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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Gel inovador permite tomar banho sem água

Tomar banho sem água pode parecer uma ideia estranha e até uma tarefa impossível. Porém, uma invenção de um estudante sul-africano veio provar que não é assim e trouxe a solução para quem não tem possibilidade de tomar banho devido à falta de acesso a água limpa.
 
Gel inovador permite tomar banho sem água Trata-se de um gel, batizado DryBath, que mata germes, hidrata a pele e liberta um odor ligeiro e agradável, ao contrário de outros produtos com fins desinfectantes. Este gel inovador é vendido em frascos individuais sendo que cada um corresponde a um banho tomado sem precisar de uma gota de água.
 
Citado pelo portal LiveScience, Ludwick Marishane, o estudante de 22 anos que criou o DryBath, explicou que se inspirou num amigo preguiçoso que não gostava de tomar banho e, um dia, afirmou que um produto deste tipo seria uma criação milagrosa. Com a ideia em mãos, Marishane precisou apenas de dedicar-se à investigação e foi o que fez ao longo de alguns meses.
 
O DryBath está já à venda no mercado e, de acordo com o mentor, a opção por embalagens individuais deveu-se a um conselho dos professores, que lhe explicaram que, nos países mais pobres, as pessoas optam por comprar tudo em quantidades muito pequenas como, por exemplo, um único cigarro em vez de um maço.
 
Para as comunidades mais desfavorecidas, cada frasco é vendido por 50 centavos. Porém, a invenção agrada também a companhias aéreas e cadeias de hotéis, que têm adquirido o DryBath para o disponibilizar aos seus clientes. Neste caso, o custo do produto é de 1 dólar e meio e, por cada venda, Marishane doa um frasco a uma instituição de solidariedade.
 
Em 2011, a invenção valeu ao jovem o primeiro prémio no Global Student Entrepreneurs Awards. Entretanto, o sul-africano, que frequenta actualmente a Universidade da Cidade do Cabo, tem já a sua própria empresa, a Headboy Industries, e espera levá-la ao sucesso por meio do desenvolvimento de mais produtos que facilitem a vida dos mais carenciados.
 
 
 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Exame ocular simples ajuda a detetar risco de AVC


Exame ocular simples ajuda a detetar risco de AVC
Uma equipa de investigadores da Universidade de Zurique, na Suíça, descobriu uma forma de detectar a estenose da artéria carótida - um factor de risco de acidente vascular cerebral (AVC) - através de um exame simples aos olhos. Trata-se de um  teste denominado amplitude de pulso ocular que pode ser efectuado por oftalmologistas e que se revela muito promissor.
 
Um estudo publicado este mês na revista Ophthalmology da Academia Americana de Oftalmologia demonstrou que, de entre os 67 casos estudados, os pacientes com valores mais baixos de amplitude de pulso ocular apresentavam mais artérias bloqueadas.
 
Os especialistas suíços recorreram a um dispositivo especial para calcular a amplitude de pulso ocular, medida através da diferença entre os dois níveis de pressão que existem dentro do olho durante as duas fases do batimento cardíaco - a pressão sistólica e diastólica.
 
Quando o fluxo sanguíneo para o olho se encontra bloqueado pela estenose da artéria carótida, não existe uma diferença significativa entre os dois níveis, levando a uma baixa amplitude de pulso ocular. Desta forma, é possível detectar as situações em que exista risco de AVC, podendo estas suspeitas ser, posteriormente, confirmadas através dos exames complementares tradicionais.
 
Em comunicado, Pascal de Bruno Knecht, coordenador do estudo, sublinhou que os resultados "mostram que a amplitude de pulso ocular é um teste de triagem seguro e confiável para a estenose da artéria carótida".
 
O investigador realçou, porém, que a equipa sugere "um estudo mais aprofundado para confirmar o valor do uso deste indicador para detectar e avaliar a gravidade do problema, definindo o uso desta abordagem na prevenção dos acidentes vasculares cerebrais".
 
Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).
 
 
fonte: Boas Notícias

sábado, 16 de junho de 2012

URINE ANTES DE VIAJAR



                    - É SÉRIO...



PASSE em um BANHEIRO ANTES DE VIAJAR ...

Virgínia Schall - Colunista do Portal Uai Auremar de Castro/Estado de Minas
Algumas vezes uma informação sobre saúde ouvida uma única vez pode ser relembrada por toda a vida, gerando um comportamento preventivo.

