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sábado, 31 de março de 2012

LASELIAI- RESPIRAÇÃO



REPIRAR É FUNDAMENTAL...
Inspire...
Segure...


E expire devagar...

Tire todo o ar...

Se observe novamente...

sexta-feira, 30 de março de 2012

Não dormir é consequência de um problema

A neurologista Teresa Paiva admite que o alucinante ritmo de vida agravado pela crise pode estar a tirar, cada vez mais, o sono aos portugueses. Alerta para com soluções porque, se não dormirmos bem, tudo o que está mal só pode ficar pior. Este é lado positivo apresentado no artigo Mais de metade dos portugueses sofre de falta de sono.

Segundo ela, «a estratégia passa, entre outras coisas, por "parar o desassossego", ir para casa mais cedo, ver poucos telejornais, ter horários para jantar e dormir e por nos agarrarmos a uma "atitude positiva"».

"Há estudos feitos em todos os continentes que provam que dormir pouco tem um aumento de risco de hipertensão arterial, diabetes, obesidade, insónia, depressão, cancro, morte mais precoce e riscos cardiovasculares. Mas depois vemos que há imensas influências sociais no sono."

"As coisas sempre foram difíceis. O sentimento de medo existe mas também é criado por nós - pomos esta crise negríssima. Temos de parar este desassossego. Há muita coisa entre o céu e a terra, além da economia e das finanças. Se as pessoas tiverem uma atitude mais optimista, tudo melhora."

Há que aproveitar esta crise para uma mudança de hábitos - uma mudança de vida. E se as pessoas trabalharem menos, forem para casa mais cedo, tiverem horários regulares para comer e deitar, escolherem uma alimentação equilibrada e desenvolverem actividade física, vão dormir melhor. "Há um estudo recente com 20 mil pessoas que prova que os indivíduos que tomam cronicamente hipnóticos têm um risco aumentado de cancro e de morte mais precoce",

"O problema não é não dormir. O não dormir é uma consequência."
Para ler todo o artigo faça clic aqui.

Imagem do Google

Desaparecimento das abelhas


As abelhas dão o mel que tantos benefícios nos traz e fazem a polinização das plantas, sem as quais a vida no Planeta não será mais a mesma coisa. Veja-se o post Mel, alimento e remédio e todos os que lhe aparecerem se pesquisar «mel». Essas dicas variadas fazem que encaremos com preocupação o contínuo desaparecimento das abelhas.

Segundo a notícia Pesticidas mais usados relacionados com o declínio das abelhas, «dois estudos científicos, agora publicados na revista Science, revelam que os pesticidas mais usados no mundo estão a contribuir para o declínio das populações de abelhas e de abelhões e que, por isso, os processos de autorização devem ser reavaliados.»

Segundo estes estudos, as abelhas têm estado a morrer no mundo inteiro, nas últimas décadas, por efeito dos insecticidas mais usados em todo o mundo, no sistema nervoso central das abelhas, m virtude de, a partir da década de 1990 terem na sua composição neonicotinóides, principalmente os do tipo imidacloprides, que a Direcção-Geral de Agricultura portuguesa considera “extremamente perigoso para abelhas” e aves.
Vale a pena ler todo o artigo.

Imagem de arquivo

quarta-feira, 28 de março de 2012

Metade dos cancros são evitáveis


Um alerta muito interessante é nos dado pela notícia do Jornal de notícias de hoje:

Estudo indica que mais de metade dos cancros são evitáveis

Mais de metade dos cancros pode ser evitada, de acordo com pesquisadores norte-americanos que citam o tabagismo, o excesso de peso ou a falta de exercício e de políticas públicas como elementos nocivos.

"Nós temos uma enorme quantidade de dados sobre as causas e prevenção do cancro", salientou o epidemiologista e professor da Faculdade de Medicina na Universidade de Washington (Missouri, centro) Graham Colditz, adiantando que "está na hora de aplicar todo este conhecimento".

No relatório publicado na revista científica americana "Science", o médico defende que "sabemos que o modo de vida e sociedade desempenham um papel fundamental nas causas do cancro" e citou o cigarro, a má alimentação e a falta de exercício como causas da doença.

Imagem de Bruno Simões Castanheira, JN

terça-feira, 27 de março de 2012

Certezas e dúvidas acerca do chocolate

O artigo Quem come chocolate pesa menos? deixa dúvidas e algumas certezas acerca dos benefícios do chocolate. Vamos retirar algumas frases e sugerimos a leitura completa, abrindo o link do seu título.

