Páginas

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Todos pelo AMBIENTE

Al Gore quer encontrar novas soluções para alterações climáticas
Jornal de Notícias. 13 de Julho de 2011

Al Gore vai dar mais um passo na campanha de alerta sobre as alterações climáticas. O antigo vice-presidente dos EUA, que se tornou conhecido pelo activismo na área do ambiente, vai promover, em Setembro, um evento de 24 horas com a presença de cientistas, celebridades e empresários para debater soluções para a "crise do clima".

Ainda sem uma agenda definida, o evento denominado "24 Horas de Realidade", organizado por Al Gore, vai durar um dia completo, mas apenas uma hora em cada fuso horário.

A acção de sensibilização vai começar às 20 horas do dia 14 de Setembro em cada uma das cidades escolhidas em cada fuso horário, como, por exemplo, Londres, Nova Iorque ou Pequim.

O mote para a acção de sensibilização para as alterações climáticas é o facto das mudanças do clima não serem um problema individual, mas sim "o nosso problema". Com base nesta premissa, o projecto fundado por Al Gore quer juntar as pessoas para conseguir encontrar "soluções reais, sistémicas e inovadoras" para aquilo que classifica de "crise do clima".

Com este evento de um dia, Al Gore quer mostrar que é possível mudar o mundo em apenas um dia, tal como as alterações climáticas podem fazer mudar a realidade em pouco tempo.

PROPOSTA: Proponho que nos blogs e na troca de e-mails se difunda toda a literatura existente sobre ecologia e ambiente, por forma a ficarmos muito atentos ao problema e seguirmos com atenção as actividades organizadas por Al Gore em 14 de Setembro. O problema das alterações climáticas é de cada um e de todos colectivamente.

Imagem do Google

segunda-feira, 4 de julho de 2011

INFARTO FEMININO

ATENÇÃO MULHERES! 

"...Ela comentou que não se sentia bem...
Lhe doíam as costas....
Foi deitar-se um pouco até que passasse..
Mais tarde, quando fui ver como ela estava, a encontrei sem respiração...
Não a puderam reviver..."
Comentou o marido ao médico já no Hospital.
Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas nunca imaginei nada como isto. Esta é a melhor descrição que li sobre esta terrível experiência...
Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os mesmos sintomas 'dramáticos' que anunciam o infarto nos homens?
 Me refiro à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento(desmaio, perda de consciência) súbito que eles sofrem e que vemos representados em muitos filmes.
Para que saibam como é a versão feminina do infarto, uma mulher que experimentou um ataque cardíaco nos vai contar sua história:
'Eu tive um inesperado ataque do coração por volta de 22h30min, sem haver feito nenhum esforço físico exagerado nem haver sofrido algum trauma emocional que pudesse desencadeá-lo. Estava sentada, muito agasalhadinha, com meu gato nos joelhos vendo novela.
Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como quando – estando com pressa – comemos um sanduíche, engolindo-o com um pouco de água.
Esta foi minha sensação inicial...
O 'único problema' era que eu NÃO HAVIA comido NADA desde às 17h00min...
Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertara a coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos em minha aorta).
Logo, a pressão começou a avançar para o meu esterno (osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até alcançar ambos os lados de meu queixo.
Tirei os pés do puff e tratei de ir até o telefone, mas caí no chão...

Me levantei me apoiando em uma cadeira e caminhei devagar até o telefone para chamar a emergência. Lhes disse que acreditava que estava tendo um ataque cardíaco e descrevi meus sintomas. Tratando de manter a calma, informei o que se passava comigo. Eles me disseram que viriam imediatamente e me aconselharam deitar-me perto da porta, depois de destrancá-la para que pudessem entrar e me
localizar rapidamente.

Segui suas instruções, me deitei no chão e, quase imediatamente, perdi os sentidos.
Acordei com o cardiologista me informando que havia introduzido um pequeno balão em minha artéria femural para instalar dois 'stents' que mantivessem aberta minha artéria coronária do lado direito.
Graças a minhas explicações precisas, os médicos já estavam esperando prontos para atender-me adequadamente quando cheguei ao hospital.
Dicas importantes:
1. Dizem que muito mais mulheres que homens morrem em seu primeiro (e último) ataque cardíaco porque não identificam os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão. CHAMEM a AMBULÂNCIA, se sentem que seu corpo experimenta algo estranho. Cada um conhece o estado natural (normal) de seu corpo. Mais vale uma 'falsa emergência' do que não atrever-se a chamar e perder a vida...
2. Notem que disse 'chamem os Paramédicos/Ambulância'. AMIGO(A)S, o tempo é importante, e as informações precisas também.
3. Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque seu colesterol é normal ou 'nunca tiveram problemas cardíacos'...
Os ataques cardíacos são o resultado de um stress prolongado que faz que nosso sistema segregue toda classe de hormônios daninhos que inflamam as artérias e tecido cardíaco.Por outro lado, as mulheres que estão entrando na menopausa ou já a ultrapassaram, perdem a proteção que lhes brindava os estrogênios, pelo que correm igual risco de sofrer mais problemas cardíacos do que os homens.
Um cardiologista disse que se todos os que recebemos este e-mail o enviarmos a 10 mulheres, poderemos estar certos de que ao menos UMA vida se salvará. Por isto, seja bom amigo e envia este artigo a todas as mulheres que te são tão queridas ...

domingo, 26 de junho de 2011

Idosos e excesso de medicamentos

Transcrição com intenção de ALERTA:

Medicamentos dados a idosos podem estar a fazer mal, diz estudo
25.06.2011 - 14:30 Por PÚBLICO

Demência e até morte associados a 80 drogas diferentes.