Esse foi o impacto de uma palestra, proferida por um cirurgião de um pronto socorro cujo tema era a ruptura de bexiga por acidentes automobilísticos.
Após a palestra os banheiros estavam repletos e os comentários sobre ir ao toalete antes de entrar em um veículo eram enfáticos, demonstrando que o recado fora ouvido.
Através de dados estatísticos e imagens precisas, o especialista demonstrou como, num acidente que pode ser até banal, estando a bexiga cheia, há risco dela literalmente 'estourar'.
Fatos assim, bem demonstrados, são suficientes para, uma vez conhecidos, jamais serem esquecidos.
Ao informar a platéia atenta sobre a freqüência de atendimentos de urgência para sutura de bexiga derivadas de acidentes de carro, percebeu-se rumores e olhares de temor no público em geral.
A causa mais comum das lesões da bexiga é a contusão (golpe externo), a qual ocorre, sobretudo, devido a acidentes automobilísticos, podendo também decorrer de quedas ou lesões esportivas.
A maioria das rupturas da bexiga ocorre pelo trauma externo e tem como causa principal a bexiga cheia durante o acidente.
A bexiga cheia de urina absorve o impacto do golpe externo e, não tendo resistência suficiente, explode como um balão de ar.
Através da fenda que se abre, a urina e o sangue invadem a cavidade peritoneal, onde se encontram os intestinos, podendo provocar uma peritonite química e infecciosa com enorme dor.
Os principais sintomas são a presença de sangue na urina e a dificuldade de micção.
O diagnóstico precoce é importantíssimo, requerendo procedimentos radiográficos para delimitar as lesões e avaliar os escapes de urina.
Portanto, bexiga cheia e acidentes automobilísticos podem ter sérias conseqüências causando desde internações e até mesmo morte.
As lacerações menores requerem internação, pois será necessário tratamento com sondas uretrais para drenar a urina, o que dura entre 7 a 10 dias. Nesse tempo, o tecido da bexiga pode cicatrizar sem intervenção. As lesões maiores com conseqüente descontrole de sangramento ou o extravasamento de grandes volumes de urina para os tecidos vizinhos podem exigir uma reparação cirúrgica.
A sutura de bexiga não é um procedimento trivial. Requer um trabalho delicado em um tecido difícil. Complicações podem ocorrer como inflamação da área suturada e até infecções hospitalares, não muito raras em grande parte dos hospitais.
Entre os riscos de uma lesão grave está uma pressão arterial perigosamente baixa que pode acarretar choque e morte.
Assim, é sempre bom passar no banheiro e ESVAZIAR A BEXIGA antes de entrar/ montar em qualquer veículo (automóvel, motocicleta, ônibus, avião etc.), VÁLIDO PARA ADULTOS E CRIANÇAS, pois se estiver vazia, o risco de rompimento diminui drasticamente.

Informação dessa natureza deve ser repassada, e aqui o boca a boca pode salvar vidas...

Cerejas reduzem dores e inflamação nas articulações

Cerejas reduzem dores e inflamação nas articulações

Consumir cerejas pode ajudar a aliviar as dores e inflamações causadas pela artrite e por outras doenças das articulações. A conclusão é de um estudo recente realizado por um grupo de investigadores da Oregon Health & Science University, nos EUA.
Embora a análise tenha incidido sobre uma pequena amostra, os resultados - apresentados esta quarta-feira durante a Conferência da Faculdade Americana de Medicina Desportiva, em São Francisco - são animadores.
De acordo com a equipa liderada por Kerry Kuehl, que estudou um grupo de 20 mulheres com idade entre os 40 e os 70 anos afectadas pela osteoartrite inflamatória, beber sumo de cereja duas vezes por dia durante três semanas possibilita uma redução significativa dos níveis de inflamação.
"Num momento em que milhões de americanos procuram formas naturais de controlar a dor, é promissor saber que a cereja pode providenciar alívio sem os eventuais efeitos secundários encontrados normalmente nos medicamentos para a artrite", afirmou Kuehl em comunicado.
"Surpreende-me o potencial de um alimento que é capaz de oferecer um benefício anti-inflamatório tão poderoso, em especial para adultos activos", acrescentou o investigador, que já antes tinha conduzido um estudo acerca das potencialidades deste fruto.
Na investigação anterior, Kerry Kuehl constatou que as qualidades da cereja podem ser particularmente valiosas para atletas de longa distância depois de ter observado que aqueles que beberam sumo de cereja antes do exercício sofreram muito menos dores em consequência da actividade física do que aqueles que não o fizeram.
Este alívio oferecido pelas cerejas deve-se à antocianina, o pigmento que lhes confere a intensa tonalidade vermelha e que é responsável por um efeito antioxidante e pela redução da inflamação em níveis comparáveis aos dos analgésicos comuns.

fonte: Boas Notícias

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O doente é o seu melhor médico?

Há poucos anos disse a um médico que parei de tomar um medicamente que me receitara porque me causava mal-estar, devido a qualquer efeito secundário, e ele respondeu «fez bem porque o doente é o seu melhor médico».

