Consumir café ou chá com açúcar mais que duplica o risco desta doença
180724. Por Liliana Lopes Monteiro
De acordo com um novo estudo, quem ingere diariamente duas colheres e meia de açúcar no café ou no chá apresenta uma probabilidade 54% maior de vir a sofrer de demência, comparativamente a quem consome essas bebidas sem qualquer adição.
Indivíduos que bebem regularmente sumos de fruta e refrigerantes também correm um risco significativamente mais elevado de virem a desenvolver aquela doença degenerativa, aponta a pesquisa inédita.
Um grupo de investigadores norte-americanos, da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, analisou as dietas de 2,226 reformados e monitorizou esses voluntários durante cerca de sete anos.
Igualmente, colocar diariamente cerca de duas colheres e meia de açúcar nos cereais ou em bolos mostrou ter o mesmo risco de 54% de aumentar a predisposição de aparecimento de Alzheimer.
Quem consome mais de metade de uma lata de refrigerante diariamente tem também uma maior hipótese, de 47%, de vir a sofrer com aquela patologia, relativamente a quem consome menos de três latas e meia anualmente. E ingerir um ‘pequeno’ sumo por dia mostrou aumentar o risco em 27%.
A coordenadora do estudo, a professora Yian Gu, disse: “Os dados apurados sugerem que as bebidas com açúcar e outras com açúcar adicionado, assim como certos alimentos, podem aumentar o risco de Alzheimer”.
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terça-feira, 24 de julho de 2018
sábado, 20 de janeiro de 2018
EVITAR AÇÚCAR SAL E GORDURAS
Optar por produtos biológicos, frescos e, se possível, locais.
Não consumir lacticínios, evitar carnes vermelhas, sal ou açúcar em excesso Ir ao ginásio com alguma frequência. O nosso intestino é, sem dúvida, o nosso segundo cérebro.
Está a ser preparada a reformulação de produtos como cereais, tostas, batatas fritas, bolachas e lacticínios. A ideia é reduzir as quantidades de sal, açúcar e gordura trans nestes alimentos. Para saber mais, veja aqui: «Reduzir açúcar, sal e gorduras não chega. Há mais medidas a caminho» https://www.dn.pt/portugal/interior/reduzir-acucar-sal-e-gorduras-nao-chega-ha-mais-medidas--a-caminho-9061246.html
Não consumir lacticínios, evitar carnes vermelhas, sal ou açúcar em excesso Ir ao ginásio com alguma frequência. O nosso intestino é, sem dúvida, o nosso segundo cérebro.
Está a ser preparada a reformulação de produtos como cereais, tostas, batatas fritas, bolachas e lacticínios. A ideia é reduzir as quantidades de sal, açúcar e gordura trans nestes alimentos. Para saber mais, veja aqui: «Reduzir açúcar, sal e gorduras não chega. Há mais medidas a caminho» https://www.dn.pt/portugal/interior/reduzir-acucar-sal-e-gorduras-nao-chega-ha-mais-medidas--a-caminho-9061246.html
domingo, 19 de fevereiro de 2017
REDUZIR O CONSUMO DE AÇÚCAR
Quer reduzir o consumo de açúcar? Faça primeiro isto
Transcrição de texto de Daniela Costa Teixeira
Já pensou como seria se banisse de vez o açúcar da sua alimentação?
Quando falamos em reduzir o consumo de açúcar ou até mesmo bani-lo, não nos referimos apenas à exclusão do açúcar refinado da lista de compras. Deixar de comprar açúcar não chega.
Para se deixar de consumir açúcar deve-se riscar da dieta vários alimentos comuns ao dia a dia, como as bolachas, o pão, os molhos, as compotas, os iogurtes e até mesmo os sumos naturais. Todos estes alimentos escondem variáveis de açúcar e a única forma de não sofrer consequências ao consumi-los é passar a confecioná-los em casa, onde se troca o açúcar refinado por adoçantes mais naturais e menos penosos para a saúde, como o mel, o agave ou as tâmaras.
Reduzir o consumo diário de açúcar devia ser um objetivo comum a todas as pessoas, uma vez que este alimento é altamente penoso para a saúde a vários níveis. Mas se fosse fácil, já todos o teríamos feito. Mas, não é de todo uma tarefa impossível.
Reduzir o consumo de açúcar é possível e para tal basta apenas incluir alguns novos hábitos na rotina e, claro, excluir outros, como aquela ida à pastelaria depois do almoço para beber o ‘cafézinho com um pastel de nata’.
