Páginas

segunda-feira, 11 de março de 2013

Caminhar faz bem às dores lombares

Caminhadas ajudam a combater dores lombares
A fisioterapia não tem de ser a única solução para quem sofre de dores lombares. Uma nova investigação da Universidade de Tel Aviv, em Israel, sugere que as caminhadas são uma forma eficaz de combater este problema, tornando desnecessária a realização de sessões de exercícios dispendiosas, tanto em termos de dinheiro, como de tempo.
O estudo, realizado por Michal Katz-Leurer e Ilana Shnayderman, do departamento de fisioterapia daquela universidade israelita, concluiu que um simples treino aeróbico composto por caminhadas é tão eficiente no alívio das dores como os programas de fortalecimento muscular que requerem equipamento especializado e só podem ser feitos em clínicas de reabilitação.
De acordo com Katz-Leurer, coordenadora da investigação publicada na revista científica Clinian Rehabilitation, fazer uma caminhada de 20 a 40 minutos duas a três vezes por semana é o suficiente para beneficiar dos seus efeitos, escreve o jornal local Jerusalem Post.
As dores lombares são um problema comum em todas as idades e o seu tratamento requer, por norma, muitas horas de fisioterapia. Porém, estes investigadores afirmam que a solução que defendem pode ser facilmente incorporada na rotina diária e permite que os pacientes sejam mais responsáveis em relação à própria saúde.
De acordo com o grupo, as pessoas que sofrem de dores lombares não devem ficar na cama e manter-se imóveis. Pelo contrário, devem caminhar de forma ativa, porque a prática de caminhadas faz com que os músculos lombares e abdominais trabalhem com tanta eficácia como acontece durante exercícios completos e localizados.
Segundo os investigadores, a estes benefícios junta-se o facto de, ao contrário do que se passa com os programas de fortalecimento muscular, que exigem equipamento específico e supervisão de especialistas, as caminhadas serem uma atividade simples que pode ser feita individualmente.

Os especialistas salientam ainda que as caminhadas têm a vantagem adicional de encorajar os indivíduos a seguir um estilo de vida mais saudável em termos gerais.

Menos probabilidade de sofrer de outras dores durante a vida
Para chegar a estas conclusões, os cientistas realizaram um ensaio aleatório de controlo com 52 pacientes com dores lombares. Através de questionários, a equipa tentou perceber os níveis da dor, os sentimentos de incapacidade física dos pacientes, o grau de necessidade de evitar atividades diárias em consequência do problema que sentiam e também a sua resistência muscular e às caminhadas.
Depois, metade dos participantes completou um programa típico de fortalecimento muscular, com duas a três sessões de exercícios semanais ao longo de seis semanas.

A outra metade completou um programa aeróbico baseado em caminhadas, caminhando uma a três vezes por semana. Os elementos deste último grupo começaram com caminhadas de 20 minutos, duração que subiu, depois, para 40, à medida que a resistência aumentou.
Os resultados mostraram que ambos os grupos registaram melhorias em todas as áreas analisadas e comprovaram que as caminhadas são "um tratamento tão eficaz como aquele que poderia ter sido recebido numa clínica", afirmou Katz-Leurer.
Em complemento, aqueles que efetuaram caminhadas conseguiram percorrer, em seis minutos, uma distância média mais longa durante um teste realizado no final do estudo do que os pacientes tratados em clínicas.
As pessoas ativas fisicamente têm também, acrescenta Katz-Leurer, menos probabilidade de sofrer de outro tipo de dores ao longo da vida e as caminhadas contribuem ainda para reduzir a pressão arterial, melhorar o funcionamento do cérebro e do sistema imunitário e para reduzir o stress.

Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês).

domingo, 10 de março de 2013

Trabalhar faz bem à saúde, porquê?




A maioria das pessoas talvez encare o trabalho como mero veículo para ganhar dinheiro, ou, quanto muito, para se manter ocupada. De resto, muitos serão aqueles que diariamente se queixam com o facto de terem de trabalhar. No entanto, estar profissionalmente activo faz bem, não só à carteira, como à saúde.

A Forbes indica uma lista de razões, que poderão mudar a perspectiva do trabalho enquanto sacrifício.
No livro 'Why You Need And Love The Rat Race' o economista Todd Buchholz defende que fugir ao mundo do trabalho em nada ajuda à felicidade. Conheça os argumentos do especialista, enumerados pela Forbes.
- O cérebro humano evoluiu no sentido de perseguir objectivos, como tal, uma carreira profissional activa alimenta essa capacidade, enquanto uma vida de ócio a compromete;
- Quando a vida era mais fácil, por assim dizer, ou seja, quando as pessoas tinham um quotidiano mais desafogado, a esperança média de vida era bastante menor, do que aquela que se observa com a azáfama actual;
- Assumindo riscos, o corpo liberta dopamina, sendo que o mundo do trabalho é profícuo em oportunidades para incitar este pico químico, que ajuda ao bem-estar das pessoas;
­- Os estímulos externos, que um ambiente de trabalho pode fornecer, colocam o ser humano em sintonia consigo próprio e com o que o rodeia, ajudando a gerar energia interna;
- A competição entre colegas de trabalho conduz, não raras vezes, à inovação, pelo que a concorrência é importante para produzir mudanças positivas, motivando a criatividade e o crescimento pessoal;
- No mundo do trabalho, a concorrência gera também cooperação, seja em projectos de equipa ou no âmbito de um esforço comum de toda a empresa para que esta consiga vingar mercado;
- É melhor dominar a ansiedade do que evitá-la, como tal, a ansiedade proveniente do trabalho auxilia a um sentido de realização, quando, em contrapartida, tentar combate-la aumenta o sentimento de fracasso;
- O trabalho confere uma razão diária para que as pessoas acordem e se levantem da cama, estando provado que a evolução do processo de envelhecimento é maior a partir do momento da reforma;
- O trabalho fomenta a interacção social, que é fundamental para a felicidade e auto-estima do ser humano.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Snack saudável.


20130124-221053.jpg

Corta-se fatias fininhas de maçã sem a parte do caroço.
Colocam-se no forno em cima de papel vegetal cerca de hora e meia. Dependendo do forno, tem que se ajustar o tempo. É ideal colocar a fazer enquanto se faz um assado, por exemplo.
 Depois de ficarem estaladiças e douradas, tiram-se do forno. Deixa-se arrefecer e depois vão-se comendo.

Bom proveito !