Um estudo comissionado pela empresa britânica de suporte ortopédico Neo G, apurou que fazer festas a animais, ir de férias, conviver com os amigos e passar tempo com o parceiro são actividades que ajudam a aliviar o ‘peso’ dos anos, a sentir-se mais jovens.
Os investigadores afirmam que os indivíduos mais activos sentem-se entre 12 a 15 anos mais rejuvenescidos, relativamente às pessoas menos activas.
Paul Starkey, porta-voz da Neo G, disse: “Há séculos que queremos e tentamos sentirmo-nos e parecermos mais jovens”.
“Quando se trata de reter a juventude – não é de todo cliché – sentirmo-nos jovens por dentro é um factor fundamental”.
“As pessoas que parecem e se sentem muito mais jovens do que aquilo que aparentam – os chamados jovens de espírito – sempre foram um mistério para a ciência, por isso e felizmente esta pesquisa conseguiu revelar algumas das atividades que podemos incorporar no nosso dia a dia para alcançar essa forma de estar”.
“Este estudo salienta a necessidade de continuarmos a cuidar de nós próprios, independentemente da idade e de aproveitar o melhor que a vida tem para nos oferecer – quer isso para uns signifique ser mais ativo ou passar mais tempo com os amigos e a família”, reiterou Starkey.
Recordo que aqui publiquei os seguintes postes relacionados com este assunto:
MANTER O CÉREBRO JOVEM E SAUDÁVEL http://paoesaude.blogspot.com/2018/09/manter-o-cerebro-jovem-e-saudavel.html
REGRAS PARA IDOSOS http://cvssemprejovens.blogspot.com/2018/09/regras-para-idosos.html
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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
sexta-feira, 19 de junho de 2015
DEPRESSÃO NO IDOSO
DEPRESSÃO ACUDIDA A TEMPO É REVERSÍVEL, NÃO DESANIMAR COM OS EFEITOS COLATERAIS DO INICIO DO TRATAMENTO.
EFEITO APÓS A TERCEIRA SEMANA...
quinta-feira, 18 de junho de 2015
IDOSOS PRECISAM DE SOLIDARIEDADE
Tenho ido visitar pessoa amiga internada numa Casa de Repouso em CASCAIS e saio sempre preocupado, com as condições do fim da vida de muita gente que, embora se encontre num lar com pessoal carinhoso e eficiente, vive abandonada pelos familiares e amigos que o esqueceram. Há pessoas muito deficientes e afastadas do mundo real, que precisam de receber visitas frequentes de familiares e de amigos.
Por seu lado, as comunicações dos residentes entre si raramente são animadoras, dado o seu estado de saúde mental e desgaste psíquico agravado pelas saudades dos seus anteriores «amigos» conhecidos e familiares que deixaram de lhes dar o indispensável afecto e carinho.
Muitas pessoas que conhecem um destes idosos a quem dirigiam palavras amáveis, de ocasião, provam agora que não sentiam por eles um mínimo de afecto, de amizade. Por vezes, perguntam por eles no café ou no restaurante onde os encontravam, mas não dão um passo para fazer um gesto, um carinho, um afago que anime e melhore a qualidade de vida psíquica da pessoa de quem era suposto serem amigas. Não interessa levar uma guloseima, mas é importante dizer uma palavra amiga, fazer uma carícia na mão ou na face, o que não custa dinheiro. Mesmo quem trabalha o dia inteiro, pode fazer isso, ocasionalmente, depois do trabalho ou no fim-de-semana.
A SOCIEDADE É POUCO SOLIDÁRIA E OS IDOSOS SÃO OS MAIS PENALIZADOS POR ISSO. PENSEMOS NAQUILO QUE GOSTAREMOS DE SENTIR QUANDO ESTIVERMOS EM SITUAÇÃO SEMELHANTE.
Não custa muito, num momento mais livre, comunicar com um conhecido que esteja solitário em casa ou internado num lar e transmitir-lhe uma palavra de conforto, de amizade, de afecto que o ajude a enfrentar com mais ânimo as suas dificuldades. E, numa visita a uma casa de repouso ou lar, procurar transmitir afecto também a outros residentes.
É preciso alertar na Internet as pessoas para tal necessidade de solidariedade. Devemos procurar melhorar a afectividade da humanidade.
domingo, 26 de junho de 2011
Idosos e excesso de medicamentos

Transcrição com intenção de ALERTA:
Medicamentos dados a idosos podem estar a fazer mal, diz estudo
25.06.2011 - 14:30 Por PÚBLICO
Demência e até morte associados a 80 drogas diferentes.
As pessoas com mais de 65 anos que tomam vários medicamentos podem estar a prejudicar a capacidade mental e ter um risco acrescido de morte. Um estudo que envolveu 13 mil homens e mulheres com estas idades verificou que cerca de metade utilizavam químicos que em conjunto podem estar associados a este efeito. O artigo foi publicado hoje na revista The Journal of the American Geriatrics Society.
Pessoas que estão em instituições tomam mais medicamentos com este efeito. (arquivo)
O cerne da investigação é o efeito anticolinérgico de 80 medicamentos avaliados. Uma das substâncias importantes para a manutenção das ligações entre as células do cérebro é a acetilcolina. O efeito anticolinérgico impede o trabalho desta molécula.
Há muitos medicamentos que causam esta acção, desde tratamentos à incontinência, comprimidos que ajudam a dormir, medicamentos para doenças como a hipertensão ou paragem cardíaca. Os investigadores do Reino Unido e dos Estados Unidos avaliaram a gravidade do efeito de cada medicamento. Que podia ir de um, o efeito mínimo, a três, o máximo.