Pouco tempo depois veio a propósito falar nisto à cardiologista que não gostou e disse que esse médico está errado, porque então os doentes não precisam de ir à consulta. Apercebi-me que havia duas opiniões inconciliáveis e mantive-me calado. Na consulta seguinte disse à cardiologista que nos dias quentes de verão parei de tomar o medicamente para baixar a tensão porque esta baixava demais ao ponto de me sentir sonolento e com tendência para desmaiar e ela disse que fiz bem.

Com isto fiquei mais convencido de que o médico referido inicialmente tinha razão, pois o doente deve procurar compreender o funcionamento do seu corpo e os efeitos dos medicamentos. No entanto, o doente não deve prescindir do médico, mas pode ajudá-lo muito em seu próprio benefício.

Nesta ordem de ideias, estou a tomar apenas às 2ªs, 4ªs e 6ªs o medicamento que me foi receitado para tomar diariamente, constante da imagem, por virtude de a temperatura quase de verão estar a moderar a tensão arterial, potenciando o efeito do medicamento. Certamente, no pino do verão, deixarei completamente de o tomar até o tempo voltar a arrefecer, no outono.

Esta reflexão pode ser útil aos visitantes deste blogue e é por isso que a publico. Agradeço os comentários que, provavelmente, não deixarão de surgir.

sábado, 9 de junho de 2012

Vacina contra Alzheimer

Vacina contra a doença de Alzheimer com bons resultados em ensaio clínico
Público. 08.06.2012 - 15:40 Por Teresa Firmino
Resultados publicados na revista The Lancet Neurology.

Pela primeira vez, uma vacina contra a doença de Alzheimer teve bons resultados num ensaio clínico. Liderada pelo Instituto Karolinska, na Suécia, uma equipa de cientistas testou a nova vacina durante um ensaio que envolveu 58 doentes de Alzheimer. Verificou-se, segundo o estudo publicado na revista The Lancet Neurology, que a vacina conseguiu desencadear a produção de anticorpos contra uma proteína que se acumula no cérebro destes doentes e o danifica – a beta-amilóide.

A doença de Alzheimer não tem cura e todos os tratamentos actualmente disponíveis limitam-se a tentar abrandar os sintomas. Neste momento, há cerca de 36 milhões de pessoas com Alzheimer em todo o mundo. Em 2050, pensa-se que serão 115 milhões.

A beta-amilóide vai-se acumulando no cérebro e formando placas, que destroem os neurónios e degradam progressivamente as funções corporais em geral. Não se conhecem as causas exactas da doença de Alzheimer, que inicialmente tem como sintomas a dificuldade em recordar as memórias recentes porque a acumulação das placas provoca as primeiras lesões nas regiões cerebrais envolvidas na formação de novas memórias. À medida que a doença progride, outras regiões do cérebro são afectadas pelos agregados de beta-amilóide. Só depois da morte do doente é que se comprova a doença, através da análise de amostras do cérebro, para verificar a presença das placas.

Já tinha havido um ensaio clínico para testar uma vacina, há cerca de uma década. Mas correu mal, recorda o Instituto Karolinska em comunicado, e o ensaio foi interrompido porque provocou muitas reacções adversas (a vacina activava certos linfócitos T, células do sistema imunitário, mas que depois começaram a atacar o próprio tecido cerebral).

Agora, a equipa de Bengt Winblad, que foi patrocinada pela empresa farmacêutica Novartis, testou a nova vacina – chamada CAD106 –, que procura induzir a produção de anticorpos contra a beta-amilóide. “Neste segundo ensaio clínico em humanos, a vacina foi modificada para afectar apenas a prejudicial beta-amilóide”, lê-se no comunicado.

Neste ensaio, de fase 1 (que testa a segurança e tolerância de um novo medicamento), 46 dos 58 participantes receberam a vacina e aos restantes 12 foi dado um placebo (uma substância sem acção biológica). “Os investigadores descobriram que 80% dos doentes envolvidos nos ensaios desenvolveram os seus próprios anticorpos contra a beta-amilóide sem efeitos secundários durante os três anos do estudo. Isto sugere que a CAD106 é um tratamento tolerável para os doentes com doença de Alzheimer ligeira a moderada”, lê-se ainda.

Para avaliar e confirmar a eficácia da vacina, terão agora de ser feitos ensaios clínicos com mais doentes, sublinha a equipa no artigo.

Leituras recomendadas sobre este tema:

- óleo de coco cura o mal de Alzheimer
- Alzheimer - o que se conhece
- A doença que nos rouba de nós mesmos
- Alzheimer
- Alzheimer
- Alzheimer. Dia Mundial da doença
- Café reduz risco de Alzheimer
- Alzheimer. Precauções
- Beber Chá ?? Saiba os benefícios
- Alimentos com colesterol aumentam risco de Alzheimer
- Colesterol implicado no Alzheimer
- Esclerose & Alzheimer, mal de Adoçante
- Alzheimer. Mais vale prevenir

Imagem do PÚBLICO de ressonância magnética do cérebro de um doente com Alzheimer)