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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Romã é viagra natural

Transcrição da notícia do Correio da Manhã de hoje:

Estudo revela que romã é viagra natural
Correio da Manhã. 10-05-2012. 13h26

Investigação revela que sumo do fruto faz aumentar níveis de testosterona

Há já algum tempo que se sabe que a romã tem benefícios para a saúde, quer pelo facto de ajudar a reduzir a pressão arterial quer por poder ser utilizada na prevenção de alguns problemas cardiovasculares. No entanto, um novo estudo da Universidade Queen Margaret, na Escócia, vem agora revelar que este fruto é também um viagra natural.

Na investigação, agora publicada pelo jornal 'Daily Mail, foi avaliado o comportamento de 58 homens e mulheres, com idades entre os 21 e os 54 anos, que, ao longo de duas semanas, beberam um copo de sumo de romã. Os resultados mostram que, após este período, se verifica um aumento de testosterona que pode variar entre 16 e 30 por cento.

Segundo a equipa de investigadores, se a testosterona aumenta também o desejo sexual aumenta.

Mas uma dose diária de sumo de romã não traz apenas benefícios a nível sexual. O mesmo estudo revela que os sentimentos negativos, como a tristeza ou o medo, sofrem uma diminuição.

OTIMISMO É SAÚDE É SUPERAÇÃO

Disse bem, João, " Saúde", não é apenas comer produtos bons, mas também ter precaução, evitar acidentes, fazer o tratamento indicado com garra e confiança.
Trago aqui um fato verídico, conhecido de muitos e que está tendo um lindo desfecho depois de muito sofrimento e dor!

O pianista e maestro João Carlos Martins esteve no café da manhã do Mais Você,  programa de Ana Maria Braga, Globo, nesta quarta-feira (9), para falar sobre uma cirurgia realizada há 23 dias.
"Eu passei por momentos muito dramáticos, mas vou chegar novamente ao Carnegie Hall, e vou mostrar que tudo é possível", garantiu ele, às lágrimas e nós também.

O pianista, que teve distonia nas mãos, explicou a doença: “A distonia faz com que a pessoa não tenha controle sobre os movimentos. No meu caso, uma pessoa que exigiu muito das mãos, aqueles exercícios causaram a LER, lesão por esforço repetitivo, e a distonia piorou o quadro”. A doença também provocava dores muito fortes e, mesmo assim, o maestro continuou levando o trabalho adiante durante algum tempo, até que sua dor foi flagrada por um microfone lapela e o fez parar de tocar.
O músico ressaltou que a doença contribuiu para que ele iniciasse na carreira de maestro e, ao rever uma participação com Ana Maria, em 2003, ele lembrou que estreou como maestro no programa, e foi também no Mais Você que ele se despediu do piano, sem imaginar que voltaria a tocar.

“Comecei uma vida nova”, admitiu, contando da cirurgia, que aconteceu com ele acordado, somente com anestesia local. “O médico pedia para eu fazer movimentos durante a cirurgia”, disse João Carlos, que conseguiu até dedilhar um piano imaginário ainda na mesa de operação.
O maestro João Carlos Martins afirma: “Vale a pena trocar tudo na vida por um sonho. E eu troquei tudo, novamente, por um sonho”, “Foi dramático admitir que não conseguia mais tocar.”
Sobre os treinos para voltar a tocar profissionalmente, João Carlos afirmou que não perdeu a esperança. “Vou mostrar que é possível quando você tem fé e acredita em Deus”, disse emocionado.

Enquanto imagens de sua cirurgia eram exibidas, o maestro revelou que depois de 10 anos conseguiu abrir a mão esquerda pela primeira vez. “Oito dias após a operação eu estava tocando a Nona Sinfonia de Beethoven.”
João Carlos colocou dois chips em seu peito, um japonês e um americano, para ativar dois pontos de seu cérebro.  “Voltei a ser um menino de seis anos”, diz o maestro, se referindo aos treinos de piano que está fazendo, para ativar três dedos de sua mão esquerda, que ficaram parados por 10 anos.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Se o elevador avariar

Saúde, não é apenas comer produtos bons, mas também ter precaução e evitar acidentes. Eis uns conselhos muito úteis.