As pessoas com mais de 65 anos que tomam vários medicamentos podem estar a prejudicar a capacidade mental e ter um risco acrescido de morte. Um estudo que envolveu 13 mil homens e mulheres com estas idades verificou que cerca de metade utilizavam químicos que em conjunto podem estar associados a este efeito. O artigo foi publicado hoje na revista The Journal of the American Geriatrics Society.

Pessoas que estão em instituições tomam mais medicamentos com este efeito. (arquivo)

O cerne da investigação é o efeito anticolinérgico de 80 medicamentos avaliados. Uma das substâncias importantes para a manutenção das ligações entre as células do cérebro é a acetilcolina. O efeito anticolinérgico impede o trabalho desta molécula.

Há muitos medicamentos que causam esta acção, desde tratamentos à incontinência, comprimidos que ajudam a dormir, medicamentos para doenças como a hipertensão ou paragem cardíaca. Os investigadores do Reino Unido e dos Estados Unidos avaliaram a gravidade do efeito de cada medicamento. Que podia ir de um, o efeito mínimo, a três, o máximo.

Uma pessoa que tomasse dois medicamentos com efeito mínimo e um com o efeito anticolinérgico máximo, teria uma pontuação total de cinco.

Entre 1991 e 1993, o tempo em que foi feito o estudo, 20 por cento dos pacientes que tinham uma avaliação de cinco ou mais, morreram. Em contrapartida, dos que não estavam a tomar químicos anticolinérgicos, só sete por cento é que morreu.

Por outro lado, quem tinha uma avaliação de cinco ou mais, desceu em 4 por cento nas funções cognitivas.

“As nossas descobertas mostram claramente que os médicos precisam de rever o peso cumulativo de anticolinérgicos nas pessoas com dificuldades cognitivas para determinar se as drogas estão a causar um declínio no estado mental”, disse em comunicado um dos co-autores do estudo, Malaz Boustani, médico e investigador na Escola de medicina da Universidade do Indiana.

O estudo também mostra que pessoas mais velhas, com um rendimento menor, e com mais problemas de saúde tomavam mais estes medicamentos. Assim como as pessoas que estavam em instituições.

Imagem de Adriano Miranda

sábado, 25 de junho de 2011

Diabetes tipo 2 - Boa notícia

Transcrição de notícia:

24.06.2011 - 19:41 Por PÚBLICO
Estudo inglês
A obesidade pode causar a diabetes do tipo 2 .

A diabetes do tipo 2 pode não ser incurável. Uma dieta extrema aplicada a pessoas que descobriram há poucos anos que sofriam da doença, conseguiu reverter o seu estado e repor a produção de insulina no pâncreas. A descoberta fez parte de um estudo da Universidade de Newcastle, Reino Unido, que foi apresentado hoje numa conferência da Associação Americana dos Diabetes.

A diabetes do tipo 2 é causada pelo consumo excessivo de açúcar que acaba por pôr em causa o funcionamento da insulina – a substância que ajuda a metabolizar o açúcar (glicose) no sangue. Por um lado, as células do corpo ganham resistência à insulina, por outro a produção desta hormona no pâncreas é debilitada.

Sem a hormona, a glicose acumula-se no sangue em valores altos, a chamada glicemia, e se não é controlada vai causando efeitos cada vez mais perigosos para o corpo, desde cegueira, problemas de circulação que podem obrigar os doentes a amputar as extremidades, até aos ataques cardíacos. Medicação, uma dieta cuidada e exercício físico podem controlar a diabetes por anos mas não curam o problema.

A investigação feita na Universidade de Newcastle em onze indivíduos que tinham descoberto há menos de quatro anos a doença, submeteu-os a uma dieta extrema. Durante oito semanas, os diabéticos ingeriram apenas 600 calorias por dia, menos de um terço da dose diária recomendada. A alimentação passava por líquidos nutritivos e vegetais sem amido.

Passados três meses, sete dos onze indivíduos não tinham diabetes. “Ter pessoas livres de diabetes depois de anos nesta condição é marcante – e tudo por causa de uma dieta de oito semanas”, disse citado pelo Guardian Roy Taylor, professor da Universidade de Newcastle, que liderou o estudo. Depois da dieta, os pacientes voltaram a uma alimentação normal, com aconselhamento sobre os alimentos e as quantidades que deveriam ingerir.

Ao fim de uma semana da dieta, análises feitas aos pacientes mostravam já uma concentração normal de açúcar antes do pequeno-almoço. Mais tarde, os exames feitos ao pâncreas destes doentes mostraram que a acumulação de gordura tinha diminuído e que o órgão tinha voltado a produzir insulina de uma forma normal.

“Acreditamos que isto mostra que a diabetes do tipo 2 está relacionada com o balanço de energia no corpo”, disse Taylor. “Se se come mais do que o que se gasta, o excesso é acumulado no fígado e no pâncreas em gordura, o que pode levar à diabetes do tipo 2 em algumas pessoas. O que precisamos de examinar mais é porque é que algumas pessoas são mais susceptíveis ao desenvolvimento da doença do que outras.”

Segundo o investigador, só cerca de cinco a dez por cento das pessoas é que serão capazes de se manter numa dieta tão dura quanto a necessária. Um regime destes deverá sempre ser supervisionado por um médico.

Imagem do Lucas Jackson/Reuters