Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta vinho tinto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vinho tinto. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 5 de junho de 2020

FLAVONÓIDES. SEUS BENEFÍCIOS

Flavonoides: O que são, os seus benefícios e onde encontrá-los
04/06/20 22:00 ‧ Por Notícias Ao Minuto

Descubra quais são as vantagens do consumo para o bem-estar.

Os flavonoides são compostos bioativos do grupo dos polifenóis e podem ser encontrados em diversos alimentos, na maioria frutas e vegetais.

Os principais benefícios devem-se ao seu efeito antioxidante, que combate os radicais livres. O seu potencial preventivo de condições do foro cardíaco, nomeadamente a acumulação de gordura nas artérias, é já bastante conhecido.

Alguns estudos indicam também que estes compostos podem aliviar alguns sintomas da menopausa, ajudando a controlar os afrontamentos.

Acredita-se igualmente que a sua ingestão pode prevenir o aparecimento de determinadas condições crónicas.

Os flavonoides podem ser encontrados em alimentos como o vinho tinto, o chocolate negro, chás verde e preto, morangos, framboesas, romãs, brócolos, entre outros.

Leia Também: As cinco vitaminas que tem mesmo de tomar durante a pandemia https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1479437/as-cinco-vitaminas-que-tem-mesmo-de-tomar-durante-a-pandemia

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

BEBIDA MODERADA REDUZ RISCO DE DIABETES

Risco de diabetes é menor com bebida moderada
Texto de Filomena Neves em 20170801


JOSÉ MOTA / GLOBAL IMAGENS

Investigadores da Dinamarca avaliaram os hábitos de consumo de álcool de mais de 70 mil pessoas.

Consumido com moderação, o álcool, e sobretudo o vinho tinto, tem mais benefícios do que inconvenientes - desde que não exista nenhum problema de saúde. É isso que confirmam os resultados de um estudo realizado por investigadores do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Sul da Dinamarca e agora publicado na revista científica Diabetologia.

De acordo com os principais dados do estudo, que foi liderado por Janne Tolstrup, ingerir três a quatro bebidas alcoólicas por semana (uma em cada dia) tem um efeito protetor significativo em relação à diabetes, diminuindo esse risco daquela doença em 27% nas mulheres e em 32% nos homens. Mas o dado mais curioso, quase surpreendente, é este: quem tem estca rotina de bebida, de três a quatro bebidas por semana, distribuídas pelo mesmo número de dias, está mais protegido em relação à diabetes do que quem não bebe de todo, ou bebe apenas esporadicamente.

O estudo confirma também, em linha com resultados de investigações anteriores, que há benefícios claros na ingestão moderada de vinho tinto: sete copos, ou pouco mais por semana. O efeito protetor da diabetes, nestes casos, chega aos 25% a 30% de menor risco de contrair a doença para todos.

No caso do vinho tinto, os cientistas pensam que este efeito protector estará relacionado com umas substâncias chamadas polifenóis, que existem no vinho, e que interferem com a presença de açúcar no sangue, com esta bebida a ganhar ao branco neste efeito protector. Na comparação que foi feita, as pessoas, tanto homens como mulheres, que bebiam os tais sete copos, ou pouco mais, de vinho tinto por semana, mostravam ter menos risco de diabetes do que as que bebiam um copo, ou nenhum, no mesmo período.

O estudo teve por base os dados da avaliação de saúde realizada na Dinamarca para 2007 e 2008, em que cidadãos com mais de 18 anos responderam a um questionário sobre estilos de vida e saúde. Os que já tinham diabetes foram excluídos do estudo, bem como as grávidas ou as mulheres que tinham tido filhos há pouco tempo. No final, o estudo abrangeu um total de 70 551 pessoas, a quem foram pedidos detalhes sobre o seu consumo de álcool, e que depois foram seguidas durante mais quatro anos e nove meses.

Os investigadores queriam, justamente, discriminar os consumos de álcool: de uma ou menos bebidas por semana, uma a duas (em dias diferentes), três a quatro, distribuídas diariamente, ou cinco a sete, também enquanto consumo diário. O binge drinking, definido como cinco ou mais bebidas consumidas numa única ocasião, também foi discriminado, mas no inquérito quase não houve respostas reportando hábitos deste tipo. Além da frequência do consumo, a equipa de Janne Tolstrup também identificou os diferentes tipos de bebidas - cerveja, vinho e bebidas espirituosas - para poder avaliar os respectivos impactos em relação à diabetes. Um dos outros dados relevantes do estudo mostra que, nas mulheres, o consumo de sete ou mais bebidas espirituosas por semana está associado a um maior risco, da ordem dos 83%, de ter diabetes, em comparação com as que bebem apenas uma destas bebidas semanalmente.

domingo, 20 de setembro de 2009

Vinho tinto e seus benefícios

Vinho tinto impede infecções graves

Substância antioxidante presente em grandes quantidades no vinho mostrou ter mais um bom efeito.

Já se sabia que o vinho tinto contém substâncias antioxidantes que fazem bem à saúde, quando o seu consumo é moderado. Mas os amantes de um bom vinho têm agora mais uma razão para o beber. Uma equipa de investigadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, anunciou ter descoberto que um antioxidante presente em grandes concentrações no vinho tinto ajuda a prevenir infecções capazes de degenerar em septicemias (infecções generalizadas, quase sempre mortais).

Esse antioxidante, o resveratrol, encontra-se sobretudo nas grainhas e na película de casca da uva e existe em quantidades superiores no vinho tinto, em relação ao vinho branco.

A este resveratrol já estavam associados benefícios para a saúde, como a prevenção de coágulos no sangue ou o combate ao cancro. O rótulo de agente anti-septicemia vem agora juntar-se ao rol das suas qualidades.

Os cientistas estudaram estes efeitos em ratinhos que, tratados com resveratrol, não desenvolveram infecções idênticas à septicemia dos humanos, apesar de expostos a essa possibilidade. Os animais que não receberam o tratamento com aquele antioxidante não tiveram tanta sorte. Os cientistas dizem que esta substância impede a formação de duas enzimas que têm um papel essencial no aparecimento de inflamações graves.