Os bombeiros ensinam como agir em caso de elevador que trava, pára e avaria. Muitas pessoas têm morrido, porque confiaram no porteiro, que usou uma chave de fenda num certo pino do elevador em pane para o abrir. A pessoa que estava dentro tentou sair pela metade aberta da porta do elevador. Entretanto, o elevador movimentou-se, e a pessoa foi cortada ao meio.

Há casos em que outras pessoas tiveram mãos, braços ou cabeças decepadas.
Por isso, NUNCA tente sair pelo buraco ou parte aberta de um elevado em pane!

O procedimento correcto é o seguinte:

1. Aperte o botão do alarme ou o que indica que está avisando alguém. Se tiver telemóvel ligue para os bombeiros ou para a empresa que faz a manutenção e cujo número está na parede do elevador

2. Sente-se num canto. Em caso de descontrole emocional, abaixe a cabeça e feche os olhos, aguarde, calmamente, que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure se lembrar de que você está trocando tempo por segurança.

3. Não aceite ajuda de estranhos e nem saia com o elevador aberto pela metade! Ele poderá subir ou descer repentinamente.

4. O BOMBEIRO, ASSIM QUE CHEGAR, VAI DESLIGAR A CHAVE GERAL DA CASA DE MÁQUINAS E TESTAR, COM UM APARELHO, SE O ELEVADOR ESTÁ PARADO MESMO E TOTALMENTE INOPERANTE. Então, ele avisará a outro bombeiro, via rádio, para que faça o procedimento junto à porta do elevador. E o elevador irá subir ou descer, completando o ciclo dele e parando no ponto seguro.

5. ANTES de entrar no elevador, verifique sempre, se ele está parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar e ficar atento no número de ocupantes, se está compatível com o peso que diz na placa! Quando estiver muito cheio, evite entrar nele, pois poderá haver problema!

O elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total e, por isso, um elevador não cai, sem mais nem menos. Portanto, a pessoa terá que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar) e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!

Resumindo: se ficar preso só saia com a ajuda dos bombeiros, e não com a do zelador do prédio, ou de um abelhudo que diz que tudo já está sob controlo.

E, em caso de Incêndio, NUNCA use o elevador. Faça uso da escada.

Divulgue a todos amigos e conhecidos. Você pode salvar uma vida!

domingo, 6 de maio de 2012

Como melhorar o cérebro

Transcrição de texto recebido por e-mail:

Parte da entrevista da revista PODER, ao neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, na imagem, quando lhe foi perguntado:

O que fazer para melhorar o cérebro ?

Resposta: Vc. tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, reclamando de tudo, com a auto estima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a auto estima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?

PN: Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que os sentimentos se originam no cérebro e não no coração.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?

PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

PN: Todo exagero.
Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações da vida, nos sonhos, na arrogância, etc.
O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra.
É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?

PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem mentalmente, com saúde, e bom aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?

PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A doença que nos rouba de nós mesmos

 
Para todos a quem a doença de Alzheimer afecta, alguma ajuda e esperança.
 
 
Um dia, tenta ler um livro, mas não compreende as palavras. Depois, perde-se no seu próprio bairro. Eventualmente, acabará por não reconhecer as pessoas que ama. O seu corpo ainda ali está, mas você já não.
 
A doença de Alzheimer foi identificada pela primeira vez pelo cientista alemão Alois Alzheimer. Hoje em dia, a Organização Mundial de Saúde estima que 18 milhões de pessoas sofram desta doença. Em Portugal, são 90 000.
Espera-se que este número aumente para 34 milhões em 2025.
Terá um enorme impacto na nossa sociedade.
 
Para os que estão em risco, ou que já a sofrem, ou que cuidam de quem sofre, aqui ficam informações e conselhos para ajudar a prevenir, retardar e lidar com a doença de Alzheimer, bem como informação sobre tratamentos disponíveis, agora e no futuro.
 
Como é que sabe se é Alzheimer?Toda a gente pode ter dificuldade, de vez em quando, em lembrar-se do título de um filme antigo ou do nome de um conhecido. Mas os primeiros sintomas de Alzheimer são mais dramáticos do que umas falhas de memória.