Ter um diário alimentar é um dos primeiro passos, diz o site Mind Body Green, que destaca a importância de ter consciência daquilo que se come ao longo do dia e tal apenas acontece quando se anota tudo num papel e se vê o resultado final. O diário alimentar não tem de ser preciso, não tem de incluir todas as calorias e gramas de açúcar ingeridas, basta ter o registo dos alimentos ingeridos.
Mas para que uma pessoa seja capaz de negar o açúcar é preciso que seja, primeiro, capaz de se satisfazer e é aqui que a alimentação entra. Optar por refeições saciantes e ricas em fibra é fundamental para evitar que os níveis de açúcar no sangue fiquem desregulados e, com isso, apareça uma vontade constante de comer doces.
Os hidratos de carbono complexos – como os cereais integrais – e as gorduras boas – como o abacate – são excelentes aliados, assim como a manteiga de amendoim pura, que dá sempre para atenuar a gula.
Recorrer a pequenos truques na hora de condimentar as refeições é também algo a ter em conta. No caso dos pratos salgados, as ervas aromáticas e os óleos naturais podem ser uma opção, já nos pratos doces, nada como optar dos adoçantes naturais.
A prática de exercício é também importante neste processo e por dois motivos. Primeiro, ajuda a mente a abstrair-se da vontade de comer doces, depois, acaba por trazer uma maior sensação de bem-estar e de agrado com o corpo, duas situações que fazem com que a vontade de comer açúcar seja menor.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
PROTEGER OS RINS COM ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Um dos pilares da prevenção de qualquer doença é a nutrição. Para cuidar da saúde renal não é excepção e existem algumas recomendações que devem tornar-se em hábitos saudáveis de vida. A Directora de Nutrição da Nephrocare, Cristina Antunes, dá-nos algumas indicações simples mas de extrema importância para a alimentação do dia-a-dia: Comecemos pelo Sal, tão tradicional na nossa culinária e que tantas vezes é utilizado em excesso. Controlar o consumo de sal (NaCl) é uma regra prioritária.
Devemos consumir no máximo até 6 gr de sal por dia ou até 4 gr/dia no caso das pessoas que sofrem de hipertensão arterial. Para limitar ao máximo o consumo de sal, devemos por um lado evitar os alimentos processados e por outro não acrescentar sal aos alimentos frescos, uma vez que já faz parte da sua constituição. Deixamos aqui algumas sugestões que poderá seguir no seu dia-a-dia:
1. Leia os rótulos dos alimentos e verifique a quantidade de sódio (Na) que estes contêm. Na rotulagem a referência utilizada sobre a composição nutricional dos alimentos é o sódio, tenha em conta que a sua ingestão diária não deverá ultrapassar 2400 mg.
2. São alimentos com elevado teor de sódio: enlatados, conservas, enchidos, fumados, manteiga com sal, azeitonas, pickles, queijos, bacalhau seco e salgado, alimentos instantâneos (como sopas e pudim), massa de alho, massa de pimentão, bebidas com gás, caldos de carne/peixe/vegetais embalados, molhos embalados, algumas bolachas (aveia), batatas fritas de pacote e aperitivos salgados, alimentos congelados e pré-confeccionados, refeições prontas e embaladas e fermento em pó.
3. Em alternativa ao sal e para dar mais sabor à comida utilize: azeite, vinagre, sumo de limão, alho, cebola, pimento (o amarelo é o mais rico em vitamina C), orégãos, manjericão, tomilho, louro, cebolinho, hortelã, coentros ou salsa.
4. Cozinhe com ingredientes frescos, são preferíveis aos enlatados que contêm elevadas quantidades de sódio.
Outra regra a seguir na sua alimentação é a preocupação diária de incluir alimentos frescos: 5 porções de frutas e verduras de preferência de diferentes cores, que lhe vão aportar diferentes vitaminas e minerais.
A ingestão de uma quantidade equilibrada de proteínas é também fundamental neste equilíbrio, o ideal será o equivalente à palma da mão ao almoço e ao jantar, dando preferência às carnes brancas e peixe. No que respeita aos lacticínios, poderemos consumir duas a três porções preferencialmente magros se tiver excesso de peso ou obesidade, hipertensão ou diabetes. Esteja atento aos rótulos e evite os lacticínios com elevado conteúdo em gordura e sal, não se esquecendo de limitar o consumo de alimentos ricos em gordura saturada como: carne vermelha, queijo, manteiga, natas, enchidos, órgãos e vísceras, gelados, chocolate e bolachas.
