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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Reduzir o sódio e aumentar o potássio



A notícia Devemos comer menos sódio e mais potássio alerta para os cuidados a ter com estes elementos no equilíbrio da alimentação.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os adultos consumam menos de 2.000 mg de sódio e mais de 3.510 mg de potássio por dia, pois verifica-se que a maioria consome demasiado do primeiro e pouco do segundo.

Uma pessoa que tenha níveis elevados de sódio ou níveis reduzidos de potássio corre o risco de hipertensão arterial, o que aumenta o perigo de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

O SÓDIO existe naturalmente em alimentos como o leite e as natas (cerca de 50 mg de sódio em cada 100 g) e nos ovos (aproximadamente 80 mg/100 g).E existe também, em quantidades muito mais elevadas, em alimentos processados como o pão (250 mg/100 g), carnes processadas como o toucinho fumado (1.500 mg/100 g), aperitivos como os 'pretzels', e as pipocas (1.500 mg/100 g), e em condimentos como o molho de soja (7.000 mg/100 g), e os caldos alimentares (20.000 mg/100 g).

Entre os alimentos ricos em POTÁSSIO estão
- o feijão e as ervilhas (1.300 mg de potássio por 100 g),
- os frutos secos (600 mg/100 g),
- vegetais como os espinafres, a couve ou a salsa (550 mg/100 g)
- e frutos como as bananas, papaias e tâmaras(300 mg/100 g).


Imagem de arquivo

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Cãibras


As cãibras ou câimbras são contrações involuntárias e dolorosas de um músculo esquelético. São frequentes durante exercícios físicos extenuantes, em pessoas que não possuem condicionamento físico adequado.
Podem aparecer em diversas condições clínicas, por exemplo: hipocalcemia (baixos níveis de cálcio no sangue), hipopotassemia (baixos níveis de potássio no sangue) e baixa oxigenação.
Uma das principais causas da cãibra é o acúmulo de ácido lático no tecido, devido a degradação da glicose na ausência de oxigênio (glicólise). Havendo oxigênio suficiente, o ácido lático é convertido de volta para ácido pirúvico e transformado em acetil-CoA e dióxido de carbono, numa reação catalisada por enzimas.
A cãibra ainda é objeto de estudo, mas é certo que o espasmo é de origem nervosa ou neuromuscular. Experimentos de laboratórios têm mostrado que um músculo isolado, levado a "hiperencurtamento", permanece no estado de contração por algum tempo, a menos que seja forçado a se estender novamente. Esta situação está intimamente relacionada à cãibra.

Prevenção

A cãibra está relacionada à carência de nutrientes no organismo, principalmente o magnésio, encontrado nos vegetais de folhas verdes escuras, como a couve, a rúcula, a escarola, o espinafre, o agrião, nos grãos de feijão, como lentilhagrão-de-bico e o próprio feijão e nos cereais integrais.

São necessárias boas condições de oxigenação para evitar as cãibras. Uma vez sentindo-as, é necessário parar a atividade e respirar profundamente, massageando a área. Existem condições clínicas específicas que levam a cãibras e que devem ser tratadas especificamente por profissionais de saúde, como anemias.
Comer alimentos ricos em potássio, como banana e batata não-descascada, podem ajudar a prevenir as cãibras musculares.
Um excesso de eletricidade estática pode também provocar cãibras. O médico e pesquisador italiano Luigi Galvani (1737-1798) em coxas de rã descobriu que músculos e células nervosas eram capazes de produzir eletricidade, que ficou conhecida como então como a electricidade galvânica. Ele demonstrou que a eletricidade estática pode causar contrações musculares. No entanto, por definição, uma câimbra é uma contração muscular involuntária.

Transcrição da Wikipédia