As pessoas com Alzheimer incipiente são incapazes de fazer o que sempre fizeram, como pagar contas ou contar o dinheiro para uma compra. O sentido do olfacto frequentemente fica diminuído antes de a doença ser evidente. No começo, pode fazer as pessoas ficarem desconfiadas daqueles em quem confiavam. Se você ou alguém importante para si tiver estes sintomas, vá ao médico.
Normalmente, ele testará a memória com um teste cognitivo-padrão. Se o paciente achar o teste difícil, o médico provavelmente recomendará mais testes, incluindo uma imageologia cerebral. Apesar de não ser ainda muito usada, a análise do fluido espinal é considerada um dos testes mais fiáveis para a doença. Mede níveis de proteínas envolvidas na doença e, quando combinada com a  imageologia, oferece um diagnóstico com 85 a 90 por cento de exactidão, diz Kaj Blennow, médico e professor de Neuroquímica Clínica no Hospital Universitário Sahlgrenska, na Suécia.
 
 
Tratar os sintomasSe o diagnóstico apontar para doença de Alzheimer, há vários medicamentos que tratam os sintomas, incluindo Aricept, Exelon e Mentamine. Estes medicamentos podem melhorar a memória e o raciocínio temporariamente, dizem alguns peritos, mas podem não funcionar em todos os casos.

De acordo com o Prof. Blennow, «o resultado a longo prazo não é bem conhecido» e a doença provavelmente «ganhará terreno» no fim. «Não têm nenhum efeito significativo para travar o progresso da doença», diz Kurt Brunden, responsável pela pesquisa de medicamentos em doenças neurodegenerativas na Universidade da Pensilvânia.

O seu médico poderá recomendar exercício. Estudos demonstram que o exercício pode ajudar a desacelerar o progresso da doença, mesmo depois de aparecerem os sintomas. Ou poderá recomendar certos suplementos. Um estudo recente mostrou que, quando pessoas com problemas cognitivos moderados tomavam doses elevadas de vitaminas B12 e B6, as vitaminas «baixavam o ritmo de encolhimento do cérebro ... e também abrandavam o seu declínio cognitivo por dois anos», diz A. David Smith, reputado investigador da Universidade de Oxford. Uma nova bebida médica chamada Souvenaid (feita de nutrientes essenciais, incluindo ácidos gordos ómega-3), está actualmente em testes clínicos e espera-se que esteja em breve disponível, mediante receita médica, na Europa e nos EUA. Após 24 semanas, pessoas com Alzheimer ligeiro que bebiam Souvenaid conseguiam melhores testes de memória do que aquelas que bebiam um placebo. Segundo Philip Scheltens, médico e director do Centro de Alzheimer no Centro Médico da Universidade VU, em Amsterdão, «a combinação de nutrientes essenciais é melhor do que cada um isoladamente».
 
 
Falhanços na investigação podem conduzir a sucessosOs cientistas frequentemente aprendem tanto com os seus falhanços como com os seus sucessos. Ao longo das duas últimas décadas, a maior parte do desenvolvimento de medicamentos para Alzheimer focou-se em tentar remover as placas de proteína amiloide dos cérebros das pessoas que tinham a doença. E a maioria, se não todos, destes medicamentos, de acordo com a Dra. Wendy Noble, do King’s College, não se revelou muito eficaz. «A verdade é que ainda não ouvimos falar de nenhum que fosse benéfico.»

O notável falhanço de encontrar uma vacina assim apontou os cientistas numa nova direção. Em 2002, os testes clínicos da vacina tinham parado depois de diversos pacientes terem morrido devido aos efeitos secundários. Mais de quatro anos depois não se registaram melhorias cognitivas significativas nos participantes, que com o tempo morreram com a doença. Mas as autópsias revelaram que dois pacientes não tinham virtualmente nenhuma placa no cérebro. Por isso, embora a vacina tivesse eliminado as placas, outra coisa qualquer tinha continuado a destruir-lhes os cérebros.