«O chocolate preto pode ter efeitos benéficos, mas não está relacionado com a quantidade».
«Um estudo feito nos Estados Unidos associou a ingestão de chocolate a pessoas com menos peso».
«As 100 pessoas (em que o estudo se baseou) recorriam ao chocolate duas vezes por semana, em média. Mas as que comiam com maior frequência, apesar de ingerirem mais calorias, tinham menos peso.»
«Os antioxidantes do chocolate pode estar por trás dos benefícios para a saúde, como a diminuição da pressão arterial e do colesterol, assim como a perda de massa corporal.»
«A investigação não prova que se perca peso ao adicionar-se chocolate à dieta.»
«Uma das causas que pode ser responsável por este efeito é as catequinas, um tipo de flavenóides presentes no cacau, e que em estudos com roedores associaram-se ao aumento da capacidade de trabalho dos músculos. O chocolate preto, por ter mais cacau, é o tipo de chocolate que mais tem estas substâncias, além de antioxidantes.»
«“Se consumir chocolate, faça-o em lugar de outro alimento qualquer, em vez de somar às calorias que ingere diariamente. Tente comer chocolate preto”, aconselhou Eric Ding, citado pela Reuters. Para a equipa, a moderação é um factor importante. Os resultados “não dão argumentos para se comer grandes quantidades de chocolate”, disse Golomb.»

Imagem do PÚBLICO

segunda-feira, 26 de março de 2012

Plásticos são perigosos ou não?

PLÁSTICOS SOB SUSPEITA
Afinal são perigosos ou não?

Os alegados alertas sobre o perigo para a saúde resultante da (re)utilização dos plásticos de garrafas, recipientes para cozinhar e armazenar alimentos e, até, biberões circulam na internet há já vários anos.

Têm diversas frentes e sustentam os seus argumentos em informação alegadamente científica, mas que é totalmente falsa.

Conheça-os um a um.

Plásticos no microondas

Utilizar plásticos no microondas e congelar garrafas de água de plástico cria dioxinas (substâncias carcinogénicas e altamente tóxicas para o organismo que podem contaminar a comida/água)?

A verdade

As embalagens e filmes plástico utilizados em contacto com alimentos e bebidas não contêm os constituintes químicos necessários para formar as dioxinas. As dioxinas só se produzem através da combustão a muito altas temperaturas (acima dos 700 º Fahrenheit ou 668 º Centigrados), temperaturas essas que os microndas nunca atingem.

Os materiais plásticos utilizados no fabrico de embalagens destinadas a contacto com alimentos têm de obedecer a apertadas regulamentações (quer europeias quer provenientes do FDA, Food and Drug Administration) e são submetidos aos mais diversos testes que as mesmas impõem, antes de poderem ser comercializados.

Estas embalagens são concebidas e testadas para suportarem as temperaturas geradas nos microondas e nos congeladores, contendo símbolos específicos que permitem a sua identificação.

PLÁSTICOS DAS GARRAFAS (não) contêm químicos

Os plásticos utilizados no fabrico de garrafas contêm químicos (bisfenol A e DEHA) perigosos para a saúde?

A verdade

Actualmente, todas as garrafas para bebidas são fabricadas com base na matéria-prima PET (polietileno Tereftalato), cuja inocuidade é comprovada pelas autoridades reguladoras (FDA nos EUA e EFSA na Europa). A substância bisfenol A (BPA) não é utilizada no fabrico das garrafas para bebidas.

A substância DEHA não está presente nas garrafas PET e mesmo que estivesse, a sua presença não significaria qualquer risco para a saúde dos consumidores, já que está autorizada pelas autoridades competentes para aplicações que envolvam contacto com alimentos.

Sabia que

Depois de aberto, qualquer recipiente de comida ou bebida (plástico ou não) pode ser contaminado com bactérias, que encontram as condições ideais para se desenvolver em ambientes quentes e húmidos.

Não existe, contudo, nenhum perigo de contaminação química daí decorrente, nem risco aumentado de cancro, como diz um alegado alerta de saúde sobre as garrafas de água de plástico deixadas no carro.

Revisão científica: APIP – Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos
Fontes: FDA Consumer U.S. Food and Drug Administration, Plastic Division of the American Chemistry Council e American Cancer Society

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista
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