Uma pessoa que tomasse dois medicamentos com efeito mínimo e um com o efeito anticolinérgico máximo, teria uma pontuação total de cinco.
Entre 1991 e 1993, o tempo em que foi feito o estudo, 20 por cento dos pacientes que tinham uma avaliação de cinco ou mais, morreram. Em contrapartida, dos que não estavam a tomar químicos anticolinérgicos, só sete por cento é que morreu.
Por outro lado, quem tinha uma avaliação de cinco ou mais, desceu em 4 por cento nas funções cognitivas.
“As nossas descobertas mostram claramente que os médicos precisam de rever o peso cumulativo de anticolinérgicos nas pessoas com dificuldades cognitivas para determinar se as drogas estão a causar um declínio no estado mental”, disse em comunicado um dos co-autores do estudo, Malaz Boustani, médico e investigador na Escola de medicina da Universidade do Indiana.
O estudo também mostra que pessoas mais velhas, com um rendimento menor, e com mais problemas de saúde tomavam mais estes medicamentos. Assim como as pessoas que estavam em instituições.
Medicamentos dados a idosos podem estar a fazer mal, diz estudo
25.06.2011 - 14:30 Por PÚBLICO
Demência e até morte associados a 80 drogas diferentes.
As pessoas com mais de 65 anos que tomam vários medicamentos podem estar a prejudicar a capacidade mental e ter um risco acrescido de morte. Um estudo que envolveu 13 mil homens e mulheres com estas idades verificou que cerca de metade utilizavam químicos que em conjunto podem estar associados a este efeito. O artigo foi publicado hoje na revista The Journal of the American Geriatrics Society.
Pessoas que estão em instituições tomam mais medicamentos com este efeito. (arquivo)
O cerne da investigação é o efeito anticolinérgico de 80 medicamentos avaliados. Uma das substâncias importantes para a manutenção das ligações entre as células do cérebro é a acetilcolina. O efeito anticolinérgico impede o trabalho desta molécula.
Há muitos medicamentos que causam esta acção, desde tratamentos à incontinência, comprimidos que ajudam a dormir, medicamentos para doenças como a hipertensão ou paragem cardíaca. Os investigadores do Reino Unido e dos Estados Unidos avaliaram a gravidade do efeito de cada medicamento. Que podia ir de um, o efeito mínimo, a três, o máximo.
Uma pessoa que tomasse dois medicamentos com efeito mínimo e um com o efeito anticolinérgico máximo, teria uma pontuação total de cinco.
Entre 1991 e 1993, o tempo em que foi feito o estudo, 20 por cento dos pacientes que tinham uma avaliação de cinco ou mais, morreram. Em contrapartida, dos que não estavam a tomar químicos anticolinérgicos, só sete por cento é que morreu.
Por outro lado, quem tinha uma avaliação de cinco ou mais, desceu em 4 por cento nas funções cognitivas.
“As nossas descobertas mostram claramente que os médicos precisam de rever o peso cumulativo de anticolinérgicos nas pessoas com dificuldades cognitivas para determinar se as drogas estão a causar um declínio no estado mental”, disse em comunicado um dos co-autores do estudo, Malaz Boustani, médico e investigador na Escola de medicina da Universidade do Indiana.
O estudo também mostra que pessoas mais velhas, com um rendimento menor, e com mais problemas de saúde tomavam mais estes medicamentos. Assim como as pessoas que estavam em instituições.
Imagem de Adriano Miranda
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Alimentação saudável para idosos
- Considerações Nutricionais
Os jovens idosos podem ainda ter cerca de 20 anos activos à sua frente, por isso manter-se em forma e saudável é o objectivo principal na alimentação. Os idosos são mais susceptíveis de desenvolverem doenças crónicas, o que significará um maior apoio. Este grupo é o que apresenta uma maior taxa de crescimento na sociedade e tem necessidades nutricionais muito específicas.
Contudo, os conselhos nutricionais devem ser baseados nas características individuais do idoso, e não na sua idade cronológica.
- Necessidades Nutricionais
Gordura:
Restringir a ingestão de gorduras, em especial gorduras saturadas (gorduras de origem animal) de modo a manter a saúde cardiovascular, continua a ser um excelente conselho para idosos que estão bem e em forma. Acima dos 75 anos de idade, a restrição de gorduras não é aconselhada da mesma forma. A restrição de gorduras não é definitivamente aconselhada para aqueles que são frágeis, sofreram uma quebra de peso, ou têm fraco apetite. De facto, nestas situações, gordura adicional pode ser usada para aumentar as calorias nas refeições de modo a ganhar algum peso.
Fibras:
Muitos idosos sofrem de obstipação e outros problemas intestinais. Para ajudar a minimizar estes problemas, o consumo de cereais, frutas e legumes deve ser encorajado, mas a ingestão exagerada de fibras não é a resposta, já que podem interferir com a absorção de outros nutrientes essenciais. Para ajudar os intestinos a funcionarem normalmente, é também muito importante beber bastantes líquidos, aproximadamente 6 copos por dia.
Fonte:Site Médico
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Cuidados com a saúde depois dos 60 anos
Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:-Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?
Alguns arriscam: "Tumor na cabeça".
Eu digo: "Não". Outros apostam: "Mal de Alzheimer".
Respondo, novamente: "Não".
A cada negativa a turma espanta-se.
E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira.
Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo.
Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica..
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.
Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
Por isso, aqui vão dois alertas.
O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos.
Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro.
Lembrem-se disso!
Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos.
Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.
"Líquido neles e rápido para um serviço médico".
Autor: Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Recebido por e-mail do amigo João Garção
Sobre este tema sugere-se a leitura de:
A importância da água e a Saúde...
Prisão de ventre como a tratar
Água com estômago vazio
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