A outra coisa parecia ser outra proteína, chamada tau, que se enrola dentro das células cerebrais. Apesar da ausência de placas amiloides, «a patologia tau permanecia», acrescenta a Dra. Wendy Noble.

Os cientistas chegaram a uma surpreendente conclusão: uma vez que os novelos de tau chegam a um certo nível, o processo de morte de células «pode continuar sem [placas]», diz John Hardy, professor no Instituto de Neurologia ICL, em Londres. Por isso, agora sabe-se que há um ponto sem retorno, depois de eliminar as placas, após o qual não se consegue parar a doença. Ninguém sabe ainda qual é esse ponto sem retorno. É possível que para deter a doença de Alzheimer seja necessário usar um medicamento contra as placas antes de os primeiros sintomas – e dos primeiros novelos – aparecerem. Isso não significa que não se devam desenvolver medicamentos contra as placas, mas apenas que combatê-las é parte da resposta. E isso leva-nos de volta aos medicamentos do futuro, alguns dos quais já estão a ser desenvolvidos para atacar a tau descontrolada.
 
Graças às descobertas recentemente divulgadas sobre como a doença de Alzheimer se espalha, deverá haver mais companhias farmacêuticas a virarem a sua atenção para medicamentos dirigidos ao desenvolvimento de novelos de tau. Mas apenas alguns estão já de facto na calha, e assumindo que um se mostra seguro e eficaz, deverá levar vários anos a entrar no mercado. Aqui está o que a Reader’s Digest apurou sobre medicamentos desta família.

A Epothilona D é semelhante ao agente de quimioterapia Taxol e foi desenvolvida inicialmente para combater o cancro, diz Kurt Brunden, da Universidade da Pensilvânia. Ao contrário do Taxol, a Epothilona D pode entrar no cérebro, e em testes em ratos a equipa de Brunden descobriu que a Epothilona D «melhora a perda de memória». De acordo com relatos não confirmados, a Bristol Myers Squibb está a planear testar a Epothilona D num pequeno grupo de pacientes com Alzheimer.
 
A Noscira, uma companhia biofarmacêutica espanhola, está actualmente a testar a sua droga antinovelos de tau, Tideglusib, em 308 pacientes com Alzheimer em 55 hospitais em 5 países europeus. E o medicamento da companhia canadiana Allon, Davunetide, mostrou-se prometedor em pequenos estudos de pessoas com ligeiras dificuldades cognitivas. As proteínas anormais não são a única área de investigação. Os cientistas podem ainda descobrir outros factores que contribuam para a perda de memória. Um desses factores pode ser a insulina, que é essencial para o cérebro funcionar. «A  insulina actua quase como um factor de crescimento do cérebro», diz Brunden. Num pequeno estudo em pessoas com Alzheimer ligeira a moderada, a insulina pareceu travar o declínio do cérebro.

Estudos recentes sobre epilepsia sugerem uma direcção nova. Em Fevereiro, neuro-cientistas da UCLA relataram que, ao estimularem eléctrodos implantados nos cérebros de um pequeno grupo de pacientes com epilepsia, puderam melhorar a memória e a aprendizagem. Um dia, esses dispositivos poderão ser implantados em cérebros de pessoas com sintomas precoces de Alzheimer. Outro estudo mostra que os pensos de nicotina aumentam a capacidade de atenção entre pessoas com dificuldades cognitivas ligeiras. Mês após mês, novos dados juntam peças à solução do puzzle da doença de Alzheimer. E para os doentes há esperança.

fonte: Selecções do Reader`s Digest

terça-feira, 1 de maio de 2012

Tratamento simples para a DIABETES

Quiabo

À noite, pegue em dois quiabos e retire as duas extremidades.
Corte ao meio, ao comprimento, e ponha as duas metades num copo com agua. Tape o copo e deixe a temperatura ambiental durante a noite.
De manha cedo antes do pequeno almoço (matabicho) Retire as duas metades de quiabo do copo e beba a agua.
Continue fazendo isto diariamente.
Em duas semanas verá resultados incríveis na redução da sua glicémia. Recebido por e-mail do amigo João Garção, a quem agradeço.