennington, um dos vocalistas dos Linkin Park. O suicídio do artista trouxe ao espaço mediático a ameaça silenciosa da depressão e do efeito paralisante que pode ter na vida profissional e social de uma pessoa. Mesmo que não seja claro.

Álvaro de Carvalho, diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental da Direção-Geral da Saúde (DGS), falou com o Notícias ao Minuto sobre a Saúde Mental em Portugal. Sobre a falta de informação que ainda existe, “sobretudo nas faculdades de Medicina, entre as gerações mais velhas de médicos”, e do urgente que se torna a devida articulação entre equipas especializadas em Saúde Mental e cuidados de saúde primários, principalmente nas zonas mais isoladas.

O também coordenador do Plano Nacional de Prevenção de Suicídio (2013 – 2017) sublinha, no entanto, que estão a ser dados passos importantes nesta área. Destacou, por exemplo, o protocolo com o Ministério da Administração Interna (MAI) com relação aos casos de suicídio nas forças de segurança.

A depressão e o suicídio voltaram estes dias às notícias na sequência da morte de Chester Bennington, um artista norte-americano. Acha que a sensibilidade em torno deste tema contribui para a estigmatização da doença?

O problema é que não contribui só para a estigmatização, contribui para o risco de imitação, ou seja, do efeito Werther. Por isso é que há normas da Organização Mundial de Saúde (OMS) que estão traduzidas para português pela Sociedade Portuguesa de Suicidologia que recomendam à Comunicação Social, não que trate com modo de censura, mas sim com pinças este tipo de notícias, quando se trata de figuras públicas.

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