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terça-feira, 29 de maio de 2012

Aspirina pode ajudar a prevenir cancro da pele


Aspirina pode ajudar a prevenir cancro da pele
Quem toma regularmente aspirina ou medicamentos similares pode reduzir em cerca de 15% o risco de desenvolver cancro da pele, incluindo melanoma maligno - o tipo mais mortífero da doença. A conclusão é de um estudo dinamarquês que envolveu cerca de 200.000 pessoas.
Embora os especialistas continuem a reafirmar que as melhores formas de prevenir o cancro da pele sejam utilizar protector solar e evitar a exposição prolongada ao sol, o trabalho desenvolvido indica que os anti-inflamatórios não esteróides, isto é, os fármacos capazes de controlar inflamações, diminuir a dor e combater a febre e que vão desde a aspirina ao ibuprofeno, podem igualmente ter um efeito protector.
De acordo com a BBC, dos 200.000 participantes envolvidos no estudo, cerca de 18.000 foram diagnosticados com um dos três tipos de cancro da pele. Os investigadores analisaram os registos médicos destes indivíduos para calcular a quantos deles tinha sido prescrita esta espécie de medicamento, em muitos casos devido a problemas cardíacos ou artrite.
A análise mostrou que aqueles a quem foram prescritos mais frequentemente anti-inflamatórios não esteróides apresentavam menor probabilidade de sofrer de cancro da pele. Além disso, os dados evidenciaram que quanto maior a dose e quanto mais prolongado o período da toma, mais ampla a protecção.

  Protecção poderá alargar-se a outros cancros
Ainda assim, os cientistas do University Hospital, na Dinamarca, salientam que é necessária uma pesquisa mais aprofundada com o objectivo de confirmar os resultados e encontrar explicações para os mesmos. 
Isto porque não foi tida em conta a exposição ao sol - a maior causa desta doença - e, embora tenha sido encontrada uma ligação entre as prescrições e a probabilidade de cancro, a equipa não teve possibilidade de monitorizar de forma precisa a quantidade de medicamentos ingerida por cada um dos indivíduos, até porque é possível adquirir fármacos como a aspirina sem receita médica.
Estudos anteriores, efectuados com animais, já tinham sugerido que os anti-inflamatórios não esteróides teriam capacidade de bloquear o crescimento das lesões pré-cancerosas na pele, mas ainda não é certo que o efeito seja exactamente igual nos humanos. 
Os especialistas suspeitam também que estes medicamentos possam proteger muitos contra outros tipos de cancro, como o cancro do intestino. Porém, deixam o alerta: mesmo que esta protecção seja uma realidade, é indispensável continuar a ter cuidados sérios com o Sol.
fonte: Boas Notícias

sexta-feira, 23 de março de 2012

Aspirina 100 reduz risco de cancro


Segundo o artigo Aspirina pode reduzir risco de cancro e metástases, este medicamento além de ser utilizado para evitar problemas circulatórios, é eficiente para reduzir o risco de cancro, pois «Uma pequena dose diária de aspirina durante apenas três anos pode ajudar e reduzir em um quarto o risco de cancro e mesmo travar o seu desenvolvimento e processo de metastização. Esta é a conclusão de três estudos publicados no The Lancet esta semana.»

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aspirina no ataque cardíaco

Como usar a aspirina no ataque cardíaco, em caso de emergência
Uma Nota importante sobre os ataques cardíacos:

Fique sabendo que há outros sintomas de ataques cardíacos, para além da dor no braço esquerdo. Deve também prestar atenção a uma dor intensa no queixo, assim como às náuseas e aos suores abundantes, pois estes também não são sintomas vulgares.

Detalhe: Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, já não se levantaram. Porém... a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um pouco de água. Em seguida, ligue para o 112 e diga 'ataque cardíaco' e que tomou 2 Aspirinas.

Sente-se numa cadeira ou sofá e espere pela chegada dos atendentes da Emergência do 112 e ... ...NÃO SE DEITE!!!!

Um cardiologista afirmou que, se cada pessoa difundir esta mensagem para 10 outras pessoas, com certeza pelo menos uma vida poderá ser salva! Salve a sua vida e as dos outros seres humanos.

Imagem do Google

sábado, 29 de outubro de 2011

Aspirina é anticancerígena

Segundo a notícia Aspirina pode reduzir alguns casos de cancros hereditários para metade publicada no PÚBLICO de 28-10-2011 por Romana Borja-Santos, uma Investigação publicada na revista Lancet, mostra que a aspirina, um dos medicamentos mais conhecidos e consumidos em todo o mundo, voltou a alargar os seus potenciais benefícios: o fármaco foi utilizado num estudo que seguiu cerca de 1000 doentes ao longo de dez anos e mostrou-se eficaz a reduzir o risco de incidência de cancros hereditários – sobretudo o cancro colo-rectal e o cancro do colo do útero.

A investigação, que é hoje publicada na revista científica Lancet, coordenada pela Universidade de Newcastle e financiada pelo instituto Cancer Research do Reino Unido, revelou que a toma regular de aspirina (cuja substância activa é o ácido acetilsalicílico) pode reduzir a incidência e a progressão de alguns cancros de base hereditária.

A dose ideal de aspirina ainda não foi clarificada e pode ser determinante para a toxicidade.

Para ler o artigo completo faça clic Aqui

Imagem de arquivo

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Aspirina . Mais um benefício


Transcrição de artigo com notícia credível, com interesse para os leitores:


Correio da Manhã. 07-12-2010. 

25 mil pacientes submeteram-se à investigação

Uma dose de 75 mg de aspirina reduz substancialmente as mortes dos pacientes com cancros mais comuns, segundo estudo britânico publicado esta terça-feira na revista médica 'Lancet'.

O estudo, realizado pela Universidade de Oxford em conjunto com outras entidades académicas, revela que a aspirina pode evitar um quinto das mortes provocadas pelos cancros comuns. A investigação foi realizada com 25 mil pacientes, maioritariamente provenientes do Reino Unido.

Os pacientes que tomaram a aspirina durante a investigação diminuíram 25 por cento de risco de morte por cancro e uma redução de dez por cento redução de morte por outras instâncias, comparado com os pacientes que não tomaram o remédio.

De acordo com o relatório agora publicado, o risco de cancro reduziu 20 por cento em 20 anos. Analisando os tipos de tumor de forma separada, verificou-se um decréscimo de risco de morte por cancro do esófago de 60 por cento, sendo o que registou a taxa de sucesso mais elevada. Também o risco de cancro nos intestino registou uma diminuição drástica, de 40 por cento. O cancro nos pulmões reduziu em 30 por cento e o da próstata 10 por cento.

O cancro do pâncreas, estômago e cérebro foram difíceis de quantificar dado o baixo número de mortes.

Os especialistas também não conseguiram tirar conclusões relativamente ao cancro da mama e dos ovários, por falta de dados.

Até ao agora apenas se sabia quea aspirina cortava os riscos de ataques cardíacos e enfartes, naqueles que têm maior predisposição, apesar de aumentar o risco de hemorragias no estômago e nos intestinos.

Peter Cardiff, epidemiologista da Universidade de Cardiff que participou no estudo, sugere que se beba um copo de leite para reduzir a irritação no estômago.