O consumo de açúcar e alimentos que o contenham deve também ser tão reduzido quanto possível, pois dá uma sensação de falsa saciedade.
Outra recomendação a reter é a importância de preparar refeições saudáveis, respeitando um limite de calorias.
O nutricionista pode ajudá-lo a criar um plano de alimentação atrativo, que lhe permita comer de forma saudável, saborosa e mantendo o seu peso dentro do desejável. Para tal deve também procurar fazer 5 a 7 refeições por dia (3 principais e até 4 pequenas refeições intercalares), bem como moderar o consumo de álcool: até 2 cervejas (de 200ml) ou 1 copo de vinho por dia.
É também fundamental para a sua saúde manter um bom nível de hidratação. Para tal devemos ingerir diariamente pelo menos 1.5 L de água, no caso das mulheres e 2.0 L no caso dos homens. Esta quantidade deve ser aumentada sempre que se pratique exercício físico.
Devemos consumir no máximo até 6 gr de sal por dia ou até 4 gr/dia no caso das pessoas que sofrem de hipertensão arterial. Para limitar ao máximo o consumo de sal, devemos por um lado evitar os alimentos processados e por outro não acrescentar sal aos alimentos frescos, uma vez que já faz parte da sua constituição. Deixamos aqui algumas sugestões que poderá seguir no seu dia-a-dia:
1. Leia os rótulos dos alimentos e verifique a quantidade de sódio (Na) que estes contêm. Na rotulagem a referência utilizada sobre a composição nutricional dos alimentos é o sódio, tenha em conta que a sua ingestão diária não deverá ultrapassar 2400 mg.
2. São alimentos com elevado teor de sódio: enlatados, conservas, enchidos, fumados, manteiga com sal, azeitonas, pickles, queijos, bacalhau seco e salgado, alimentos instantâneos (como sopas e pudim), massa de alho, massa de pimentão, bebidas com gás, caldos de carne/peixe/vegetais embalados, molhos embalados, algumas bolachas (aveia), batatas fritas de pacote e aperitivos salgados, alimentos congelados e pré-confeccionados, refeições prontas e embaladas e fermento em pó.
3. Em alternativa ao sal e para dar mais sabor à comida utilize: azeite, vinagre, sumo de limão, alho, cebola, pimento (o amarelo é o mais rico em vitamina C), orégãos, manjericão, tomilho, louro, cebolinho, hortelã, coentros ou salsa.
4. Cozinhe com ingredientes frescos, são preferíveis aos enlatados que contêm elevadas quantidades de sódio.
Outra regra a seguir na sua alimentação é a preocupação diária de incluir alimentos frescos: 5 porções de frutas e verduras de preferência de diferentes cores, que lhe vão aportar diferentes vitaminas e minerais.
A ingestão de uma quantidade equilibrada de proteínas é também fundamental neste equilíbrio, o ideal será o equivalente à palma da mão ao almoço e ao jantar, dando preferência às carnes brancas e peixe. No que respeita aos lacticínios, poderemos consumir duas a três porções preferencialmente magros se tiver excesso de peso ou obesidade, hipertensão ou diabetes. Esteja atento aos rótulos e evite os lacticínios com elevado conteúdo em gordura e sal, não se esquecendo de limitar o consumo de alimentos ricos em gordura saturada como: carne vermelha, queijo, manteiga, natas, enchidos, órgãos e vísceras, gelados, chocolate e bolachas.
O consumo de açúcar e alimentos que o contenham deve também ser tão reduzido quanto possível, pois dá uma sensação de falsa saciedade.
Outra recomendação a reter é a importância de preparar refeições saudáveis, respeitando um limite de calorias.
O nutricionista pode ajudá-lo a criar um plano de alimentação atrativo, que lhe permita comer de forma saudável, saborosa e mantendo o seu peso dentro do desejável. Para tal deve também procurar fazer 5 a 7 refeições por dia (3 principais e até 4 pequenas refeições intercalares), bem como moderar o consumo de álcool: até 2 cervejas (de 200ml) ou 1 copo de vinho por dia.
É também fundamental para a sua saúde manter um bom nível de hidratação. Para tal devemos ingerir diariamente pelo menos 1.5 L de água, no caso das mulheres e 2.0 L no caso dos homens. Esta quantidade deve ser aumentada sempre que se pratique exercício físico.
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