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quarta-feira, 12 de abril de 2017

NÃO COMA CARNE TODOS OS DIAS

Cada vez mais estudos sugerem que se deve limitar o consumo diário de carne – seja pelo ambiente, pela saúde do corpo ou puramente para poupar.

Tendo isto em consideração, várias pessoas têm adotado o ‘dia sem carne’. Parece-lhe impossível passar um dia sem comer qualquer tipo de carne? Não só é totalmente possível, como até é capaz de o fazer sem qualquer sofrimento ou ausência de sabor e prazer a comer.

O Buena Vida do El País partilha os quatro truques essenciais para conseguir ‘sobreviver’ a um dia sem carne:

Certifique-se de que continua a ingerir proteínas. A Universidade de Harvard aconselha a incluir 25% de proteínas saudáveis em cada refeição. Estas podem vir de legumes, frutos secos, tofu, peixe ou ovos, em vez da carne vermelha ou processada – cujo consumo não deve ser superior a 500gr.

Conheça as alternativas à carne. O tofu e outros derivados da soja são grandes alternativas à carne, mas não são as únicas. Não se esqueça das fontes de proteína vegetal. As melhores são: cogumelos, ervilhas, espinafre, repolho, brócolos, couve-de-bruxelas, alcachofra, espargos e milho.

Não caia no erro de substituir a carne por hidratos de carbono. Aumentar o consumo de hidratos de carbono refinados e diminuir o consumo de proteína afeta negativamente os níveis de açúcar e colesterol no sangue, aumentando o risco de doenças cardiovasculares e diabetes. Além disso a proteína promove uma saciedade mais duradoura do que os hidratos de carbono, se só apostar nos segundos vai passar o dia com fome e sem energia.

Inscreva-se numa iniciativa de grupo. O ‘World Free Meat Day’ celebra-se a 12 de junho. Inscrever-se neste ou noutras iniciativas do género com pessoas conhecidas ou desconhecidas vai tornar a tarefa de não comer carne durante um dia muito mais fácil e até recompensadora.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

CINCO RAZÕES PARA EVITAR COMER CARNE



Texto extraído daqui

 Adoptar uma alimentação que exclua a ingestão de carne pode trazer vários benefícios à sua saúde.

As pessoas esclarecidas preocupam-se em seguir um estilo de vida mais saudável que exclua os alimentos considerados prejudiciais à saúde.

A carne não é prejudicial e muitos médicos e nutricionistas defendem o seu consumo, mesmo que moderado, devido ao leque de nutrientes que porta. Contudo, é importante compreender que não comer carne é também um hábito saudável e que pode trazer benefícios à saúde.

E por isso mesmo o The Independent listou cinco boas consequências positivas na saúde que a exclusão de carne e uma dieta vegetariana trazem:

1. Uma dieta vegetariana é, por norma, rica em potássio e baixa em sódio. O potássio (presente em vegetais, grãos, frutas e legumes) é amigo da tensão arterial, do colesterol e do coração, reduzindo os riscos de ataque cardíaco.

2. Ter um estilo de vida saudável focado numa alimentação equilibrada é uma forma eficaz de prevenir o aparecimento dos mais variados tipos de cancro. Para o The Independet, quanto mais colorido estiver o seu prato, mais forte será a sua contribuição para prevenir a doença. A fibra dietética, comum entre os vegetarianos, é uma óptima aliada na prevenção do cancro do cólon.

3. Optar por alimentos de origem vegetal ajuda à diversidade das bactérias boas existentes no organismo e associadas à boa saúde. Estes alimentos reforçam o sistema imunológico, reduzem os riscos de inflamação, regulam o trânsito intestinal e controlam o apetite.

4. Uma dieta rica em alimentos de origem vegetal e pobre em gorduras fornece ao corpo o ‘combustível’ necessário para estabilizar os níveis de açúcar no sangue e assim ajudar no tratamento e prevenção de doenças como a Diabetes do tipo 2.

5. As frutas, legumes e vegetais são uma autêntica fonte de vitaminas, minerais e antioxidantes, isto é, os principais amigos de uma pele saudável, brilhante e sem manchas.

domingo, 20 de setembro de 2009

A Carne é «fraca»

Comer carne aumenta risco de morte
(Do jornal de Notícias de 25 de Março de 2009)

O consumo da carne vermelha ou transformada parece aumentar o risco de mortalidade, enquanto o consumo de carne branca parece reduzi-lo, segundo um estudo conduzido nos Estados Unidos e cujos resultados foram publicados esta segunda-feira.

O estudo foi conduzido, durante dez anos, em mais de meio milhão de pessoas, com idades compreendidas entre os 50 e os 71 anos. No início do estudo, em 1995, os participantes responderam a um questionário sobre o seu consumo de carne vermelha, transformada e carne branca. Foram seguidos depois, nomeadamente, das estatísticas dos serviços de segurança social.

Durante dez anos, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Os investigadores do Instituto Nacional Norte-americano do Cancro concluíram que 11% das mortes entre os homens e 16% entre as mulheres podiam ter sido evitadas por uma redução do consumo de carne vermelha e transformada. Entre os que menos consumiram carne vermelha e transformada, o risco de morte em consequência de doenças cardiovasculares era inferior em 11% nos homens e 21% nas mulheres.

Segundo os investigadores, "futuros estudos deverão concentrar-se na ligação entre o consumo e transformada e causas mais específicas de mortalidade".